quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Discurso de Paulo Hadich no dia da Cassação de Félix

Você se recorda do discurso de Paulo Hadich no dia da Cassação de Félix?

Não se recorda ao todo. Então assista na íntegra!

Como limeirenses, temos que relembrar deste fato histórico de Limeira, quando em 24 de novembro de 2011, a família de Félix foi para a cadeia e em 24 de fevereiro de 2012, ele foi finalmente cassado.

Que nos livramos deste chefe de quadrilha que foi Silvio Félix. E temos que continuar essa limpeza agora em 07 de outubro de 2012.

Por isso, meu voto é PAULO HADICH Prefeito, 40.

O PSB, PT e PMDB são os partidos que foram sempre oposição ao Governo!

PAULO HADICH não se tornou oposição após a vergonha limeirense ser posta a prova, mas fez parte desde o início do trio de oposição à vergonha, onde sempre fizeram parte: Paulo Hadich, Ronei Martins e Mario Botion.

Temos que concluir esse processo agora em outubro elegende-o prefeito e iniciarmos UM NOVO TEMPO PARA LIMEIRA!

Por quê?

LIMEIRA MERECE RESPEITO!

Limeira será feliz após ser respeitada e não começaremos a trabalhar agora, mas trabalhamos desde 2009!


TV Câmara aborda poda e extração de árvores

Extração e poda de árvores estão são questões que são frequentemente tratadas pelo Poder Legislativo, por meio de requerimentos que são enviados ao Poder Executivo para atender demandas apontadas pela população. Apesar de parecer simples, o assunto demanda legislação e normas específicas.

Em entrevista à TV Câmara, o secretário de Meio Ambiente de Limeira, Domingos Furgione Filho, explicou que tanto a extração quanto a poda, exigem para que uma avaliação específica antes de serem executadas. “É preciso saber mais a respeito da espécie e da origem. Uma árvore de espécie exótica, por exemplo, pode ser removida e podada mais facilmente que uma árvore de espécie nativa. Além disso, a população não precisa realizar tais tarefas nem pagar para que sejam feitas, porque é uma obrigação da prefeitura da cidade e, para isso, basta que uma solicitação seja feita”, destacou.
 
Para que uma extração ou poda seja solicitada, é necessário que seja feita uma requisição na Secretaria, onde o solicitante fornecerá seus dados e o endereço da árvore a ser podada ou extraída. Essa requisição também pode ser feita diretamente na prefeitura, no setor de protocolos, onde será gerado um processo administrativo que registrará todo o procedimento adotado na região solicitada.
 
Em ambos os processos de requisição existe a atuação de engenheiros agrônomos, que analisarão o local e darão o laudo explicando se há necessidade e possibilidade de extração e poda ou não. O contato para requerer o serviço pode ser feito via Ouvidoria da Prefeitura – 156 – ou via Secretaria de Meio Ambiente, por meio dos telefones 3451-3883 / 3451-9776.
 
Fonte: Câmara de Limeira (aqui)

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

II Porco no Rolete do GAVIA


Carro toma quase toda a rua sem transportar nem 1/3 dos paulistanos


Quanto espaço das ruas os 3,8 milhões de carros que circulam pela cidade tomam? Nos horários de pico, 78% das principais vias são dominadas pelos automóveis -dentro deles, são transportados apenas 28% dos paulistanos que optam pela locomoção sobre rodas. Enquanto isso, os ônibus de linha e fretados, com ocupação de 8% do asfalto, levam 68% das pessoas.

"Quem quer que seja o próximo prefeito, terá de olhar para esse dado, fazer uma política inteligente e tentar reduzir a desigualdade no uso das vias", diz Thiago Guimarães, especialista em mobilidade e professor da Universidade Técnica de Hamburgo, na Alemanha.

O levantamento foi feito pela reportagem com base em dados inéditos da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), obtidos com exclusividade. No quadro ao lado, é possível visualizar um retrato do trânsito na hora do rush. Trata-se da média da contagem de circulação ao longo de uma extensão total de 255 km. São as 32 rotas principais da cidade -algumas delas, com corredores de ônibus, caso das avenidas Rebouças e Santo Amaro. Depois, os veículos foram dispostos de acordo com o padrão adotado pelos engenheiros de trânsito (1 ônibus = 2 carros = 4 motos).

Segundo pesquisa do IBGE encomendada pela Rede Nossa São Paulo, no ano passado 82% dos paulistanos afirmaram que deixariam de usar o carro se tivessem uma boa alternativa de transporte público.

A Lei de Mobilidade Urbana, política federal para os transportes que entrou em vigor em abril, coloca a equidade no uso do espaço público como uma das diretrizes do planejamento. Para especialistas, criar dificuldades para os carros e facilidades para o transporte coletivo é a receita para resolver o problema crônico de trânsito da cidade.
Uma dessas dificuldades é restringir a circulação, lançando mão de medidas como o pedágio urbano e a redução de estacionamentos.

O prefeito Gilberto Kassab (PSD) já declarou que São Paulo só pode aumentar as restrições aos veículos quando tiver linhas suficientes de metrô. Ao mesmo tempo, tramita na Câmara dos Vereadores um projeto de lei que cria a cobrança.

Preconceito

Por isso, embora a solução pareça tecnicamente simples, ela se mostra mais complicada política e culturalmente. "São Paulo tem classes média e alta elitizadas que acham que o ônibus não é para elas. Que é coisa de ralé", afirma Thiago Guimarães.

Por outro lado, o serviço oferecido pelos ônibus não tem nem qualidade nem velocidade suficiente para atrair mais pessoas, afirma. A velocidade média dos ônibus nos corredores da cidade foi de cerca de 15 km/h no horário de pico em 2011.

Para Flamínio Fichmann, urbanista especializado em transportes, "diminuir, com corredores bem projetados, o tempo de viagem dos ônibus pela metade teria o mesmo efeito que dobrar a frota". Com mais eficiência, o mesmo ônibus poderia fazer mais viagens por dia, levando mais gente.

Os corredores eficientes e velozes de que falam os especialistas tomariam parte do espaço dos carros por possuírem características que atualmente não são aplicadas em conjunto na cidade: têm espaço na pista para ultrapassagem nos terminais, pagamento do bilhete antes do embarque e parte dos cruzamentos com passagem sob a pista.

Para a gerente de planejamento da CET, Daphne Savoy, "incomodidades" do transporte coletivo, como o tempo de espera pelos ônibus e as trocas de veículos nos terminais, levam à opção pelo carro, que é um transporte "porta a porta".

"O transporte coletivo nunca vai lhe pegar em casa e deixá-lo onde você quer." Além disso, diz a gerente, "em qualquer país do mundo, você não tira o carro da pessoa. É uma coisa intrínseca, um objeto de desejo de qualquer ser humano".

Fonte: Folha (aqui)

MEUS COMENTÁRIOS

As mensagens da notícia aplicam-se também a Limeira. A mobilidade urbana não é mais uma necessidade apenas de capitais mas sim de todas cidades de médio porte.