O documento, que mira a conjuntura de crise econômica global e especialmente europeia, tem semelhança com encíclica de 1967 feita pelo papa Paulo VI. Texto reafirmará a tese de que progresso não é sinônimo de desenvolvimento integral e sustentável. A reportagem é de Dermi Azevedo
O Papa Francisco prepara a sua primeira encíclica sobre a pobreza. A carta pontifícia poderá chamar-se "Beati Pauperes" ("Bem-aventurados os pobres"), uma frase de Jesus Cristo no sermão das bem-aventuranças.
O documento reafirmará a tese da Igreja Católica Romana e das demais Igrejas Cristãs que mantêm o diálogo ecumênico de que progresso não é sinônimo de desenvolvimento integral e sustentável.
Essa análise já foi feita pelo papa Paulo VI em sua encíclica "Populorum Progressio", de 1967, que propõe um modelo de desenvolvimento de "todo ser humano" (isto é, do homem e da mulher, em todas as suas dimensões materiais e espirituais) e de "todos os homens"), ou seja, da humanidade como um todo.
O novo documento adotará uma posição crítica diante do processo de mundialização econômica, por considerar que essa dinâmica não tem resultado em uma maior equidade nas relações econômicas entre países desenvolvidos e em processo de desenvolvimento.
O contexto da nova encíclica é o agravamento da crise internacional que atinge duramente e em particular a Europa.
"Todo o sistema"
Uma prévia sobre o conteúdo da nova encíclica foi dada pelo papa no encontro que manteve com os membros da Fundação Centesimus Annos, criada pelo papa João Paulo II há 20 anos. Nessa ocasião, Francisco afirmou que são necessárias "mudanças profundas" no sistema econômico mundial, acrescentando que "o desemprego cresce como uma mancha de óleo, ampliando as fronteiras da pobreza".
Ao constatar que "alguma coisa não anda no mundo", o papa afirma "é preciso repensar todo o sistema tornando-o coerente com os direitos de todos os seres humanos".
Francisco foi enfático em seu discurso ao afirmar que "seguir os ídolos do poder do lucro, do dinheiro, situados acima dos valores da pessoa humana, tornou-se uma norma fundamental... não é possível esquecer-se que, além dos negócios e da lógica desses parâmetros, existe o ser humano e que algo lhe é devido em razão de sua profunda dignidade".
Fonte: Carta Maior (aqui)
terça-feira, 25 de junho de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Fase 2 do aterro sanitário recebe geomembrana
Material permite que aterro receba material por mais três anos; trabalhos devem ser finalizados em até dez dias
Karla Gigo
Há dois anos, o aterro sanitário de Limeira começou a ser contemplado com uma manta que impede que o chorume, produzido a partir do lixo doméstico, entre em contato com o solo e, consequentemente, contamine os lençóis freáticos. Os trabalhos devem ser finalizados em dez dias. O material permite que o aterro receba material por mais três anos. O material, geomembarana pead, permanecerá no local por tempo indeterminado e está sendo colocado na “Célula V" - um vale que fica entre as fases 1 e 2 do local. Além de impermeabilizar o solo, permite que o líquido seja encaminhado às estações, onde o chorume é tratado por uma empresa especializada.
Karla Gigo
Há dois anos, o aterro sanitário de Limeira começou a ser contemplado com uma manta que impede que o chorume, produzido a partir do lixo doméstico, entre em contato com o solo e, consequentemente, contamine os lençóis freáticos. Os trabalhos devem ser finalizados em dez dias. O material permite que o aterro receba material por mais três anos. O material, geomembarana pead, permanecerá no local por tempo indeterminado e está sendo colocado na “Célula V" - um vale que fica entre as fases 1 e 2 do local. Além de impermeabilizar o solo, permite que o líquido seja encaminhado às estações, onde o chorume é tratado por uma empresa especializada.
Fonte: Gazeta de Limeira (aqui)
Como o VLT pode aliviar o transporte no Brasil
São Paulo – Dá pra desatar o nó do transporte no Brasil? A solução para atender uma das demandas mais fortes e legítimas dos protestos que se espalham pelo país – o direito a um transporte público eficiente e de qualidade – pode passar longe do entendimento do senso comum, de “colocar mais ônibus e metrô nas ruas”, e se aproximar de algo como “colocar o bonde na rua e entrar nos trilhos”.
Versão moderna dos velhos bondes, os veículos leves sobre trilhos, mais conhecidos por VLTs, são considerados por especialistas uma alternativa mais barata e sustentável que outros meios de transporte coletivo como os ônibus e o metrô. Eles podem transportar até quatro vezes mais pessoas que o primeiro e custar metade do segundo.
“Os VLTs ainda dão uma impressão de melhoria ambiental imediata. A motorização elétrica os torna mais silenciosos e menos poluentes”, destaca o especialista em transporte público da UNB, Paulo Cesar Marques. Comparado aos BRT´s (Bus Rapid Transit), além da vantagem ambiental, os VLTs proporcionam controle mais automatizado (e menos dependente do motorista), o que pode garantir maior conforto.
Por suas vantagens, os VLTs já ajudaram grandes cidades do mundo a resolver seus problemas de mobilidade. A França é um exemplo de país que adotou os netos dos bondes como instrumento de gestão urbana. Atualmente, dezoito cidades francesas têm pelo menos uma linha de VLT e até 2014 outras nove implantarão suas primeiras linhas.
A expansão de projetos de VLT também conduziu à revitalização urbana em torno das linhas. Um estudo do Ministério de Meio Ambiente da França indica que em 2009, 30% dos subsídios que o governo concedeu às comunidades para seus projetos de VLT foram dedicados à melhorias nas áreas atravessadas.
Rumo à Copa, cidades sobem nos trilhos
Com todos esses benefícios, você deve estar se perguntando por que o Brasil ainda não adotou em massa essa tecnologia. De acordo com o especialista da UNB, é tudo uma questão de oportunidade. “As cidades europeias que são exemplo de sucesso no uso de VLT nunca deixaram de ter bonde. É natural que houvesse uma evolução para algo mais moderno”, explica Paulo Cesar.
“Quando essa tecnologia ganha maior confiabilidade e boa imagem por suas vantagens ambientais, surgem condições pra que outras cidades possam adotá-la”, acrescenta. Aos poucos, o VLT desponta como solução para o transporte no país.
A Copa de 2014 deu o impulso que faltava, com várias cidades incluindo projetos de VLT em seus planos de mobilidade. Em Cuiabá, aproximadamente 80% dos ônibus deixarão de trafegar por três das principais vias da cidade após a implantação do VLT, que deve ser entregue até meados de 2014.
Com 22,2 quilômetros de trajeto, o VLT mato-grossense terá capacidade máxima de passageiros de 400 pessoas por veículo e o tempo de espera para o embarque será de até quatro minutos.
Parado desde abril de 2011, o projeto do veículo leve sobre trilhos de Brasília foi retomado em abril deste ano e prevê a construção de 22,6 km de linhas.
Já em São Paulo, o primeiro trecho do VLT, que vai ligar Santos e São Vicente, deve ficar pronto até meados do ano que vem. O projeto ocupa a antiga linha férrea das cidades do litoral e, quando estiver concluído, deverá transportar 70 mil passageiros.
Em investida mais recente, a prefeitura do Rio de Janeiro e o Governo federal assinaram na semana passada termo de compromisso para repasse de RS 532 milhões em recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade para a implantação do VLT na cidade.
Orçado em R$ 1,164 bilhão, o projeto carioca vai conectar a Região Portuária ao Centro da cidade e ao aeroporto Santos Dumont. Quando todas as suas seis linhas, distribuídas por 28 vias, estiverem operantes, a capacidade do sistema chegará a 285 mil passageiros por dia.
Fonte: Portal EXAME (aqui)
terça-feira, 18 de junho de 2013
Grupo no Facebook posta fotos antigas de Limeira
Com a proposta de compartilhar fotos antigas da cidade, o funcionário público Danilo Lázaro Barbosa, mais conhecido como Juka, criou o grupo "Apaixonados por Limeira" na rede social Facebook. Em cerca de um mês, o número de membros já beira a mil.
"Foi uma surpresa muito grande porque o número de membros cresceu muito rápido. Inicialmente, eram pessoas mais velhas, de 70, 80 anos que entraram, e depois, os de 60, 50 anos, e agora, a juventude também participa", fala o servidor.
A ideia do grupo surgiu após Juka ganhar de um amigo cerca de 100 fotos antigas da cidade. Inicialmente, ele postou algumas imagens na sua página pessoal da rede social. "As pessoas começaram a compartilhar as fotos, queriam me adicionar e outros amigos sugeriram criar o grupo", explica. Ele estima que, na última semana, de 20 a 30 fotos foram postadas por dia. Os pedidos de pessoas para entrar no grupo também surpreende, uma média de 40 diariamente.
Na opinião de Juka, o sucesso da página se deu pela necessidade das pessoas em resgatar a cultura e história de Limeira. O modo que ele encontrou para fazer isso foi na rede social. "Acredito que o que nós temos à disposição, precisamos aproveitar e está sendo uma ótima ferramenta", diz. "As pessoas vão se identificando com os lugares, as pessoas que estão na foto e vão contando suas histórias", relata.
Os membros podem postar fotos de arquivo próprio para os outros participantes, compartilhar e salvar as outras imagens, além de comentar. "Só não pode usar a página para fins políticos", diz Juka. "Ela é voltada para diversão, cultura, história, reencontro de amigos e novas amizades", completa.
HISTÓRIAS ESQUECIDAS
O aposentando Roque Batista, de 66 anos, foi um dos amigos que incentivou Juka a criar a página. Batista, assim como Juka, possui muitas fotos de Limeira e sempre se interessou pela história da cidade. "A ideia é divulgar nossas coisas antigas que foram se perdendo", diz o aposentado. Ele fica em média seis horas por dia conectado no Facebook, a maior parte do tempo apenas respondendo perguntas e dando informações sobre as postagens. "Sempre me interessei pela história de Limeira e tive o cuidado de guardar isso na memória", fala.
Batista conta em seus comentários muitas histórias que até os limeirenses mais velhos desconhecem. "Por exemplo, poucas pessoas sabem que JK (Juscelino Kubitschek) esteve em Limeira em 1964 ou 1965, a convite de Sebastião Fumagalli para ser padrinho de casamento da filha dele", relata.
Outra história, que segundo ele, também rendeu muitos comentários e "curtidas" na página "Apaixonados por Limeira", foi uma foto do Jardim Mercedes. "Este bairro surgiu porque a Mercedes Benz comprou toda a área que pertencia ao doutor Trajano (Camargo de Barros) para instalar uma fábrica de montagem de caminhões, mas a empresa não foi autorizada a se instalar e as terras foram loteadas" conta.
Uma foto postada do obelisco da praça Toledo Barros também revelou informações pouco conhecidas. Segundo comentário do próprio Batista, o monumento foi construído em comemoração ao primeiro centenário da Independência do Brasil, em 1922. Embaixo dele estão documentos da época, fotos, jornais, revistas e outros materiais relativos aquele tempo e deverá ser aberto após 100 anos, ou seja, apenas em 2022 como uma "cápsula do tempo".
'FIGURAS'
Assim como Juka e Batista, a maior parte dos membros do grupo "Apaixonados por Limeira" deixa aflorar o mesmo sentimento: o saudosismo. Alguns personagens, que os mais jovens podem ter ouvido falar de conversas com os pais ou avós, ganham vida com as fotos. O "Baiano", que recolhia ingressos no Cine Vitória, é lembrado como aquele que não percebia as carteirinhas de estudantes adulteradas. O "Pedro Louco", um andarilho da cidade também está na página, assim como o Luisinho Pipoqueiro, que nos anos 1960 vendia pipoca na praça Toledo Barros; o Lucas do Pinho, que vendia pinhão na rua de bicicleta e era conhecido pelo "Pim...Pim...", e ainda, a Maria dos Cachorros.
Na opinião de Juka, alguns dos membros são pessoas de Limeira que, em algum momento da vida, deixaram a cidade. "Muitas pessoas que saíram da cidade se juntaram ao grupo para matar a saudade e se envolvem emocionalmente com as fotos", fala.
Para Batista, os mais interessados nas imagens e no resgate das memórias são as pessoas mais velhas. "Os mais saudosistas são os mais interessados e eu acredito que a nossa história está se perdendo e isso me aborrece muito", opina. "Tenho esperança de que mais jovens se interessem em saber como era Limeira antes", completa.
Juka, fundador do grupo, não conhece membros como Batista ou Leila Folli Rossi, que o incentivaram a fazer a página. "Mas sei que um encontro pessoalmente será inevitável e pretendo fazer uma confraternização futuramente. Se o grupo continuar a crescer do jeito que está, o encontro terá que ser no Limeirão", brinca o funcionário público.
"Foi uma surpresa muito grande porque o número de membros cresceu muito rápido. Inicialmente, eram pessoas mais velhas, de 70, 80 anos que entraram, e depois, os de 60, 50 anos, e agora, a juventude também participa", fala o servidor.
A ideia do grupo surgiu após Juka ganhar de um amigo cerca de 100 fotos antigas da cidade. Inicialmente, ele postou algumas imagens na sua página pessoal da rede social. "As pessoas começaram a compartilhar as fotos, queriam me adicionar e outros amigos sugeriram criar o grupo", explica. Ele estima que, na última semana, de 20 a 30 fotos foram postadas por dia. Os pedidos de pessoas para entrar no grupo também surpreende, uma média de 40 diariamente.
Na opinião de Juka, o sucesso da página se deu pela necessidade das pessoas em resgatar a cultura e história de Limeira. O modo que ele encontrou para fazer isso foi na rede social. "Acredito que o que nós temos à disposição, precisamos aproveitar e está sendo uma ótima ferramenta", diz. "As pessoas vão se identificando com os lugares, as pessoas que estão na foto e vão contando suas histórias", relata.
Os membros podem postar fotos de arquivo próprio para os outros participantes, compartilhar e salvar as outras imagens, além de comentar. "Só não pode usar a página para fins políticos", diz Juka. "Ela é voltada para diversão, cultura, história, reencontro de amigos e novas amizades", completa.
HISTÓRIAS ESQUECIDAS
O aposentando Roque Batista, de 66 anos, foi um dos amigos que incentivou Juka a criar a página. Batista, assim como Juka, possui muitas fotos de Limeira e sempre se interessou pela história da cidade. "A ideia é divulgar nossas coisas antigas que foram se perdendo", diz o aposentado. Ele fica em média seis horas por dia conectado no Facebook, a maior parte do tempo apenas respondendo perguntas e dando informações sobre as postagens. "Sempre me interessei pela história de Limeira e tive o cuidado de guardar isso na memória", fala.
Batista conta em seus comentários muitas histórias que até os limeirenses mais velhos desconhecem. "Por exemplo, poucas pessoas sabem que JK (Juscelino Kubitschek) esteve em Limeira em 1964 ou 1965, a convite de Sebastião Fumagalli para ser padrinho de casamento da filha dele", relata.
Outra história, que segundo ele, também rendeu muitos comentários e "curtidas" na página "Apaixonados por Limeira", foi uma foto do Jardim Mercedes. "Este bairro surgiu porque a Mercedes Benz comprou toda a área que pertencia ao doutor Trajano (Camargo de Barros) para instalar uma fábrica de montagem de caminhões, mas a empresa não foi autorizada a se instalar e as terras foram loteadas" conta.
Uma foto postada do obelisco da praça Toledo Barros também revelou informações pouco conhecidas. Segundo comentário do próprio Batista, o monumento foi construído em comemoração ao primeiro centenário da Independência do Brasil, em 1922. Embaixo dele estão documentos da época, fotos, jornais, revistas e outros materiais relativos aquele tempo e deverá ser aberto após 100 anos, ou seja, apenas em 2022 como uma "cápsula do tempo".
'FIGURAS'
Assim como Juka e Batista, a maior parte dos membros do grupo "Apaixonados por Limeira" deixa aflorar o mesmo sentimento: o saudosismo. Alguns personagens, que os mais jovens podem ter ouvido falar de conversas com os pais ou avós, ganham vida com as fotos. O "Baiano", que recolhia ingressos no Cine Vitória, é lembrado como aquele que não percebia as carteirinhas de estudantes adulteradas. O "Pedro Louco", um andarilho da cidade também está na página, assim como o Luisinho Pipoqueiro, que nos anos 1960 vendia pipoca na praça Toledo Barros; o Lucas do Pinho, que vendia pinhão na rua de bicicleta e era conhecido pelo "Pim...Pim...", e ainda, a Maria dos Cachorros.
Na opinião de Juka, alguns dos membros são pessoas de Limeira que, em algum momento da vida, deixaram a cidade. "Muitas pessoas que saíram da cidade se juntaram ao grupo para matar a saudade e se envolvem emocionalmente com as fotos", fala.
Para Batista, os mais interessados nas imagens e no resgate das memórias são as pessoas mais velhas. "Os mais saudosistas são os mais interessados e eu acredito que a nossa história está se perdendo e isso me aborrece muito", opina. "Tenho esperança de que mais jovens se interessem em saber como era Limeira antes", completa.
Juka, fundador do grupo, não conhece membros como Batista ou Leila Folli Rossi, que o incentivaram a fazer a página. "Mas sei que um encontro pessoalmente será inevitável e pretendo fazer uma confraternização futuramente. Se o grupo continuar a crescer do jeito que está, o encontro terá que ser no Limeirão", brinca o funcionário público.
Fonte: Jornal de Limeira (aqui)
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Colóquio de Educação Ambiental na FT/UNICAMP
"Educação Ambiental na interface entre Tecnologia, Desenvolvimento e Sociedade", apresentado por Sandro Tonso.
27/06/2013, Quinta-Feira, 16:00 Sala PA 07
Faculdade de Tecnologia/UNICAMP, Limeira-SP
R. Paschoal Marmo, 1888 - CEP:13484-332 - Jd. Nova Itália - Limeira, SP
Pedimos ajuda para uma ampla divulgação deste evento em suas redes de contatos (reais e virtuais!).
terça-feira, 11 de junho de 2013
Alunos de escola municipal recebem orientação sobre meio ambiente e combate à dengue
O CEIEF Professora Jamile Caram de Souza Dias, em parceria com o Sest/Senat (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte), desenvolveu na última quarta-feira, 5 de junho, atividades voltadas para a conscientização e preservação do meio ambiente, além da prevenção à dengue.
Os alunos do 1º ao 5º anos do ensino fundamental participaram de uma palestra ministrada pelo instrutor do Sest/Senat Gustavo Luiz Vieira da Silva Teixeira, sobre questões voltadas para o meio ambiente e a ação do homem na natureza. Foram discutidos temas como o desmatamento, o volume de lixo descartado incorretamente e as consequências de ambas as ações. Esteve presente, também, o gerente do Sest Senat, Juarez Giusti.
Além da palestra, os alunos tiveram a oportunidade de participar da Oficina de Conscientização da Dengue, em que montaram armadilhas para o mosquito Aedes aegypti, confeccionadas com garrafas pet. A vice-diretora da unidade escolar, Vera Lúcia Albertine Pinheiro, destacou a prevenção da dengue como prioridade do evento. “Estamos vivendo uma realidade de muitos índices da doença no nosso município, por isso decidimos focar na sua prevenção”, afirmou. Ela ainda salientou que a oficina continuará sendo ministrada e os alunos receberão orientações para distribuir as armadilhas para a comunidade.
Fonte: Prefeitura de Limeira (aqui)
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