sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Cadernos de Educação Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo.


bibliioteca

Tratam-se de publicações de temáticas ambientais com destinação de caráter, principalmente, institucional, disponível para bibliotecas e similares de escolas e outras instituições do Estado de São Paulo.

As publicações estão classificadas por temas, apresentados no menu lateral.

Fonte: Secretaria de Estado do Meio Ambiente (aqui)

MEUS COMENTÁRIOS.

Estes cadernos são muito bom. Tenho alguns em papel e todos em PDF.

São 21 Cadernos de Educação Ambiental lançados até o momento.

Todos eles podem ser baixados clicando aqui.

Dia da Sobrecarga da Terra: recursos naturais do planeta se esgotaram no último dia 08 de agosto.


Dia da Sobrecarga da Terra: recursos naturais do planeta se esgotam nesta segunda

Imagine se o seu salário do ano todo acabasse hoje, porque você gastou mais do que podia. Desesperador ficar com a conta no vermelho até dezembro, não? A saída será pegar um empréstimo contando com o salário do ano que vem. Nem preciso falar que vai ser muito difícil correr atrás do prejuízo em 2017. Especialmente, porque o cenário se repete todos os anos e as dívidas só aumentam. Essa é apenas uma analogia para mostrar quão aterrador é o Dia da Sobrecarga da Terra – que, em 2016, é hoje, dia 8 de agosto.

O que acontece é que a humanidade – eu, você, nossos vizinhos e todas as outras pessoas do mundo – consumiu todos os recursos naturais do planeta disponíveis para o ano. E, pior, sem considerar as necessidades das outras espécies nesse meio tempo. Ou seja, a Terra tem uma certa quantidade de recursos naturais que podem ser utilizados em um ano e são renováveis, mas nós utilizamos mais recursos e serviços ecológicos do que a natureza pode regenerar. O planeta está sobrecarregado. Portanto, o Dia da Sobrecarga da Terra nos alerta que esgotamos a “cota” de recursos disponíveis para o ano e tudo o que for consumido a partir de agora não será reposto pela natureza.

O culpado? Nosso estilo de vida. Alguns exemplos de práticas humanas que contribuem para o rápido esgotamento de recursos naturais são a sobrepesca, a exploração em excesso das florestas e a emissão de gases de efeito estufa na atmosfera. Inclusive, nossa pegada de carbono abocanha 60% de todas as demandas humanas sobre a natureza. Quem aponta é a Global Footprint Network (GFN), organização sem fins lucrativos baseada nos Estados Unidos, Bélgica e Suíça, responsável pelo cálculo que assinala o Dia da Sobrecarga da Terra.

A questão é que este não é o primeiro ano que ficamos “no vermelho”. Desde os anos 2000, quando a data ganhou este nome, estamos devendo. No ano passado, o Dia da Sobrecarga da Terra caiu no dia 13 de agosto. Em 2014, a data foi no dia 19 de agosto; em 2013, foi em 20 de agosto, e em 2000, quando foi calculada pela primeira vez, caiu em 1º de outubro. Ou seja, temos esgotados os recursos do planeta cada vez mais cedo.

Para saber quando será o próximo Dia da Sobrecarga da Terra, a GFN leva em conta o desmatamento, a escassez de água, a erosão do solo, a perda de biodiversidade e o aumento das emissões de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. Hoje, precisaríamos de 1,6 Terra para viver um ano sem dívidas. Se continuarmos nesse ritmo, nossa “dívida ecológica” vai piorar. Segundo a organização, até 2030, vamos precisar de duas Terras se nada for feito.

Dia da Sobrecarga da Terra: como sair do vermelho
A boa notícia é que, se todos os 200 países aderirem aos objetivos estabelecidos pelo Acordo de Paris em dezembro de 2015, a pegada de carbono da humanidade terá que, gradualmente, chegar a zero até 2050. Isso vai demandar uma mudança drástica no nosso estilo de vida e uma tremenda força de vontade dos governos.

“Esse novo estilo de vida vem com várias vantagens, e fazê-lo acontecer demanda esforço. A boa notícia é que é possível com a tecnologia atual, é vantajoso financeiramente. Vai estimular setores emergentes, como energias renováveis, ao mesmo tempo em que reduz riscos e custos associados aos impactos das mudanças climáticas em infraestrutura inadequada. O único recurso que ainda precisamos mais é vontade política”, diz Mathis Wackernagel, cofundador da GFN.

Aqui no Conexão Planeta, já noticiamos diversos bons exemplos de países que estão caminhando para atingir esse objetivo. Como a Índia, que plantou 50 milhões de árvores em um dia no mês passado, ou o mercado de energia solar dos EUA em crescimento recorde, ou a pequena ilha El Hierro, na Espanha, que só utiliza energia renovável, ou ainda o anúncio da Arábia Saudita para depender menos de petróleo.

Quer saber qual o impacto do seu estilo de vida no meio ambiente? Use a calculadora de Pegada Ecológica (em inglês) e veja como reduzi-lo. Compartilhe este post com os amigos e use a hashtag #DiaDaSobrecargaDaTerra nas redes sociais!

Fonte: Blog Conexão Planeta (aqui)

Coleção da EMBRAPA - 500 perguntas * 500 respostas.



A EMBRAPA, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária é considerada um dos principais pilares do estágio de desenvolvimento da Agricultura Brasileira.

A instituição atua em vários setores importantes da agricultura, da mais avançada tecnologicamente até a mais importante no processo de renovação da agricultura para trazê-la para níveis mais condizentes com a sustentabilidade do Planeta Terra.

Dentre os projetos de atuação da EMBRAPA, destaca-se a coleção "500 perguntas * 500 respostas" que consiste na elaboração de materiais denso de conhecimento técnico, mas com um formato mais simples focado na difusão da informação para o produtor rural. O documento não vem em linguagem técnica ABNT mas consiste numa sequência de perguntas e respostas.

Agora, toda esta coleção está disponível para download no formato PDF ou e-book. São 35 cartilhas disponíveis para download e caso o leitor deseje comprar a versão impressa, pode também pelo site.

Os downloads podem ser realizados clicando aqui.

Dentre as com temáticas ambientais, podem ser destacadas:


  • Geotecnologias e Geoinformações;
  • Integração Lavoura-Pecuária-Floresta;
  • Produção Orgânica de Hortaliças;
  • Sistema de Plantio Direto.

Fonte: Site da EMBRAPA (aqui)

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Alunos de Limeira participam de Fórum sobre Educação Ambiental





Os alunos da Emeief Professora Benedicta de Toledo, localizada no parque Hipólito, participaram de um Fórum que teve a finalidade de debater e apresentar ideias e ações favoráveis ao Meio Ambiente. A ação faz parte do projeto ambiental desenvolvido pela Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, em parceria com a Educação. O evento ocorreu na última terça-feira, 9 de agosto.

O projeto denominado de “Vim dar uma mãozinha no cuidado com nosso Planeta”, que também vai integrar o programa Município VerdeAzul, foi desenvolvido durante o semestre e envolveu alunos do Maternal 2 até o 5° ano do ensino fundamental. “Dentro da escola existe uma mina de água. Os alunos, quando souberam, ficaram encantados e cheios de ideias. Muitos grupos desenvolveram trabalhos relacionados à mina e sugeriram formas de reutilizar a água”, explicou a diretora da escola Nelciene Oliveira.

Brenda de Lima Alves, 10 anos, aluna do 5º ano, disse que para a preservação do meio ambiente seria importante que cada um fizesse a sua parte. “Tudo ficaria perfeito se todas as pessoas preservassem os rios e cuidassem das suas casas e dos animais. Cada um fazendo a sua parte já ajudaria muito”, disse.

Matheus Philipi Aleixo, 10, considera que a preservação das árvores seja um dos fatores mais importantes de preservação ambiental. “As pessoas não deveriam cortar e queimar árvores e não jogar lixos nos rios. Nós, e os animais, precisamos da água para a nossa sobrevivência”, ressaltou.

“No nosso trabalho de pesquisa descobrimos que existe uma lei que proíbe a queima de cana. As queimadas causam problemas respiratórios para a população. As árvores também devem ser preservadas. Elas são responsáveis pela qualidade do ar que respiramos”, salientou João Vitor da Silva, de 10 anos.

Fonte: facebook da Secretária de Educação (aqui)













Limeira atinge com antecedência meta nacional no IDEB




As escolas municipais de Limeira tiveram um avanço significativo no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). A Secretaria de Educação informou que 75% das escolas conseguiram atingir a meta estabelecida pela avaliação nacional.

O município saltou de 5,7 para 6,3, podendo chegar a 6,4, ultrapassando, assim, com dois anos de antecedência, a meta definida pelo MEC para o ano de 2017.

A avaliação ocorre a cada dois anos. O objetivo sempre será visar à qualidade do ensino. São avaliadas a leitura e a disciplina de matemática, além do fluxo, ou seja, a taxa de reprovação de alunos em cada escola.

O resultado desse índice é uma prova do trabalho em equipe, da aplicação do currículo pedagógico que prima por conteúdos científicos; formações voltadas para as áreas de conhecimento ensinadas em sala de aula; o monitoramento da aprendizagem dos alunos que permite a intervenção por parte dos docentes, além de uma pedagogia comprometida com a transformação social.

A secretária de educação, Adriana Ijano Motta, considera o avanço uma vitória de todos que trabalharam para tornar possíveis esses resultados. Ainda de acordo com ela, o trabalho individual das escolas também contribuiu muito para isso.

Fonte: facebook da Secretária de Educação (aqui)

MEUS COMENTÁRIOS:

Este governo não se apresentou por acaso em 2012. Ele faz parte de um projeto que visou inserir Limeira num outro patamar de desenvolvimento social e econômico de sua população.

Quando nosso prefeito, Paulo Hadich (PSB), colocou-se a disposição para disputar a campanha de 2012, um dos seus pilares básicos de governo, seria a melhoria da qualidade de vida da população. A melhoria da educação é parte primordial disso porque ela não garante apenas a melhoria da qualidade de vida desta geração, mas propicia uma melhoria da qualidade de vida para as futuras gerações.

Parabéns ao empenho de toda equipe coordenadora, gestora, docente e de todos os envolvidos, pois para novas construções, apenas recursos são suficiente, mas para melhorar a qualidade de todo o processo, muito mais que recursos são necessários. São necessários comprometimento de toda equipe e temos conquistado isso a cada dia.

#LimeiraNoRumoCerto

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

SiCAR-SP alcança marco de 300 mil inscritos

Mais de 92% dos imóveis rurais já realizaram o Cadastro Ambiental Rural

Vizualização do CAR no Datageo

O Sistema de Cadastro Ambiental Rural do Estado de São Paulo – SiCAR-SP atingiu, neste fim de semana, a marca de 300 mil inscritos, representando mais de 92,13% dos imóveis rurais do estado. Em termos de área, já são quase 18  milhões de hectares, mais de 85% da área cadastrável do estado – descontadas as áreas urbanas e unidades de conservação de domínio público.

Acesse o relatório completo: Relatórios de Inscrição

Os números revelam a preocupação de proprietários e possuidores na adequação ambiental de seus imóveis, além de uma bem-sucedida rede de apoio e articulação entre diversas esferas do poder público, entidades, ONGs e sociedade civil.

Lançado em junho de 2013, o SiCAR-SP consiste em um grande banco de dados, que já tem relevante impacto na gestão ambiental do Estado. Somente com o CAR, o proprietário rural tem acesso a financiamentos e pagamentos por serviços ambientais (PSA), além de ser o primeiro passo para a regularização ambiental do imóvel.

Novas funcionalidades do Sistema

Ajustes e novidades são incorporados no sistema regularmente. Assim, periodicamente, o proprietário deve checar seu cadastro, assegurando seu status de inscrito.

Proprietários de imóveis com status em cadastramento podem acessar o manual passo a passo caso necessitem de ajuda para a finalização do processo.

Os cadastros já inscritos podem ser editados pelos responsáveis para acréscimo de informações ou correção de dados. Para tanto, é possível mudar o status para em alteração. Depois da finalização das edições, é necessário certificar se o cadastro retornou à situação inscrito, para validar o registro. Cadastros duplicados podem ser excluídos pelo próprio usuário.

Algumas novas funcionalidades foram incorporadas no sistema nos últimos meses, entre elas:

Regularização de Reserva Legal

Ao efetuar o cadastro, o proprietário/possuidor de imóvel que possui áreas com excedente de vegetação ou em processo de restauração poderá manifestar seu interesse em disponibilizá-las  para a compensação de Reserva Legal de outros imóveis. Informações como o número do CAR, o município do imóvel e a área disponível para compensação serão disponibilizados num Banco de Áreas. Os proprietários/possuidores de imóveis que apresentam déficit de Reserva Legal poderão identificar as áreas nesse Banco e solicitar contato. O sistema permite o envio de mensagem direta, respeitando todas as regras de sigilo de informações.

O proprietário de imóvel no interior de unidade de conservação também consegue disponibilizar áreas do imóvel para compra por terceiros. Assim que adquiridas, essas áreas podem ser doadas ao poder público, livrando assim, o comprador da necessidade de recomposição de Reserva Legal de imóveis que não têm área suficiente de vegetação nativa.

Saiba mais em: SiCAR facilita regularização de imóveis em áreas de conservação

Restauração de APPs

O proprietário pode disponibilizar Áreas de Preservação Permanente (APP) desprovidas de vegetação para restauração ecológica com recursos de terceiros, dentro do âmbito do Programa Nascentes.

Próximos passos

Quem ainda não iniciou ou concluiu o cadastro de seu imóvel está convidado a fazê-lo o mais breve possível. Apesar da prorrogação do prazo até 31 de dezembro de 2017, o Programa de Regularização Ambiental será lançado em breve e somente imóveis já cadastrados poderão solicitar a adesão ao Programa, por meio da apresentação de um projeto (Projeto de Recomposição de Áreas Degradadas e Alteradas – PRADA) e informações complementares. Tudo de modo bastante simplificado na mesma plataforma do cadastro.

Fonte: Secretaria de Estado de Meio Ambiente (aqui)

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Aprovado mais um projeto no Programa Nascentes

0200701

Aprovado ontem (1º/7) pela comissão do Programa Nascentes, o projeto Joanópolis II já está disponível na lista de propostas a serem financiadas por empresas ou empreendedores que precisam cumprir compensações ambientais ou desejam contribuir voluntariamente para o meio ambiente, ajudando a sociedade a enfrentar a escassez hídrica.

Os financiadores que aderirem voluntariamente ao programa podem conquistar o selo de Parceiro do Programa Nascentes e, consequentemente, associar suas marcas a esta iniciativa benéfica para a sociedade. O Programa Nascentes está relacionado a uma das cinco diretrizes da Secretaria do Meio Ambiente: ‘Conservação Ambiental e Restauração Ecológica’.

Para mais informações sobre como financiar os projetos, consulte o endereço www.ambiente.sp.gov.br/programanascentes/contato/.

Fonte: Secretaria de Estado de Meio Ambiente (aqui)