sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Alunos realizam visita ao Viveiro Municipal; ação faz parte do projeto de jardinagem desenvolvido pela escola

* Recebido por e-mail em 20/06/16.



Os alunos da Educação Integral, do 1º ao 5º ano, da Emeief Professor José Paulino Araújo Vargas, situada no Parque Hipólito, realizaram nesta quinta-feira, 6 de junho, uma visita ao Viveiro Municipal. A ação faz parte do projeto Jardinagem Pedagógica desenvolvido pela unidade,desenvolvido por meio de uma parceria entre as Secretarias de Educação e Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente.

Adriana Muller Del Mondo, coordenadora de áreas da Educação, disse a atividade conta pontos para que o município mantenha o selo do Município VerdeAzul concedido pelo Governo do Estado de São Paulo


Agostinho Aparecido Martins, coordenador pedagógico, informou que a visita ao Viveiro foi para que os alunos conhecessem a diversidade de plantas do local. “É uma oportunidade verem todas as etapas do plantio para aplicar na escola”, explicou.


Cerca de 100 crianças, entre os períodos da manhã e da tarde, visitaram o Viveiro Municipal. Para Layane Souza Cordeiro, de 9 anos, a visita foi muito importante para conhecer a variedade de plantas. “Adorei conhecer todos esses tipos de plantas. Acho muito importante para o nosso meio ambiente”, disse.

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Programação de férias do Zoológico unirá lazer e educação ambiental

* Recebido por e-mail em 01/07/16

Zoológico

Aliar diversão e lazer à educação ambiental. Esse é o objetivo da programação especial que o Zoológico Municipal “Conselheiro Antônio Carlos Mesquita” preparou para o mês de julho, período de férias escolares. Com atividades de terça a sexta-feira, das 9h às 15h30, o espaço terá cama elástica, brinquedos, distribuição de pipoca e algodão-doce às sextas-feiras, palestras e pintura de rosto. “As atividades são voltadas às crianças entre três e 15 anos, o que permite atrair os pais, avós e outros familiares ao zoo”, enfatizou a bióloga Ana Cláudia Sorg.

O projeto é desenvolvido por meio do núcleo de Educação Ambiental do Zoológico. A ideia é utilizar os animais presentes no espaço como fonte de discussões e aprendizados. Ainda de acordo com Ana, as atividades poderão propiciar benefícios para as crianças. “É uma forma de incentivar o desenvolvimento cognitivo, social e artístico delas, permitindo maior interação com outras crianças.” Os pais poderão acompanhar de perto todas as ações desenvolvidas. 

Durante todo o dia, o zoo terá pintura de rosto, às 9h, 11h, 13h e15h, e também palestras com o tema Zoológicos: o que acontece nos bastidores?”, também horários alternados, às 10h, 12h e 14h. Os visitantes poderão tirar dúvidas durante o tour pelo zoo. Os brinquedos infantis e as pinturas em papel estarão disponíveis durante todo o período de atividades. Toda a programação é gratuita. O Zoológico Municipal fica no Horto Florestal, na via Jurandyr Paixão de Campos Freire, km 3,5, bairro Tatu.

8.757 crianças já participaram de tours ambientais

* Recebido por e-mail em 31/05/2016



Sentado no chão, Pedro Henrique Hans Costa apoia o queixo nas mãozinhas e pede silêncio aos colegas de classe para conseguir ouvir a monitora explicando sobre os animais do Zoológico Municipal de Limeira. O menino, aluno da Emeief (Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental) Professora Maria Aparecida Degaspari, é um dos ilustres visitantes do parque que desde 2014, quando abriu suas portas, já recebeu 8.757 crianças em visitas monitoradas, incluindo uma aula de educação ambiental.

A estagiária de biologia do Zoológico Municipal de Limeira, Letícia de Jesus dos Santos, acompanha os estudantes numa visita monitorada, que começa com uma palestra sobre funcionamento do local. Ela explica desde a origem dos animais até a alimentação preparada numa cozinha, especialmente montada para alimentar os bichos, e os cuidados que os profissionais têm na preservação das espécies ameaçadas.

“Vocês sabiam que para cada papagaio que vemos numa gaiola de casas, dez aves morreram na captura e transporte? Não é legal ter papagaio em casa, o lugar dele é na natureza”, disse a estagiária, causando indignação nas crianças de seis e sete anos, que vão se tornar multiplicadoras em casa e na própria escola.

As visitas são parte das ações de educação ambiental desenvolvidas pelos técnicos da unidade, que trabalha nos eixos lazer e entretenimento, pesquisa, conservação, reprodução e enriquecimento ambiental. Entre os animais 232 animais do Zoo, várias espécies correm risco de extinção, como gato do mato, mico-leão-dourado, onça-pintada, macaco-prego, jaguatirica, mutum, onça-parda, arara-azul e papagaio, por isso o esforço para formar cidadãos mais conscientes sobre a importância de preservação das espécies.

Durante o trajeto da visita, as crianças tentavam segurar a empolgação com as novidades e as surpresas a cada recinto. O tema animais foi trabalhado pela professora Lilian Ferreira dos Santos na sala de aula, com desenhos, histórias, textos e outras atividades.

Depois da visita, Pedro Henrique explicou que gostou do leão com sua força, além de aprender sobre animais. “Eu gosto muito de animais. A professora contou a história do ratinho e do elefante e já contei lá em casa”, disse o menino.

Outro colega, Henzo Vaz Bernardes, também de seis anos, gostou do gato do mato e disse que é importante proteger os bichos. “Eu gostei também dos micos, que moram lá na ilha”, disse.

Lohany Caroline Nascimento Santos disse que já teve vários pássaros em casa, mas que agora não quer mais porque aprendeu que “isso não é legal”. A menina, que já visitou o parque com a família, ficou encantada com a onça-parda. “Eu gostei da visita e do lanche, mas também aprendi que não pode ter estes animais em casa.”

De onde vêm os animais?

Os animais do Zoológico Municipal de Limeira vêm de apreensões e doações, como um casal de leões que vivia numa chácara particular e o dono doou para o Zoológico. Os leões comem até cinco quilos de carne por dia. Outros são levados para o Parque por policiais porque foram atropelados ou encontrados machucados.
A onça-pintada – animal que corre o risco de extinção – foi apreendida numa ação contra o de tráfico de animais na Amazônia, sendo encaminhada depois para Limeira. A leoa foi retirada de um circo.
Depois de tratados, caso estes animais tenham condições de serem reintegrados à natureza, ou seja, se conseguirem se manter sozinhos, eles são libertados. Caso contrário, ficam sob os cuidados dos profissionais do parque.
A diretora de Proteção e Bem-Estar Animal da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Giuliana Quitério Buzolin, explicou que somente em 2015 foram reintroduzidos na natureza 37 animais, entre aves, répteis e mamíferos.
Aqueles que ficam no Zoo são estimulados a se movimentar e ainda recebem alguns agrados, como sorvetes de frutas no verão e “caixas-surpresa”, com carne dentro para estimular o olfato e o uso das garras para abrir. “Os animais gostam de brincar, por isso buscamos formas de estimular isso”, disse Letícia.

Programa Município Verde Azul

O Zoológico de Limeira é um item que ajudou o município a conquistar o selo Município VerdeAzul do governo do Estado. Esse programa incentiva a descentralização da gestão ambiental e orienta uma série de atividades que ajudam na conquista do selo Verde Azul.

O diretor de Educação Ambiental da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Tiago Georgette, que também é interlocutor do Programa Município Verde Azul, disse que o programa requer educação ambiental formal e não formal para a sociedade em geral. “O Zoológico oferece agendamento de visitas monitoradas para escolas e atividades temáticas para a sociedade civil, como Férias no Zoo e o Dia da Biodiversidade”, disse Georgette.

Os técnicos do Zoológico também estão habilitados para recepcionar, avaliar, cuidar e encaminhar animais da fauna silvestre que foram apreendidos ou encontrados machucados. “Esta é uma diretiva de biodiversidade e conta pontos para o Programa Município Verde Azul”, afirmou o diretor.

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Livro mostra riqueza da biodiversidade nacional

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Para fazer o download do livro, basta clicar aqui.

A biodiversidade dos biomas brasileiros e as transformações na paisagem, tanto as naturais quanto as provocadas pela ação humana, são tema do livro "Conhecendo a Biodiversidade", lançado em junho, com o objetivo de ampliar o conhecimento da sociedade sobre os ecossistemas brasileiros. Baseado em experiências passadas e atuais em áreas dos seis biomas brasileiros – Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal, a publicação também aborda alguns temas como compartilhamento e integração de dados, biodiversidade e saúde, e políticas públicas de conservação.

O livro foi publicado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em parceria com o Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A organização é dos pesquisadores Ariane Luna Peixoto, José Roberto Pujol Luz e Marcia Aparecida de Brito, considerando resultados de pesquisa obtidos pelo PPBio e pela Rede Temática de Pesquisa em Modelagem Ambiental da Amazônia (Geoma).

Dados sobre biodiversidade possuem um ciclo de vida, desde seu planejamento e geração até sua preservação, integração e análise, produzindo resultados que levarão ao avanço do conhecimento e estimularão novas perguntas, consequentemente, levando a um novo ciclo. De acordo com o capítulo Compartilhamento e Integração de Dados: a construção do conhecimento sobre biodiversidade, é fundamental que essas informações sejam preservadas e compartilhadas com a sociedade.

De autoria de Debora Pignatari Drucker, analista da Embrapa Informática Agropecuária (Campinas, SP), e de Flávia Fonseca Pezzini, o artigo trata dos cuidados que devem ser tomados com todas essas informações coletadas e discute o futuro da gestão e do compartilhamento de dados. Segundo Débora, o estudo está ligado ao "desafio de compartilhar e integrar os resultados das pesquisas, e de assegurar que os dados primários de cada pesquisa estejam armazenados em sistema de informação permanente e institucionalizado, regido por uma política de acesso a dados".

Já o capítulo Cerrado: um bioma rico e ameaçado, que tem coautoria do pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília) Aldicir Osni Scariot, discute a importância da preservação do segundo maior bioma do Brasil. O Cerrado, que originalmente cobria cerca de um quarto do território brasileiro, é um ambiente composto por formações vegetais que incluem campos, savanas, veredas e florestas, sujeito a queimadas periódicas e à baixa pluviosidade.

A coletânea composta por 11 capítulos é uma proposta de diálogo com a sociedade, para que o conhecimento da biodiversidade brasileira seja ampliado e disseminado de forma planejada e coordenada. Está disponível para leitura no site do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

Fonte: EMBRAPA (aqui)

Pelotão Ambiental flagra crime ambiental na Região do Pinhal.



Limeira conta com um importante apoio na preservação ambiental no município que é o Pelotão Ambiental, grupo da Guarda Civil Municipal (GCM) de Limeira.

Quando este governo foi iniciado em 2013, o Pelotão Ambiental encontrava-se desaparelhado sendo que todas as viaturas estavam deterioradas e inaptas para ações de patrulhamento. Hoje, o Pelotão Ambiental conta com viaturas novas (ano 2016) e o Pelotão Ambiental conta com contínuos aperfeiçoamentos e motivados.

Até 2014, a GCM não aplicava multas ambientais pois não havia sido implantado a estrutura de fiscalização e destino do recurso. Isso foi sanado após regulamentação da lei, do Fundo Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Fundema), treinamento e credenciamento dos guardas e criação do sistema de recurso de multas aplicadas.

Todas as multas aplicadas vão para o Fundema que utiliza 100% dos recursos para a área ambiental. O fundo é administrado pelo Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (COMDEMA), garantindo transparência e controle social na aplicação dos recursos.

O Pelotão Ambiental tem importante papel na fiscalização e combate de crimes ambientais e um de seus principais focos é a proteção da área de preservação do manancial que abastece o município de Limeira, que fica no território da bacia hidrográfica do Ribeirão do Pinhal.

Essa área deve ser preservada por todo limeirense, já que se o nosso município não sofreu nem um dia com restrição de água na seca histórica dos anos de 2014/2015, muito devemos a essa região.

Mas infelizmente, nem todos assim pensam e muitos ainda realizam intervenções sem o menor cuidado que pode colocar em risco nossa fonte de água. Na manhã do último dia 05 de agosto, sexta-feira, os GCMs Correa, De Paula e o Gerente Ambiental Ângelo ,com apoio do fiscal Fabio do Meio Ambiente flagraram no bairro do Pinhal, próximo ao Recanto dos Laranjais depararam com um indivíduo construindo em uma área de Área de Preservação Permanente (APP). No local, foi constatado que o morador desviou parte do Ribeirão do Pinhal, desmatou e assoreou boa parte do leito do córrego. Por esta ação, o proprietário vai responder por crime ambiental e deverá recompor a área desmatada, além das multas que foram aplicadas. 

Quaisquer denúncias podem ser feitas pelo telefones 153 (24 horas), 3441-0103 ou 3453 1005.

Fonte das Informações e imagens: Facebook do coordenador do Pelotão Ambiental (aqui)

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Escoteiros conhecem viveiro de mudas em Limeira

* Recebido por e-mail em 23/06/16.




O Viveiro Municipal do Horto Florestal, mantido pela Prefeitura de Limeira, recebeu na semana passada a visita de 40 integrantes do Grupo de Escoteiros Tatuibi. 

Os escoteiros aprenderam sobre a produção de mudas nativas e conheceram as diversas espécies disponíveis no local. A vista foi supervisionada pelo chefe de Divisão de Agricultura da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Fellipe José Soares. 

Ao final do passeio as crianças levaram para casa, pequenas mudas de palmeira imperial que serão cuidadas até atingirem o tamanho ideal para serem plantadas no próprio Horto Florestal. 


Visitas de instituições ou escolas ao viveiro podem ser agendadas pelo telefone 3451-7309.

Prefeitura restaura 400 hectares de Áreas de Preservação Permanente

* Recebido por e-mail em 24/06/16.



A Prefeitura de Limeira vai recuperar 400 hectares de Áreas de Preservação Permanente (APP) na sub-bacia do Ribeirão Tabajara, um dos principais afluentes do Ribeirão do Pinhal, manancial alternativo para abastecimento de água em Limeira. A sub-bacia fica em área rural da cidade, abrangendo os bairros Laranja Azeda, Água Espraiada e São Jerônimo.

A equipe do Departamento de Extensão Rural da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente participou de reunião com representantes do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em São Paulo, na quarta-feira, 22 de junho. Na ocasião, foi iniciado o planejamento de ações para elaboração do Diagnóstico Agroambiental da sub-bacia. A parceria entre a Prefeitura de Limeira e o Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SDECTI) do Estado de São Paulo ocorreu por meio do Programa de Apoio Tecnológico aos Municípios (Patem).

O trabalho será desenvolvido em um período de seis meses e conta com atividades de mapeamento, visitas in loco, avaliação do estado de conservação das matas ciliares da sub-bacia e seus respectivos potenciais de regeneração. A equipe de trabalho do IPT será composta por engenheiros florestais, engenheiros ambientais, engenheiros civis, biólogos, geólogos e biblioteconomistas. Todas as atividades serão acompanhadas pelo Departamento de Extensão Rural.

Os resultados do diagnóstico servirão de base para o projeto de restauração, que será financiado pelo convênio firmado junto ao Fundo Nacional do Meio Ambiente, no valor de R$ 3 milhões. Todas as ações serão realizadas exclusivamente para o pequeno produtor rural de forma a auxiliá-lo na regularização ambiental de sua propriedade. Além disso, toda a população será beneficiada por meio da melhora na disponibilidade e qualidade de água para consumo. O Ribeirão do Pinhal tem cerca de 100 km² e 80% do seu território fica em Limeira.