sábado, 14 de maio de 2016

Desafios da Educação: Lee Shulman - EUA







Esta bela entrevista possibilita fazer uma boa reflexão sobre os desafios da educação: como encantar o aluno a querer saber o assunto da aula trabalhada?

Outras importantes questões são como garantir esperança aos bagunceiros, que muitas vezes não contam com esperança num futuro promissor?

Importante também o relato sobre os desafios nos Estados Unidos que são muito semelhante aos problemas brasileiros quanto à valorização do professor, lógico que guardadas as proporções já que lá um professor inicial no ensino básico ganha metade de um professor universitário e aqui deve ficar na base do 1/10...

sábado, 7 de maio de 2016

Larvas que comem isopor podem ser solução para problema do lixo



Com certeza, o isopor parece ser genial quando serve para aquecer seu café naquele copo barato. E você não pode deixar de apreciar aquelas bolinhas das embalagens que mantêm seus objetos frágeis protegidos quando são transportados.

Mas esse material leve e durável, também chamado de espuma de poliestireno ou poliestireno expandido, tem um custo ambiental elevado.

A espuma de poliestireno não se desintegra fácil em aterros.

Os norte-americanos jogam fora pelo menos 2,5 bilhões de copos de isopor por ano, por isso muito lixo ainda vai circular por milênios, contaminando sistemas de água e prejudicando animais.

Agora, a boa notícia: cientistas da Universidade Beihang, em Pequim, e da Universidade Stanford, na Califórnia, descobriram pistas escondidas nas vísceras das larvas do besouro tenébrio, também conhecidas como bicho-da-farinha, para reduzir o problema da espuma de plástico.

"Existe a possibilidade de que uma pesquisa realmente importante esteja surgindo de lugares bizarros", disse em um comunicado Craig Criddle, professor de engenharia civil e ambiental que supervisionou os pesquisadores em Stanford.

"Às vezes, a ciência nos surpreende. É um choque."

Os pesquisadores descobriram que poderosas bactérias vivem nas vísceras do bicho-da-farinha e permitem que se alimentem de espuma de poliestireno — conhecida comercialmente como isopor —, desintegrando o plástico em lixo orgânico.

Estudos adicionais sobre essas bactérias poderiam ajudar os cientistas a desenvolver enzimas sintéticas capazes de desintegrar espuma de poliestireno.

A pesquisa foi publicada em 21 de setembro na revista Environmental Science and Technology.

"A descoberta da desintegração do plástico pelo bicho-da-farinha é revolucionária, porque o isopor tem sido considerado não biodegradável", disse o pesquisador Wei-Min Wu por e-mail.

"Entender o mecanismo da desintegração do plástico pelo bicho-da-farinha nos levará a novas abordagens para resolver o problema da poluição por plástico", disse Wu, engenheiro e pesqui sador sênior de Stanford que participou do estudo.

Na pesquisa, cem larvas foram alimentadas com 34 a 39 miligramas de isopor durante um mês todos os dias desde o nascimento.

Em 24 horas depois de comer, os bichinhos rastejantes converteram cerca da metade da espuma de plástico em dióxido de carbono e excretaram o restante como resíduo que, aparentemente, poderia ser utilizado sem riscos como adubo em colheitas.

Não se preocupe com os carunchos. Segundo Wu, as criaturas comedoras de plástico permaneceram saudáveis como qualquer outro grupo de larvas controlado que tivesse recebido uma dieta normal.

A existência dessas bactérias já era conhecida — graças à estudante de ensino médio de Taiwan Tseng I-ching, que as descobriu em 2009 —, mas o que elas poderiam fazer dentro das larvas ainda não era sabido, segundo uma reportagem do jornal on-line The Christian Science Monitor.

Os cientistas ficaram muito animados com a nova pesquisa. Como disse Wu à CNN: "Essa é uma das maiores descobertas em ciência ambiental nos últimos dez anos".

Fonte: Planeta Sustentável (aqui) / Imagem - busca na internet

MEUS COMENTÁRIOS:

Esta pesquisa é muito importante para um problema silencioso nos aterros sanitários e no meio ambiente em geral: o isopor.

Este tipo de resíduo não é perigoso e sim, muito estável. Mas está justamente na estabilidade o seu maior problema que é o tempo imensamente grande para sua degradação. 

Ele não é pesado mas é muito volumoso, e com a sua baixa densidade, ele pode começar emergir de aterros anos depois e contaminar os rios e matas. Como um tipo de plástico, ele gera o grande problema se ingerido por animais que podem mata-los por inanição já que se aloja em seus sistemas digestórios.

Tão ou mais importante que sua reciclagem é a redução de seu consumo. Isto já está acontecendo em algumas iniciativas como por exemplo, não ser mais utilizado como proteção de eletroeletrônicos por muitas empresas, sendo trocados por embalagens especialmente desenhadas e utilizando materiais como plástico e papelão.

Mas como ele não será totalmente abolido de nosso uso, que novas tecnologias para sua destinação adequada sejam desenvolvidas, conhecidas e aplicadas.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Maior participação social em fóruns relacionados à Água foi o foco principal do evento “Água e Cidadania”


Na última quinta-feira (29), Piracicaba sediou o primeiro encontro do ciclo de debates “Água e Cidadania: Vamos conversar sobre nosso município?”, realizado pelo Consórcio PCJ e a Petrobrás REPLAN, com o apoio da Iandé Educação e Sustentabilidade e os Comitês PCJ. Dessa vez, o tema principal foi “Água e Saúde”, em que foi discutida a necessidade de maior participação da sociedade em fóruns com a temática sobre a água e impactos da gestão de recursos hídricos e saneamento à saúde pública.

O secretário executivo do Consórcio PCJ, Francisco Lahóz, realizou abertura do evento e afirmou que é preciso, cada vez mais, inteirar a sociedade das ações voltadas à água, por isso, “é necessário termos representantes cheios de boas intenções que pensem no meio ambiente e na sociedade como um todo”.

Já as palestras ficaram por conta de quatro especialistas convidados, sendo o primeiro deles o Eng. Eduardo Léo, da Agência PCJ, que abordou as políticas municipais relacionadas à água e seus desafios, além de apresentar o papel dos municípios na gestão dos recursos hídricos, que, segundo ele, é composto por três pilares: saneamento, educação ambiental e adaptação, e respostas a eventos extremos. José Carlos Esquierro, representante do Semae (Serviço Municipal de Água e Esgoto), falou sobre as experiências da cidade de Piracicaba na construção da sua Política Municipal.

O terceiro palestrante do dia foi o Prof. Marcos Sorrentino, da ESALQ/USP, que debateu com os participantes alguns aspectos importantes para fomentar a participação social e cidadania: “É imprescindível recursos financeiros para fazermos a comunidade refletir que é preciso realizar educação ambiental de qualidade”, destacou o professor.
O encerramento do ciclo de discussões foi sobre a relação entre dengue e a água, tema discutido pelo representante da Secretaria Municipal de Saúde de Piracicaba, Marcio Ermida. De acordo com ele, “a maneira como manejamos o meio ambiente reflete na proliferação do mosquito, dessa forma, como 95% do nosso trabalho é orientação, se a população seguir o que recomendamos, é possível sim, prevenir a dengue de forma mais eficaz”.

No período vespertino foram realizadas oficinas dinâmicas com os representantes da Iandé Educação e Sustentabilidade, sendo que os participantes tiveram três opções de temas: Cartografia Social, Bacias Hidrográficas e Captação de Água de Chuva.

“Os temas abordados são diversificados, pois buscamos sensibilizar a todos sobre a importância da participação social nas políticas públicas. É importante termos legislações que abordem a temática ambiental, porém, também é preciso garantir a aplicação dessas leis, sendo que a sociedade ocupa um papel central nesse processo”, afirma a gerente técnica do Consórcio PCJ, Andréa Borges.

Sobre os encontros “Água e Cidadania”

O Consórcio PCJ e a Petrobrás Replan realizarão ciclo de quatro encontros em diferentes localidades das Bacias PCJ, intitulados “Água e Cidadania: Vamos conversar sobre nosso município?”. O próximo será na quinta-feira, dia cinco de maio, em Campinas (SP), com o tema “Água e Planejamento Urbano”. O terceiro encontro será em Bragança Paulista (SP), que irá promover, no dia 12 de maio, as discussões sobre “Água e o Uso do Solo”. Por fim, de volta à Piracicaba, será realizado o Workshop Final sobre Políticas Municipais e Recursos Hídricos, no dia dois de junho.

O objetivo dos encontros é dialogar sobre a construção e a execução de políticas municipais relacionadas aos recursos hídricos, através de palestras, diálogos e trocas de experiências em grupos de trabalhos e oficinas. Os eventos são gratuitos e as vagas são limitadas. Para garantir sua inscrição, acesse o link: http://goo.gl/forms/qj7yF937m

Mais novidades referentes aos Encontros “Água e Cidadania – Vamos Conversar Sobre nosso Município?” curta a página: https://www.facebook.com/aguaecidadania.

Fonte: Site do Consórcio PCJ (aqui)

Encontro em Piracicaba debaterá a relação entre água e saúde pública


Na próxima quinta-feira, dia 28, o município de Piracicaba (SP) será o primeiro a receber o ciclo de debates “Água e Cidadania: Vamos conversar sobre nosso município?”. Nesse encontro o tema principal será “Água e Saúde”, no qual serão discutidos os impactos da gestão de recursos hídricos e saneamento à saúde pública.

O evento acontecerá a partir das 8h30 no Departamento de Ciências Biológicas da Esalq/USP, no anfiteatro da Fisiologia Vegetal e será realizado pelo Consórcio PCJ ao lado da Petrobrás Replan, com o apoio da Iandé Educação e Sustentabilidade e dos Comitês PCJ.

As palestras do encontro dessa quinta-feira abordarão no período da manhã: políticas municipais relacionadas à água, com o palestrante Eduardo Léo, da Agência PCJ; A experiência do Município de Piracicaba na construção da Política Municipal de Recursos Hídricos, que será apresentada por José Carlos Esquierro; a participação social e cidadania, que será ministrada pelo Prof. Dr. da ESALQ, Marcos Sorrentino; o caso da dengue e a água será o tema da palestra de Marcio Ermida, da Secretaria Municipal de Saúde de Piracicaba. O período vespertino será reservado para a troca de experiências sobre Água e Cidadania e Oficinas.

Para a gerente técnica do Consórcio PCJ, Andréa Borges, o evento busca sensibilizar a todos sobre a importância da participação social para maior efetividade das políticas públicas voltadas à gestão da água e do meio ambiente já existentes. “É importante termos legislações que abordem a temática ambiental, porém, também é preciso garantir a aplicação dessas leis, sendo que a sociedade ocupa um papel central nesse processo”.

Os eventos são gratuitos e as vagas são limitadas. Para garantir sua inscrição, acesse o link:  HTTP://goo.gl/forms/qj7yF937m

Sobre os encontros “Água e Cidadania”

O Consórcio PCJ e a Petrobrás Replan realizarão ciclo de quatro encontros em diferentes localidades das Bacias PCJ. O próximo será em maio, dia 05, em Campinas (SP), com o tema “Água e Planejamento Urbano”. A terceira cidade anfitriã será Bragança Paulista (SP), que irá promover, no dia 12 de maio, as discussões sobre “Água e o Uso do Solo”. Por fim, de volta à Piracicaba, será realizado o Workshop Final sobre Políticas Municipais e Recursos Hídricos, no dia 06 de junho.

O objetivo dos encontros “Água e Cidadania: Vamos conversar sobre nosso município?” é dialogar sobre a construção e a execução de políticas municipais relacionadas aos recursos hídricos, através de palestras, diálogos e trocas de experiências em grupos de trabalhos e oficinas.

Mais novidades referentes aos Encontros “Água e Cidadania – Vamos Conversar Sobre nosso Município?” curta a página: https://www.facebook.com/aguaecidadania.

Fonte: Site do Consórcio PCJ (Aqui)

segunda-feira, 18 de abril de 2016

FÓRUM DISCUTE POSSIBILIDADE DE CRIAÇÃO DO PRIMEIRO GEOPARQUE PAULISTA


geoparque evento luciana

Uma área com significativos patrimônios geológicos e alto índice de preservação ambiental, na qual a aproximação das pessoas com a natureza promova a disseminação do conhecimento sobre geologia e, consequentemente, sobre o passado do planeta. O conceito de geoparque, pouco difundido no Brasil, foi discutido na Faculdade na última quinta-feira durante o fórum “Geoparque: identidade geográfica, cultural e preservação ambiental”, que também ocorreu no campus de Barão Geraldo no dia 04 de abril (veja texto com a notícia completa aqui). Na FCA o fórum contou com a participação da Profª. Mariselma Zaine, da UNESP/Rio Claro, que apresentou ao público o mapa com os geossítios da Bacia do Corumbataí, onde se pretende criar o 1º Geoparque paulista.

Já existem 120 geoparques espalhados pelo mundo, em 33 países, mas no Brasil há somente o Geoparque Araripe, o primeiro das Américas e do hemisfério sul, reconhecido em 2006 pela Rede Global de Geoparques (GGN, na sigla em inglês), ligada à Unesco (Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura).

Luciana Cordeiro, advogada, docente da Faculdade e especialista em direito ambiental foi uma das organizadoras do evento, que é oferecido pelo gabinete do reitor com o objetivo de promover discussões que contribuam para a formulação de políticas públicas e também contou com o apoio do Instituto de Geociências.

Artur Sá, docente da Universidade Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD Portugal), considerado um dos maiores especialistas do assunto, também esteve presente, juntamente com o Prof. Celso Dal Ré Carneiro (IG/UNICAMP) e Thais Guimarães (doutoranda da Universidade Federal de Pernambuco). O professor português apresentou a experiência do geoparque Arouca que, entre 2008 e 2013, proporcionou uma receita de 34 milhões de euros para a região, com hotelaria, restaurantes, museus e demais atividades relacionadas ao turismo.

Fonte: Site da FCA Unicamp (aqui)

Formação de 2016 para técnicos do Programa Município VerdeAzul.

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Equipe do Programa Município VerdeAzul em Araras

Discussão sobre ciclo 2016 motiva os presentes

A cidade de Araras recebeu, em 14.04, a equipe técnica do Programa Município VerdeAzul, da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SMA). O objetivo da reunião foi discutir as novas ações propostas nas diretivas que compõem o programa e integram o ciclo 2016.

O encontro contou com a participação dos interlocutores dos 95 municípios, que integram as bacias hidrográficas do Piracicaba/Capivari/Jundiaí e Mogi Guaçu e foi realizado no Centro Cultural Leny de Oliveira, situado na Av. Limeira, sem número.

Para coordenadora do Programa, Lie Shitara Schutzer, a participação é fundamental para o entrosamento dos municípios no ciclo que se inicia. “É um trabalho para que todas as cidades tenham condições reais de evolução” – conclui.

O Programa

Lançado em 2007, pelo Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, o Programa Município VerdeAzul (PMVA) tem o inovador propósito de medir e apoiar a eficiência da gestão ambiental.

A participação dos municípios é voluntária e ocorre por meio de um termo de adesão. Assim, o principal objetivo do PMVA é estimular e auxiliar as prefeituras paulistas na elaboração e execução de suas políticas públicas estratégicas para o desenvolvimento sustentável do Estado de São Paulo.

Fonte: Site do PMVA (aqui)

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Cetesb atesta boa qualidade das águas subterrâneas em 2015



Indicador de potabilidade serviu de base para a constatação da qualidade em sete aquíferos do Estado

As águas subterrâneas do Estado de São Paulo apresentaram-se com boa qualidade em 2015. O indicador de potabilidade avaliado pela Companhia Ambiental do Estado (Cetesb) constatou que 77,5% das amostras coletadas estavam próprias para consumo humano. Esse resultado foi obtido a partir dos dados levantados pela rede de monitoramento da agência ambiental, envolvendo 282 poços tubulares e nascentes, correspondentes a sete aquíferos.

O Indicador de Potabilidade das Águas Subterrâneas (IPAS) é definido a partir do percentual de amostras de água bruta em conformidade com os padrões definidos na Portaria nº 2.914/11 do Ministério da Saúde e apresenta de forma genérica a qualidade das águas captadas em poços tubulares e utilizadas principalmente para o abastecimento público. Essas e outras informações deverão constar do novo relatório anual de Qualidade das Águas Subterrâneas a ser disponibilizado em breve pela Cetesb.

Também foi observado uma ligeira diminuição do IPAS relativamente aos anos de 2013 (81,4%) e 2014 (80,5%), entretanto o que se nota é uma tendência, ao longo dos anos, de estabilidade da qualidade das águas subterrâneas monitoradas pela Cetesb. Embora as conclusões das análises dos dados contidos no novo relatório ainda não estejam consolidadas, já se pressupõe que essa ligeira diminuição do IPAS possa estar relacionada ao rigoroso período de estiagem recente.

Outra constatação importante foi a verificação de 27 amostras de águas, em 21 pontos de monitoramento, com concentração de Nitrogênio Nitrato entre 5 e 10 mg N L-1 (valor de prevenção e indicador da influência das atividades antrópicas) e 8 amostras, de 6 pontos diferentes, com concentração acima do padrão de potabilidade (de 10 mg N L-1). A potabilidade das águas subterrâneas brutas é um dos indicadores de qualidade e qualquer desconformidade representa a necessidade de tratamentos adicionais da água, além da cloração, antes de ser distribuída para consumo humano. Assim, os dados levantados pela Cetesb servem de subsídio para que concessionárias ou prefeituras, por meio de seus departamentos responsáveis pelo abastecimento público de água, tomem as providências necessárias. Indicador de poluição difusa, a origem do nitrato está relacionada a atividades agrícolas e esgotos sanitários.

No Estado de São Paulo, atualmente, aproximadamente 80% dos municípios são total ou parcialmente abastecidos por águas subterrâneas, atendendo uma população de mais de 5,5 milhões habitantes. O uso dessa fonte para abastecimento público tende a aumentar em território paulista. O órgão estadual gestor da quantidade das águas é o Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee), que concede outorga de direito de uso das águas aos usuários, observando a disponibilidade hídrica, a qualidade da água e a priorização dos usos.

Considerando que a água subterrânea apresenta-se em geral, em condições adequadas para o uso “in natura”, necessitando apenas de simples desinfeção, e que de acordo com a legislação o uso prioritário da água é o abastecimento humano, é fundamental a proteção e controle desses mananciais subterrâneos.

A fim de executar esta atribuição, os órgãos ambientais utilizam os seguintes instrumentos, entre outros: licenciamento ambiental e fiscalização de fontes potenciais de poluição; monitoramento da qualidade para subsidiar as ações de proteção e controle; e estabelecimento de padrões de qualidade ambiental.

Pela Rede de Monitoramento de Qualidade da Cetesb, são monitorados os Aquíferos Guarani, Bauru, Serra Geral, São Paulo, Taubaté, Tubarão e Pré-Cambriano, com análise de 40 parâmetros físicos, químicos e biológicos. A rede de monitoramento é constituída basicamente por poços utilizados por concessionárias ou departamentos municipais responsáveis pelo abastecimento público de água.

Fonte: Site da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (aqui)