sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Prefeitura contestará 10 itens avaliados para obtenção do selo

O município de Limeira participou novamente neste ano do Programa Município VerdeAzul (PMVA) do Governo do Estado de São Paulo e obteve nota final 65, ficando na 187ª posição no estado. O programa, da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, consiste na avaliação de vários relatórios de atividades de Gestão Ambiental, que somam 100 pontos. O município que alcança 80 pontos recebe o selo de Município VerdeAzul.

De acordo com a secretaria municipal de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Bioatividades, em 2013 houve a mudança de metodologia, o que deixou a análise mais restritiva. “Considerando a ponderação do ano anterior com a mesma avaliação que foi obtida em 2013, a nota final poderia subir três pontos apenas com a modificação da ponderação. Tanto que, em 2012, mais cidades conseguiram nota superior a 80 pontos o que fez esse número cair de 141 para 67 cidades com selo”, explica o secretário da pasta, Alquermes Valvasori. Além de Limeira, municípios como São Paulo, Ribeirão Preto e Piracicaba perderam o selo.

Outra questão foi a perda de pontos por passivos ambientais, que são pontuações retiradas da nota final. Neste ano, Limeira perdeu cinco pontos e no ano passado foram dois pontos. Os passivos ambientais, segundo a secretaria, são características ambientais históricas que não foram atendidas em anos anteriores, como o cumprimento de plantio de árvores dos Termos de Compromisso de Recuperação Ambiental (TCRA), cujo passivo da prefeitura, até 2012, foi de 120 mil mudas.

Há também, após a divulgação dos dados pelos coordenadores do Programa Município VerdeAzul, a fase de contestação da avaliação. “Esse é um processo normal, tanto que no ano de 2012, Limeira teve sua pontuação revista e acrescida em dois pontos. A Prefeitura fará a contestação de 10 itens que poderão somar ao final mais 17,75 pontos se todas forem acolhidas”, adianta Valvasori. Se estes itens forem revistos, Limeira pode chegar a 80 pontos.

Fonte: Prefeitura de Limeira (aqui)

Limeira cai em ranking e perde recursos

Cidade teve desempenho ruim em programa estadual

A nota de Limeira no ranking de municípios avaliados pelo Programa Município Verde Azul, da Secretaria do Meio Ambiente do Estado, foi de 83 para 65 neste ano, colocando a cidade na posição 187. Com uma colocação ruim, devido à nota inferior a 80, Limeira ficará sem receber recursos do governo estadual para investimento em ações ambientais. No ano passado, com nota 83,58, a cidade ocupava a posição 101 e recebeu o selo do programa. Neste ano, com uma avaliação pior, Limeira ficou sem recursos. "Ainda não sei dizer o motivo que levou a cidade a ficar mal avaliada em relação ao ano passado. Apresentamos relatórios dentro de todos os itens. Vamos esperar a secretaria divulgar as notas individuais, por item, para sabermos onde está o problema", declarou o diretor da Secretaria de Meio Ambiente de Limeira, Tiago Valentim Georgette.

A Secretaria do Meio Ambiente do Estado divulgou anteontem a lista das 67 cidades certificadas como prioritárias para obter recursos do governo, sendo todas avaliadas com nota superior a 80. A primeira colocada foi Sorocaba, com nota 96,5. Americana ficou em 5º lugar; Campinas, em 14º, e Santa Bárbara d'Oeste, em 29º. Iracemápolis teve nota 29 e ocupa a 403ª posição. Já Cordeirópolis, a 446ª, com nota 20, ou seja, ambas ficaram fora da lista de municípios contemplados com os recursos. "A avaliação deste ano também foi mais exigente. Muitas cidades que receberam o selo ano passado não conseguiram neste ano. Mas isso não justifica o fato de Limeira ter ficado fora. Vamos checar todos os relatórios do programa e tomar providências", falou Georgette.

Segundo a Secretaria do Meio Ambiente do Estado, os municípios recebem uma nota ambiental, que avalia o seu desempenho em dez diretivas nas áreas de esgoto tratado, resíduos sólidos, biodiversidade, arborização urbana, educação ambiental, cidade sustentável, gestão das águas, qualidade do ar, estrutura ambiental e conselho ambiental. "O que pode ter acontecido de um ano para o outro é que algumas ações, que estavam sendo feitas até 2012, foram interrompidas neste ano. Mas elas pararam porque vamos transformá-las em projetos e isso leva tempo", justificou.

Ainda para este ano, Georgette prometeu apresentar a Política Municipal de Educação Ambiental, que foi desenvolvida ao longo do ano. "A elaboração da lei de educação ambiental demorou porque optamos por contar com a participação da comunidade. Na segunda-feira, já vamos apresentar o projeto pronto ao prefeito e, depois, ele deve seguir para votação na Câmara", adiantou.

Fonte: Jornal de Limeira (aqui)

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

China finge reflorestamento com tinta verde


 
Município decidiu pintar suas montanhas de verde para economizar. Escândalo foi denunciado por jornais locais do país.

Um município do sul da China tomou uma decisão quase surrealista: para economizar o dinheiro e o esforço de reflorestar uma de suas montanhas, decidiu pintá-la de verde em vez de plantar árvores, denunciaram nesta quarta-feira (14) vários jornais do país.

O incidente ocorreu na localidade de Fumin, onde funcionou durante sete anos uma pedreira que arrasou mil metros quadrados da encosta da montanha Laoshou.

Os moradores que vivem ao pé da montanha se queixavam do barulho e do pó que a pedreira produzia, por isso esta foi fechada no ano passado. Em julho de 2006, algumas pessoas foram ao local e pintaram o monte de verde metálico em 45 dias de trabalho.

O fato só veio à tona nesta semana, em que fotos da montanha foram divulgadas por jornais de Yunnan, Hong Kong e Pequim, nos quais as casas parecem ter ao fundo, em vez de uma montanha, um cenário gigantesco de cinema de baixo custo.

Moradores da localidade consultados se mostraram reticentes a opinar sobre a iniciativa municipal. Um deles chegou a dizer que a paisagem agora é "muito linda".
Na imprensa da província, no entanto, a opinião é de que a idéia é "inútil e feia".

Um jornalista calculou que a tinta necessária para pintar o monte custou cerca de 470 mil iuanes (US$ 48 mil), quantia que, segundo os moradores de Fumin, daria para ter plantado árvores na montanha.

A obra foi uma decisão do Escritório de Agricultura e Florestas de Fumin, e aparentemente a cor verde foi escolhida seguindo as regras do feng shui - sabedoria popular milenar que diz como têm que estar dispostos os objetos e a luz em um ambiente.

Fonte: G1 (aqui)

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Ciência brasileira adere ao ‘padrão salame’ de produção e avaliação científica


Faz tempo que quero escrever algo sobre essa cultura da “ciência salame” e sobre o debate da “quantidade x qualidade” na avaliação da produção científica e da qualidade científica de pesquisadores no Brasil. Não preciso mais … o biólogo Fernando Reinach (colunista do Estadão e um dos pioneiros da biotecnologia no Brasil) já fez isso por mim, com muito competência do que eu seria capaz de fazer, devo dizer.

Copio abaixo o artigo publicado por ele na edição de sábado do jornal, que já tem mais de 10 mil compartilhamentos no Facebook, mas que merece ter muito mais ainda.

Abaixo do artigo do Reinach, copio também um artigo publicado em junho do ano passado na revista Trends in Ecology and Evolution, em que os autores discutem a “obsessão da academia com quantidade”. Ele faz parte de um fórum de discussão lançada pela revista em março deste ano para debater o tema “Que tipo de ciência queremos?“, que inclui um comentário de biólogos brasileiros da Universidade Federal de Goiás.

Publicar muita porcaria ou publicar pouca coisa boa? Eis a questão. (não só na ciência, mas no jornalismo também)

Darwin e a prática da ‘Salami Science’

Fernando Reinach / O Estado de S.Paulo

Em 1985, ouvi pela primeira vez no Laboratório de Biologia Molecular a expressão “Salami Science”. Um de nós estava com uma pilha de trabalhos científicos quando Max Perutz se aproximou. Um jovem disse que estava lendo trabalhos de um famoso cientista dos EUA. Perutz olhou a pilha e murmurou: “Salami Science, espero que não chegue aqui”. Mas a praga se espalhou pelo mundo e agora assola a comunidade científica brasileira.

“Salami Science” é a prática de fatiar uma única descoberta, como um salame, para publicá-la no maior número possível de artigos científicos. O cientista aumenta seu currículo e cria a impressão de que é muito produtivo. O leitor é forçado a juntar as fatias para entender o todo. As revistas ficam abarrotadas. E avaliar um cientista fica mais difícil. Apesar disso, a “Salami Science” se espalhou, induzido pela busca obsessiva de um método quantitativo capaz de avaliar a produção acadêmica.

No Laboratório de Biologia Molecular, nossos ídolos eram os cinco prêmios Nobel do prédio. Publicar muitos artigos indicava falta de rigor intelectual. Eles valorizavam a capacidade de criar uma maneira engenhosa para destrinchar um problema importante. Aprendíamos que o objetivo era desvendar os mistérios da natureza. Publicar um artigo era consequência de um trabalho financiado com dinheiro público, servia para comunicar a nova descoberta. O trabalho deveria ser simples, claro e didático. O exemplo a ser seguido eram as duas páginas em que Watson e Crick descreveram a estrutura do DNA. Você se tornaria um cientista de respeito se o esforço de uma vida pudesse ser resumido em uma frase: Ele descobriu… Os três pontinhos teriam de ser uma ou duas palavras: a estrutura do DNA (Watson e Crick), a estrutura das proteínas (Max Perutz), a teoria da Relatividade (Einstein). Sabíamos que poucos chegariam lá, mas o importante era ter certeza de que havíamos gasto a vida atrás de algo importante.

Hoje, nas melhores universidade do Brasil, a conversa entre pós-graduandos e cientistas é outra. A maioria está preocupada com quantos trabalhos publicou no último ano – e onde. Querem saber como serão classificados. “Fulano agora é pesquisador 1B no CNPq. Com 8 trabalhos em revistas de alto impacto no ano passado, não poderia ser diferente.” “O departamento de beltrano foi rebaixado para 4 pela Capes. Também, com poucas teses no ano passado e só duas publicações em revistas de baixo impacto…” Não que os olhos dessas pessoas não brilhem quando discutem suas pesquisas, mas o relato de como alguém emplacou um trabalho na Nature causa mais alvoroço que o de uma nova maneira de abordar um problema dito insolúvel.

Essa mudança de cultura ocorreu porque agora os cientistas e suas instituições são avaliados a partir de fórmulas matemáticas que levam em conta três ingredientes, combinados ao gosto do freguês: número de trabalhos publicados, quantas vezes esses trabalhos foram citados na literatura e qualidade das revistas (medida pela quantidade de citações a trabalhos publicados na revista). Você estranhou a ausência de palavras como qualidade, criatividade e originalidade? Se conversar com um burocrata da ciência, ele tentará te explicar como esses índices englobam de maneira objetiva conceitos tão subjetivos. E não adianta argumentar que Einstein, Crick e Perutz teriam sido excluídos por esses critérios. No fundo, essas pessoas acreditam que cientistas desse calibre não podem surgir no Brasil. O resultado é que em algumas pós-graduações da USP o credenciamento de orientadores depende unicamente do total de trabalhos publicados, em outras o pré-requisito para uma tese ser defendida é que um ou mais trabalhos tenham sido aceitos para publicação.

Não há dúvida de que métodos quantitativos são úteis para avaliar um cientista, mas usá-los de modo exclusivo, abdicando da capacidade subjetiva de identificar pessoas talentosas, criativas ou simplesmente geniais, é caminho seguro para excluir da carreira científica as poucas pessoas que realmente podem fazer descobertas importantes. Essa atitude isenta os responsáveis de tomar e defender decisões. É a covardia intelectual escondida por trás de algoritmos matemáticos.

Mas o que Darwin tem a ver com isso? Foi ele que mostrou que uma das características que facilitam a sobrevivência é a capacidade de se adaptar aos ambientes. E os cientistas são animais como qualquer outro ser humano. Se a regra exige aumentar o número de trabalhos publicados, vou praticar “Salami Science”. É necessário ser muito citado? Sem problema, minhas fatias de salame vão citar umas às outras e vou pedir a amigos que me citem. Em troca, garanto que vou citá-los. As revistas precisam de muitas citações? Basta pedir aos autores que citem artigos da própria revista. E, aos poucos, o objetivo da ciência deixa de ser entender a natureza e passa a ser publicar e ser citado. Se o trabalho é medíocre ou genial, pouco importa. Mas a ciência brasileira vai bem, o número de mestres aumenta, o de trabalhos cresce, assim como as citações. E a cada dia ficamos mais longe de ter cientistas que possam ser descritos em uma única frase: Ele descobriu…
……

Adademia’s obsession with quantity

Joern Fischer1, Euan G. Ritchie2 and Jan Hanspach1

1 Faculty of Sustainability, Leuphana University Lueneburg, Scharnhorststrasse 1, 21335 Lueneburg, Germany

2 Deakin University, School of Life and Environmental Sciences, 221 Burwood Hwy, Burwood, VIC 3125, Australia

We live in the era of rankings. Universities are being ranked, journals are being ranked, and researchers are being ranked. In this era of rankings, the value of researchers is measured in the number of their papers published, the citations they received, and the volume of grant income earned. Academia today is governed by one simple rule: more is better.

The idea to reward those who are productive seems fine at face value, but that idea has become ideology. Metrics of quantity once were the means to assess the performance of researchers, but now they have become an end in their own right. Ironically, once individuals actively pursue certain indicators of performance, those indicators are no longer useful as independent yardsticks of what they were once meant to measure.

Only a few years ago, a researcher publishing ten papers a year was considered highly productive. Now, leading researchers in ecology and evolution publish 20, 30, or, in some cases, over 40 papers a year, with a tendency for further increases. This volume of papers is attained via large laboratory groups and research consortia, which in turn require massive amounts of funding. Given that successful fundraising is a trusted performance indicator in its own right, funding keeps going to some of the biggest groups, keeping them big or growing them even further. However, a bigger group of researchers does not necessarily produce better science, just more of it. Thus, some research themes of solid (but not necessarily exceptional) quality can dominate the literature, just because they produce many papers. The type of work that ecologists produce is also different compared with just a decade or two ago: papers are shorter; reviews are increasingly quantitative not qualitative; the scope of papers has shifted from local to global; modeling papers are replacing field-based papers; and more papers focus on black-versus-white analyses because there is no journal (or mental) space for nuanced discussions. A recent high-profile example is the polarized debate on whether policy should encourage land sparing or land sharing.

The picture we paint is, of course, stylized. We acknowledge that there are exceptions among the most productive academics, the largest research groups, and the highest impact journals. However, despite exceptions, the overall trend is deeply concerning. Academics are increasingly busy with more papers, more grants, and more emails to keep the machinery going. The modern mantra of quantity is taking a heavy toll on two prerequisites for generating wisdom: creativity and reflection.

Creativity greatly benefits from an environment that is supportive, collaborative, and facilitates trialing new approaches, but suffers from working under excessive pressure. Similarly, reflection is vital for questioning assumptions and learning from experience. The gradual loss of creativity and reflection necessarily will affect our science. Many past landmark papers were full of good ideas, but were speculative and discursive. Would such papers be published today and, if they were, who would read them in depth? Is it possible to obtain and communicate deep insights via ‘twitteresque’ research sound bites?

Beyond the science itself, the quantity mantra is taking a toll on the quality of human interactions and relationships. Supervisors are increasingly too busy to discuss ideas at length with their research students. Academics work long hours, a supposed requirement for success, as if insight, motivation, and wisdom could not also arise from more balanced and family-friendly lives. The stressful environment of academia leads to many talented young people opting out of academia, and can lead to burnout in those who stay.

Along with political and spiritual leaders, academic leaders have a responsibility to help society move towards a better future, where we understand the world better, and use that understanding to live a ‘good life’. However, how can we do this if our professional rat race just mirrors the ills of society at large? Starting with our own university departments (but not stopping there), it is time to take stock of what we are doing. We must recreate spaces for reflection, personal relationships, and depth. More does not equal better.

Fonte: Estadão (aqui)

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Limeira recebe 1º tomógrafo especializado em árvores da região


O secretário do Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Bioatividades de Limeira, Alquermes Valvasori, conheceu na tarde desta quinta-feira, 28 de novembro, o Arbotom, equipamento alemão que realiza tomografias em árvores, adquirido pela Forty, empresa contratada pela Prefeitura e que presta serviços de retirada de árvores. A companhia Labcontrol, de São Paulo, realizou a apresentação técnica do aparelho aos presentes. Limeira será a primeira cidade da região de Campinas a contar com o equipamento.

 Valvasori explicou que atualmente, quando a pasta recebe pedidos de remoção de árvores, realiza a verificação visual dos casos. Segundo ele, com o tomógrafo, poderá haver avaliações mais especificas. O secretário destacou ainda os benefícios que o equipamento oferece. “A cidade ganha muito com esse serviço, uma vez que conta com muitas árvores antigas, principalmente das espécies peroba, jatobá, sibipiruna e ligustium. Com o equipamento, será possível indicar com mais precisão se podem apresentar riscos à população”, disse.

De acordo com o proprietário da Forty, Walter Jorge Paulo Filho, o aparelho já havia sido utilizado em alguns casos em Limeira, mas será, pela primeira vez, usado sistematicamente. “Agora será possível avaliar cerca de 250 árvores por mês, dependendo da época do ano, pois o equipamento não pode ser sujeito à umidade ou chuva”, explicou. A compra do tomógrafo, que possui durabilidade de cerca de 15 anos, não gerou custos para a Prefeitura.

Para o diretor da Forty Valdo Buzuti, o aparelho facilitará o trabalho da empresa e impedirá a remoção de árvores sadias. “Com esse equipamento, podemos descobrir se a árvore está comprometida ou não e evitar que seja retirada estando saudável”, afirmou. A empresa, que já realiza limpeza de áreas verdes e poda de árvores na cidade, passará a prestar esse serviço a partir do início de dezembro por solicitações da população e encaminhamento da Secretaria do Meio Ambiente.

Fonte: Assessoria de Comunicação (aqui)

Impressionante! Explosões Nucleares pelo mundo desde 1945.

O projeto foi criado pelo japonês Isao Hashimoto e teve início desde 2003.

A primeira explosão aconteceu em 1945 no projeto Los Alamos nos Estados Unidos, durante a II Guerra Mundial e a última aconteceu em 1998 no Paquistão.

No total, houve 2045 explosões atômicas no mundo. Há duas possíveis explosões nucleares depois na Coreia do Norte, mas a veracidade não é confirmada, já que não se sabem ao certo se foi explosão de bomba atômica ou grande explosão de explosivos convencionais para simular teste nuclear.

Advinha qual o país que mais detonou bombas atômicas no mundo???



Fonte: Memolition (aqui)

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Cidade de São Paulo tem pouca área verde



Que São Paulo tem poucos parques, isso chega a ser senso comum. Mas como podemos quantificar quão pouco? Qual é a demanda de parques na cidade? Por incrível que pareça, essas perguntas não são simples. Em todo mundo, não há uma única metodologia para medir a presença de parques urbanos. Enquanto alguns indicadores são inflados por áreas verdes privadas (como a pesquisa Green City Index), outras instituições buscaram incluir parâmetros que não apenas a metragem, como o acesso aos parques (ver, por exemplo, a Trust for Public Land, dos Estados Unidos).

Os números abaixo ilustram a magnitude do problema a partir de uma comparação com outras cidades do mundo. Mas esse parâmetro não abrange toda a questão: se a baixa taxa de área verde por habitante já é gritante, o que dizer da distribuição desses parques na cidade e a facilidade de acesso para eles?

A metodologia adotada foi simples e didática: a área em metros quadrados de parques de lazer de propriedade pública dentro do perímetro do município dividido pelo número de moradores. Descartam-se assim áreas verdes privadas que quase nada contribuem para a qualidade de vida da cidade e grandes reservas ecológicas que, apesar desempenhar eventualmente certo papel na qualidade do ar, não constituem áreas recreativas abertas para a população. Todas as informações usadas foram retiradas de documentos oficiais.

Conclusão, o município de SP tem baixíssimo índice de áreas verdes públicas por habitante se comparado com outras cidades do mundo:

M² de parque e praças públicas de lazer per capita

São Paulo – 2,67 m²/hab (1)

Curitiba – 13,6 m²/hab (2)

Nova Iorque – 14,3 m²/hab (3)

Londres – 18,1 m²/hab (4)
(1) Secretaria do Secretaria do Verde e Meio Ambiente da PMSP, 2011; IBGE; (2) Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Departamento de Parques e Praças da Prefeitura de Curitiba, 2013; (3) New York City Department of Parks & Recreation; (4) City of London

Escrito por Gabriel Kogan, 21/08/2013

Fonte: Blog Cosmopista (aqui)