segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Composição do lixo brasileiro.






Você sabe qual é a composição do lixo brasileiro? A maioria não faz a mínima ideia.

A ABRELPE, associação que representa as principais empresas de limpeza urbana do país publica anualmente um Relatório sobre o Panorama da Gestão de Resíduos no Brasil.

A atual é do ano de 2015 e pode ser acessada gratuitamente clicando aqui.

Os resíduos gerados no Brasil tem sua composição dividida da seguinte forma:

57% - Sobras de alimentos

17% - Plástico

13% - Papel

2,5% - Vidro

2% - Metal

0,5% - Inertes

8% - Outros

Em média, cada habitante joga fora 1 kg de resíduos por dia.

Este levantamento faz parte da composição gravimétrica divulgada pela ABRELPE (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais)

Fonte: Ecofidelidade (aqui)

Da cenoura ao brócolis, use até as folhas


 


Ignoradas por parte do mercado e dos consumidores, as folhagens de algumas hortaliças vão parar invariavelmente no lixo, mas rendem pestos, tortas, picles e vão bem em saladas, refogadas no prato ou como tempero de outras receitas

Folhas de ingredientes como cenoura, beterraba, nabo e brócolis não são só comestíveis como também saborosas e nutritivas. Algumas são mais amargas, outras mais suaves, mas todas podem render receitas além de ser só mais um item no caldo de legumes ou no suco verde.

Cruas ou cozidas, podem ser protagonistas em tortas, pestos, picles, saladas, sopas ou cremes. Há duas semanas, um tempurá de folha de cenoura apareceu no Instagram da chef Telma Shiraishi, como parte do menu do Aizomê, mostrando diferentes usos que as folhas podem ter: “Uma linda renda verde!”



Infelizmente, o mercado não estimula o consumo e, na maioria das vezes, elas vão parar no lixo. Fica difícil encontrá-las e saber que destino lhes dar.

Nos supermercados, a cenoura já vem lavada, sequinha, sem pelos ou folhagens, de tamanho padrão. Impossível achar uma folha solta na saca que chega de grandes plantações. “Se você encontrar e pedir uma rama da beterraba, o comerciante até te dá de graça. É a lógica de jogar a folhagem fora”, diz Paloma Zaragoza, que em seu espaço Como Me Lo Como promove jantares, workshops e outros eventos em que o foco é o aproveitamento total dos alimentos.

Um desses espaços é a Quitandoca, de Gabriela Mattos, que comercializa orgânicos em Pinheiros e também dá o caminho das pedras para os clientes. Faz pesto com as folhas da cenoura e tahine, torta salgada com folhas de beterraba no lugar de espinafre, ensina a usar os talos grossos do brócolis.

“Tem coisa que a gente acaba não pedindo para o produtor porque não tem saída, como pancs (plantas alimentícias não convencionais) ou a flor da abóbora, que é uma delícia empanada”, conta Gabriela. 

“Todas essas folhas rendem bons tempurás”, completa Paloma, que ainda joga luz sobre os talos (de brócolis, couve-flor, o “olho” do repolho), que na sua cozinha viram picles. “Depois, o azeite da conserva fica uma delícia puro, bem aromatizado.” Na cozinha da chef Renata Vanzetto também vira picles o talo da taioba, folha grande usada em outros preparos.

COMO USAR AS FOLHAS:
   
ERVA DOCE

Também conhecido como funcho, a sua folhagem se assemelha muito ao sabor do dill, com leve sabor de anis e adocicada. Pode ser usada para assar com peixes e finalizar pratos leves. 

BETERRABA

Pode ser substituta do espinafre ou da couve em tortas salgadas, é levemente amarga. Vai bem também refogada, assim como a couve. Paloma Zara... Leia mais

NABO

Come-se como se fosse couve, melhor refogada com cebola, alho e azeite. Podem ser acompanhamento num prato ou ainda integrar uma sopa portugu... Leia mais

RABANETE

Folha boa para se comer crua, como alface ou rúcula. De sabor suave, vai bem em salada com outras folhas ou mesmo puras. Mas, como é bastante... Leia mais

BRÓCOLIS

Assim como os da couve-flor, os talos do brócolis (superiores e inferior) vão bem em cubinhos em sopas ou incluir em algum purê, ao lado de b... Leia mais

SALSÃO

Em vez de só jogá-la dentro do caldeirão de caldo de legumes, a chef Janaina Rueda já ensinou, em aula para merendeiras no ano passado, que o... Leia mais

ERVA DOCE

Também conhecido como funcho, a sua folhagem se assemelha muito ao sabor do dill, com leve sabor de anis e adocicada. Pode ser usada para assar com peixes e finalizar pratos leves. 

BETERRABA

Pode ser substituta do espinafre ou da couve em tortas salgadas, é levemente amarga. Vai bem também refogada, assim como a couve. Paloma Zara... Leia mais

No ano passado, o estrelado chef italiano Massimo Bottura chamou a atenção para o problema servindo no Rio refeições feitas com ingredientes que iriam para o lixo dentro do RefettoRio, criado com a Gastromotiva e lançado durante a Olimpíada.

Em São Paulo, associações como o Banco de Alimentos ajudam a dar destino ao excedente de ingredientes de supermercados e cozinhas de produção. Levada a instituições, a comida que iria para o lixo alimenta mais de 20 mil pessoas por mês.

Para você fazer a sua parte em casa, confira acima dicas do que fazer com cada ingrediente e abaixo algumas receitas.

Fonte: Site Estadão - Paladar (aqui)

Nota do editor: a reportagem no link acima também apresenta várias receitas que podem ser elaboradas com as partes dos vegetais que normalmente são descartadas. Quem tiver interesse, pode conferir. O objetivo neste post foi de apresentar que essas partes não são resíduos e que podem ser utilizadas plenamente na alimentação.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Em Paris, mictório em forma de vaso de plantas.



03/02/2017 02h00

Eles chegaram no fim de dezembro a uma calçada da rue de Bercy, perto da Gare de Lyon, que está entre as dez maiores estações de Paris. Na parte de cima, uma floreira com espécies perfumadas, como a lavanda, por exemplo. Na parte de baixo, um compartimento cheio de palha seca.

Uma abertura permite aos homens urinar em pé de frente para as flores diretamente no compartimento que tem palha. Esse é o esquema do Uritrottoir, mictório ecológico de rua. "La minivespasienne seche", alude aos banheiros públicos parisienses "
vespasiennes", também só para homens instalados a partir de 1834 na capital francesa. Em Paris, os banheiros de rua para mulheres só apareceram quase 150 anos depois.

Criados pela agência de design industrial Faltazi, alguns Uritrottoir devem ser instalados ainda no primeiro semestre de 2017 em Nantes, também na França, onde fica a empresa, e Lausanne, na Suíça, segundo os fabricantes.

O Uritrottoir é mictório seco. É um sistema fechado em que não há adição de água para diluir e conduzir a urina e nem de esgoto para coletar e jogar num sistema conectado. Usa dois resíduos orgânicos, a urina e a palha, para produzir um material útil. O nitrogênio da urina reage com o carbono da palha tirando o odor e criando um composto bom para o cultivo de plantas.

Segundo a empresa, o dispositivo pode ser colocado em locais públicos ou jardins privados. Após 600 usos, um sinal eletrônico é enviado para uma central e uma equipe vai ao local para colocar um novo refil de palha no compartimento de baixo e usar o composto para a floreira de cima.

A publicidade do Uritrottoir vende a ideia de que o equipamento pode reduzir o odor de xixi das ruas, e é voltada ao público baladeiro masculino. A empresa afirma que está pensando numa versão adequada ao público feminino.

Fundada em 2000 pelos designers Laurent Lebot e Victor Massip, a Faltazi tem outros projetos de equipamentos ecologicamente corretos. Em 2009, desenvolveu para um concurso de ideias inovadoras do consórcio francês VIA uma cozinha ideal. Apresentou no ano seguinte, em evento paralelo do Salão de design de Milão, o protótipo da Ekokook, com reaproveitamento de resíduos secos, tratamento de efluentes e uma composteira de minhocas.

Em 2011, começou a projetar o Uritonoir (mistura de urinol, o penico, e funil), destinado a fazendas, festivais e raves rurais. Trata-se de uma simples folha de polipropileno, que é vincada e dobrada em forma de funil para ser acoplada a um fardo de feno.

Em 2014, instalou a primeira composteira coletiva de rua, a Ekovore, em Nantes. A Ekovore recebe os resíduos orgânicos que os moradores levam voluntariamente e destina composto para jardins compartilhados nos bairros. A estrutura não requer fundação e tem área da compostagem, secador de material, tanque de água e telhado verde. Já existe em vários tamanhos.

Fonte: Folha de São Paulo (aqui)

Nota do editor: quem quiser buscar mais informações, pode acessar o site da empresa que comercializa o dispositivo. O link é http://www.uritrottoir.com/.

A imagem abaixo apresentada pelo site demonstra com mais informações como é o funcionamento.

Estão disponíveis três tamanhos que suportam 120, 240 e 600 "passagens".

Uritrottoir / Vespasienne Sèche / Iot

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Projeto De Rio e Risada disponibiliza gratuitamente CD para Download.






Bons trabalhos em prol da educação ambiental e da preservação dos recursos hídricos devem ser difundidos, divulgados e utilizados.

Na última reunião ordinária da Câmara Técnica de Educação Ambiental dos Comitês PCJ, foi apresentado o projeto "De rios e risadas"

O Instituto Terra Mater e ONG Iandé - Educação e Sustentabilidade realizaram um trabalho com Foco na Educação Ambiental em Recursos Hídricos em Piracicaba.

Deste trabalho, eles produziram conjuntamente com jovens de várias instituições de Piracicaba um CD com músicas cuja temática eram os temas de sustentabilidade e recursos hídricos.

Num primeiro momento, o CD foi disponibilizado apenas para os participantes, mas após apoio recebido e demandas dos materiais, eles disponibilizaram gratuitamente o CD para download.

Segundo descrição no próprio site, o projeto “Pequenos Compositores Piracicabanos” foi uma iniciativa desenvolvida pelo Instituto Terra Mater e pela Iandé – Educação e Sustentabilidade, por meio do edital “Pontinhos de Cultura” de 2010, do Ministério da Cultura. Seus objetivos são: valorizar a identidade étnica e cultural local; e contribuir com a inserção de temas socioambientais no cotidiano escolar, através da música e da brincadeira.

Os principais produtos do projeto estão neste encarte: o CD musical “De Rio e Risada”, cujas canções foram compostas coletivamente em ofcinas envolvendo crianças e interessados na cultura e questões socioambientais de Piracicaba; e o DVD “O Olhar que Enxerga o Belo”, um guia audiovisual de confecção de instrumentos musicais feitos com materiais reutilizáveis, os “brinquedos musicais”. Os temas presentes nas músicas abordam elementos da cultura e das questões socioambientais piracicabanas e foram escolhidos em rodas de conversa, que envolveram representantes de diferentes cenários ligados à atuação cultural e socioambiental.

Depois de escolhidos os principais temas uma pesquisa que envolveu leituras e entrevistas com músicos e outras referências da cultura local, norteou a realização das ofcinas de composição coletiva e a confecção dos cinco brinquedos musicais inspirados nas canções e seus temas. As ofcinas aconteceram com grupos de crianças das instituições: Casa do Amor Fraterno; Projeto Guri; Instituto Rumo; Casa do HIP HOP e Núcleo de Educação Ambiental/SEDEMA. Cada ofcina resultou em uma música deste CD. As outras canções foram compostas coletivamente pela equipe do projeto e convidados. O CD foi gravado em Piracicaba com a colaboração de diversos músicos da cidade e da região, sob a direção musical de Otiniel Aleixo. O DVD também foi gravado em Piracicaba com roteiro e direção de Hélio Sato e colaboração de Adriel Job no desenvolvimento dos brinquedos musicais.

Este material foi criado para contribuir para uma atuação inovadora de educadores locais, oferecendo a música contextualizada e a brincadeira como caminho para trabalharem as questões socioambientais e a valorização étnica e cultural de Piracicaba. Cada canção é acompanhada por um pequeno texto com reflexões e sugestões de aprofundamento sobre os temas trazidos por elas.

Para realizar o download, basta clicar aqui.

Fonte: Site da ONG Iandé (aqui)

Insulto, logo existo





No momento em que eu apenas uso o rótulo, perco a chance de ver engenho e arte

A crítica e o contraditório são fundamentais. Grande parte do avanço em liberdades individuais e nas ciências nasceu do questionamento de paradigmas. Sociedades abertas crescem mais do que sociedades fechadas. A base da democracia é a liberdade de expressão. Sem oposição, não existe liberdade.
Uma crítica bem fundamentada destaca dados que um autor não percebeu. Um juízo ponderado é excelente. Mais de uma vez percebi que um olhar externo via melhor do que eu. Inexiste ser humano que não possa ser alvo de questionamento. Horácio garantia, com certa indignação, que até o hábil Homero poderia cochilar (Quandoque bonus dormitat Homerus - Ars Poetica, 359). A crítica pode nos despertar.

Como saber se a avaliação é boa? Primeiro: ela mira no aperfeiçoamento do conhecimento e não em um ataque pessoal. A boa crítica indica aperfeiçoamento. Notamos, no arguidor sincero, uma diminuição da passionalidade. Refulgem argumentos e dados. Mínguam questões subjetivas. Há mais substantivos e menos adjetivos. Não digo o que eu faria ou o que eu sou. Indico apenas como algo pode ser melhor e a partir de quais critérios. Que argumentos estão bem fundamentados e quais poderiam ser revistos. Objetividade é um campo complexo em filosofia, mas, certamente, alguém babando e adjetivando foge um pouco do perfil objetivo.

Duas coisas ajudam na empreitada. A primeira é conhecimento. Há um mínimo de formação. Não me refiro a títulos, mas à energia despendida em absorver conceitos. Nada posso dizer sobre aquilo do qual nada sei. Pouco posso dizer sobre o que escassamente domino. A segunda é a busca da impessoalidade. Critico não por causa da minha dor, da minha inveja, do meu espelho. Examino a obra em si, não a obra que eu gostaria de ter feito ou a que me incomoda pelo simples sucesso da sua existência. Critico o defeito e não a luz.

Cheguei a essas conclusões por já ter errado. Arrependo-me de críticas passionais. Tomei consciência de que dois ou três temas mexem tanto comigo, que a objetividade tende a diminuir. Questões ligadas ao racismo, à violência contra mulheres e à educação implicam uma carga emotiva forte para mim. Hoje, quando vejo que o debate roça nisso, submeto-me a redobrada atenção para evitar fazer aquilo que estou reclamando em outros.

Reconhecida minha imperfeição, reafirmo: assusta-me a virulência da internet. Há pessoas que querem fazer sucesso a qualquer preço e cimentam a estrada com palavrões. Acreditam que agressões com palavras vulgares e apelidos sejam um grande impacto. Estão corretos: causam impacto, mas vulgaridade é simples concussão.

Suponho que alguns apresentem sintomas ligados à chamada síndrome de Tourette. Georges Gilles de la Tourette (1857-1904) descreveu pacientes que tinham compulsão de enunciarem palavrões, especialmente referências a fezes. A coprolalia, este fluxo de temas fesceninos e agressivos, escapa ao controle.

Além de uma síndrome generalizada de Tourette, noto a vontade de classificar mais do que entender. Definido se o autor é X ou Y, encerra-se a discussão. Basta dizer que ele é, por exemplo, conservador ou socialista. Nada mais preciso pensar da obra.

É preciso reforçar que o talento e a criatividade têm pouca exclusividade política ou biográfica. Portinari e Jorge Amado eram gênios na pintura e na escrita. Também foram devotados comunistas. Jorge Luis Borges mudou a maneira de pensar a literatura mundial. Era racista e achava a ditadura de Francisco Franco muito boa. Oscar Niemeyer mudou a noção de arquitetura do século 20. Era adepto do marxismo. Shakespeare, do ponto de vista político, era bastante conservador e desconfiava da participação popular. Descartes e Pascal eram religiosos; Bertrand Russel e Diderot, ateus. Picasso e Hemingway eram sedutores quase agressivos de mulheres. Nelson Rodrigues não era, exatamente, um feminista. O pintor Francis Bacon, o músico Schubert e o economista J. Keynes tinham vida ou desejo homoeróticos. O que eu quero dizer: no momento em que eu apenas uso o rótulo, perco a chance de ver engenho e arte. Fixar-se no estereótipo parece ser um recurso de certa estreiteza analítica. Tanto a maestria pode estar presente num indivíduo detestável como a mediocridade pode aflorar no mais engajado lutador dos direitos dos filhotes de foca.

Respondo raramente a críticos agressivos. Basicamente por falta de tempo e também por acreditar ser um direito de todos a manifestação com liberdade, dentro dos limites da lei. Internet funciona como terapia para muitos. Sempre recomendei que as pessoas fossem comedidas não por humildade, porém por vaidade, já que atacando alguém eu falo tanto de mim e dos meus medos que a prudência impõe certo silêncio obsequioso. Poucas coisas desnudam tanto minha alma como o ataque. Podemos sempre evitar o texto de quem discordamos. O impossível é evitar a nós mesmos.
Eis fevereiro entre nós. Hoje, chego ao meu verão de número 54. Nunca havia percebido a vida tão fascinante como agora. Melhorei muito porque tive bons críticos ao longo dos anos. Ajudaram-me a superar mazelas e lacunas. Agradeço a eles. Desejo paz aos outros julgadores. Estou com pouco tempo para odiar. Boa semana a todos.

Fonte: Coluna do Leandro Karnal no Estadão (aqui); Imagem (internet)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Cartilhas sobre Controle Social da Produção da Agricultura Orgânica.




Todos já devem ter assistido reportagens sobre pessoas mal intencionadas que tem vendidos produtos convencionais como se fosse produtos orgânicos, o que sabidamente gera um maior lucro devido a diferença de preços.

Pessoas que querem abolir os agrotóxicos de sua alimentação aceitam pagar mais pelo produto, de forma a compensar o produtor que possui maiores custos e trabalho pelas práticas agroecológicas. Mas ao ver reportagens como essas, tendem a ficar perdidas na hora de identificar se aquele produto é ou não realmente orgânico.

Uma saída é conhecer o produtor que está vendendo para você e privilegiar os de sua região. Mas não é um medida simples e muitas vezes, sua região não produz alimentos na diversidade desejada.

Visando facilitar esse controle social do processo, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) desenvolveu uma cartilha com linguagem facilitada e ilustrada para que as pessoas que defendem estas práticas e também os produtores que já a praticam, possam atuar no sentido de esclarecer e divulgar a Agricultura Orgânica.

Segundo o site do MAPA, a publicação mostra a importância do controle social para garantir a qualidade dos produtos dos agricultores familiares sem certificação. Apresenta dicas, esclarecimentos e orientações importantes para conquistar a credibilidade e o respeito do consumidor.

Para baixá-lo gratuitamente, basta clicar aqui.





Outra forma de se cuidar no processo de compra de produtos orgânicos, é adquiri-los apenas de produtores devidamente certificados.

Para facilitar este processo, o MAPA também criou a Cartilha que trata sobre os Mecanismos de Controle para a Garantia da Qualidade Orgânica.

Segundo o site, a cartilha apresenta os mecanismos que orientam, esclarecem e incentivam a produção orgânica de maneira consciente. O objetivo é o maior controle desta nova demanda de consumo.

Para baixá-lo gratuitamente, basta clicar aqui.

Fonte: Site do MAPA (aqui)

Mais de 232 mil pessoas foram capacitadas pelo Programa de Educação e Sensibilização Ambiental do Consórcio PCJ em 2016



O projeto Gota d’Água, promovido pelo Programa de Educação e Sensibilização Ambiental do Consórcio PCJ, capacitou em 2016 cerca de 232.573 pessoas, entre alunos e educadores. No total, 22 municípios participaram do projeto que, nesse ano, teve como tema “Políticas Municipais de Recursos Hídricos e o Sistema Cantareira”.

O município que mais replicou o projeto foi Bragança Paulista (SP), com mais de 37 mil pessoas atendidas pelo projeto. A segunda cidade com mais desempenho foi Limeira (SP), com 26 mil pessoas, e a terceira Hortolândia (SP), 24,3 mil participantes.

O projeto teve seu início no dia 16 de fevereiro de 2016, no Parque da Cidade de Jundiaí (SP). De lá para cá, 300 educadores foram capacitados e replicaram para quase 11 mil professores os conceitos e temas do Gota d’Água para aplicar com os alunos em seus municípios, durante o calendário de execução das suas respectivas “Semanas da Água”.

O encerramento das atividades do Projeto se deu no dia 30 de novembro, no Museu da Água, em Indaiatuba (SP), no qual também aconteceram as premiações dos Destaques do Ano para as melhores atividades desenvolvidas em 2016. Cerca de 20 municípios inscreveram suas iniciativas, e cinco foram premiados como destaques: Bragança Paulista, com o Projeto “Sala Verde – Educação ambiental e tecnologia: de mãos dadas para um futuro sustentável”; Itatiba, com o Projeto “Diretrizes Curriculares Municipais para a Educação Ambiental em Itatiba”; Limeira, com “Programa de Educação Ambiental na Rede Municipal de Ensino”; Rio Claro, com “Conhecendo Nossos Problemas”; e Vinhedo, com “Projeto Águas de Vinhedo”, sendo que o projeto do município de Limeira levou o Troféu “Sua Gota faz a Diferença”, com o grande Destaque do ano.

Para 2017, o tema escolhido para as capacitações do projeto foi “Compartilhando Caminhos para Brasília 2018”, que tratará sobre os assuntos que permearão o 8º Fórum Mundial da Água, que acontece em março de 2018 na capital federal. Encontros serão realizados para discutir a participação brasileira no maior evento sobre Água do mundo.  O lançamento e início das atividades está previsto para fevereiro de 2017 e em breve o Consórcio PCJ disponibilizará o calendário oficial. Fique atento ao site www.agua.org.br.





Fonte: Assessoria de Comunicação do Consórcio PCJ (e-mail)