segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Secretaria de Meio Ambiente lança projeto de preservação das bacias hidrográficas


A Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Bioatividades de Limeira lançou na manhã desta sexta-feira, 9 de agosto, o projeto de capacitação e conscientização de professores e alunos da rede municipal de ensino sobre a valorização das bacias hidrográficas do município. A iniciativa é uma parceria com o Comitê das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (CBH-PCJ) e com o Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro).

O secretário da pasta, Alquermes Valvassori, ressaltou que, há algumas décadas, 70% da população de Limeira era rural e que hoje esse número não passa de 4%. “As pessoas costumam passear na área rural somente aos finais de semana em busca de sossego e a secretaria sempre atuará na melhoria da qualidade de vida e bem-estar das pessoas. Para isso, a preservação é muito importante”.

O lançamento teve a presença de Dinorah Cappi Redondano, uma das idealizadoras do projeto, que tem como objetivos a conscientização das crianças sobre a importância da preservação do meio ambiente, especialmente da região urbana de Limeira, sua fauna e flora, e atender os “5R”: Repensar, Reduzir, Recusar, Reutilizar e Reciclar, entre outros. “O projeto visa preservar o meio ambiente, principalmente a capacidade hidrográfica da região urbana do município, assim como sua fauna e flora”, informou Dinorah.

Foram confeccionados seis mil kits, que serão distribuídos aos alunos dos 4º e 5º anos das escolas da rede municipal de ensino, professores coordenadores e diretores. Cada kit contém dois livros, “Rio sem lixo é rio limpo” e “Uma boa ideia”, um jogo de percurso “Rota dos Resíduos”, com cartelas, dados e regras, além de lápis e borracha.

“A iniciativa surgiu no final de 2008 e, após avaliação e aprovação em 2009 pelo PCJ e Fehidro, os materiais foram elaborados em 2010 e destinados a correções”, contou Dinorah.

Capacitação

Cerca de 50 professores coordenadores receberam nesta sexta treinamento para trabalhar o kit com os alunos. Ao final do projeto, 25% dos alunos (1.402 discentes) realizarão uma avaliação. Os demais 75% preencherão um relatório para posteriormente elaborar um parecer final com todas as escolas, que será encaminhado ao Fehidro. “Esse material vai para as casas dos alunos, atingindo também a família e a comunidade em que vivem, por isso é importante trabalharmos o aprendizado e a conscientização dessas crianças”, destacou Dinorah.

por Secretaria Municipal de Comunicações (aqui)

terça-feira, 30 de julho de 2013

Índice de municípios brasileiros com IDH médio e alto chega a 74%



A melhoria da expectativa de vida é muito significativa. Um brasileiro que nasce hoje tem expectativa de vida nove anos maior o que era há 20 anos, principalmente por uma queda na mortalidade infantil
 
por Agência Brasil — publicado 29/07/2013 18:20, última modificação 29/07/2013 18:40
 

Nas últimas duas décadas, o Brasil aumentou 47,5% o seu Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), passando de 0,493, em 1991, - considerado muito baixo – para 0,727, em 2010, o que representa alto desenvolvimento humano, conforme o Atlas do Desenvolvimento Humano Brasil 2013.

Em 1991, 85,5% das cidades brasileiras tinham IDHM considerado muito baixo. Em 2010, o percentual passou para 0,6% dos municípios. De acordo com o levantamento, em 2010, o índice de municípios com IDHM considerado alto e médio chegou a 74%, enquanto em 1991, não havia nenhuma cidade brasileira com IDHM alto e 0,8% apresentava índice médio. Pela escala do estudo, é considerado muito baixo o IDHM entre 0 e 0,49, baixo entre 0,5 e 0,59; médio de 0,6 e 0,69, alto 0,7 e 0,79 e muito alto entre 0,8 e 1,0.

O IDHM é o resultado da análise de mais de 180 indicadores socioeconômicos dos censos do IBGE de 1991, 2000 e 2010. O estudo é dividido em três dimensões do desenvolvimento humano: a oportunidade de viver uma vida longa e saudável [longevidade], ter acesso a conhecimento [educação] e ter um padrão de vida que garanta as necessidades básicas [renda]. O índice varia de 0 a 1, sendo que quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano.

De acordo com o Atlas do Desenvolvimento Humano Brasil 2013, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e a Fundação João Pinheiro, o Brasil conseguiu reduzir as desigualdades, principalmente, pelo crescimento acentuado dos municípios menos desenvolvidos das regiões Norte e Nordeste.

“A fotografia do Brasil era muito desigual. Houve uma redução, no entanto, o Brasil tem uma desigualdade amazônica, gigantesca, que está caindo. O Brasil era um dos países mais desiguais do mundo, continua sendo, mas houve uma melhora. Podemos antecipar um futuro melhor”, frisou o presidente do Ipea e ministro interino da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Marcelo Neri.

Principal responsável pelo crescimento do índice absoluto brasileiro, o IDHM Longevidade acumulou alta de 23,2% entre 1991 e 2010. O índice ficou em 0,816, em 2010. Com o crescimento, a expectativa de vida do brasileiro aumentou 9,2 anos, passando de 64,7 anos, em 1991, para 73,9 ano, 2010.

“A melhoria da expectativa de vida é muito significativa. Um brasileiro que nasce hoje tem expectativa de vida nove anos maior o que era há 20 anos, principalmente por uma queda na mortalidade infantil”, explicou o representante do Pnud no Brasil Jorge Chediek.

Os municípios catarinenses de Blumenau, Brusque, Balneário Camboriú e Rio do Sul registraram o maior IDHM Longevidade, com 0,894, e expectativa de vida de 78,6 anos. As cidades de Cacimbas (PB) e Roteiro (AL) tiveram o menor índice (0,672) e expectativa de 65,3 anos.

O levantamento aponta ainda que a renda per capita mensal do brasileiro cresceu R$ 346 nas últimas duas décadas, tendo como base agosto de 2010. Entre 1991 e 2010, o IDHM Renda evoluiu 14,2%, contudo, 90% dos 5.565 municípios brasileiros aparecem na categoria de baixo e médio desenvolvimento nesse índice.

Apesar do crescimento, a desigualdade fica clara quando comparados os extremos do indicador. O município de São Caetano do Sul (SP), primeiro colocado no IDHM Renda, registrou renda per capita mensal de R$ 2.043, o último colocado, Marajá do Sena (MA), obteve R$ 96,25. Uma diferença de mais de 20 vezes.

O IDHM Educação, apesar de registrar a menor contribuição para o IDHM absoluto do país, passou de 0,278, em 1991, para 0,637, em 2010. O crescimento foi impulsionado, segundo o atlas, pelo aumento de 156% no fluxo escolar da população jovem no período.

Fonte: texto - Carta Capital (aqui)
           imagem - facebook (aqui)

Bandeira brasileira em lavoura pode ser a maior do mundo



A bandeira do Brasil que o produtor Jacobus Derks formou usando lavouras agrícolas em sua fazenda, em Paranapanema, pode ser a maior bandeira nacional do mundo, com 530 mil metros quadrados – 860 m de comprimento por 540 de largura.

Pesquisa feita por ele na internet mostrou que a bandeira da Romênia foi incluída no Guiness Book, o livro dos recordes, em maio deste ano, como a maior, com as medidas de 349 por 227 metros.

A bandeira do agricultor atingiu sua melhor definição esta semana, com as lavouras em fase de maturidade. Do alto, é possível até a leitura do lema Ordem e Progresso. As culturas usadas foram cevada, canola, triticale e tremoço.

De acordo com Derks, é uma homenagem ao Brasil pelos grandes eventos de que o país é sede, como a recém encerrada Jornada Mundial da Juventude, Copa do Mundo e as Olimpíadas. Ele homenageia também o agricultor brasileiro que a cada ano amplia o volume de produtos agrícolas no País.

Fonte: Estadão (aqui)

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Papa Francisco deve anunciar "evangelho social" no Brasil

Rio de Janeiro – Uma maré de algazarra, juvenil, explosiva em sua manifestação de alegria, com violões, cantos e mochilas às vezes maiores do que os corpos que as suportam. O aeroporto do Rio de Janeiro é um desfile interminável de jovens que chegam do mundo inteiro, enrolados em bandeiras e em abraços, cantando a fé só com a voz ou com violões. A hora é, ao mesmo tempo, grave e imensamente festiva. As jornadas mundiais da juventude que começam esta semana no Brasil fixarão o rumo oficial da mensagem que o Papa Francisco apresentará em sua primeira viagem internacional. Um momento que soa como um modelo de seu nascente papado.

Ficaram para trás as disputas orquestradas por João Paulo Segundo contra a Teologia da Libertação, os padres pedófilos, a corrupção no Banco do Vaticano, o IOR. Chegou o “momento da renovação”, como dizem os jovens que chegam ao Rio. Esta renovação tem um nome que contrasta com os últimos 35 anos de política vaticana: o “evangelho social”. A palavra “social” é já todo um desafio que prolonga a ruptura que Bergoglio encarnou na noite em que, após o Conclave tê-lo escolhido Papa, apareceu em uma janela da Praça de São Pedro e pronunciou a palavra “povo”.

Em Roma, há dez dias, o círculo próximo ao Papa falava de uma “mensagem revolucionária”. É preciso esperar para ver e ouvir. Desde o compromisso de forjar “uma igreja pobre para os pobres”, Francisco foi despindo a figura papal de toda a roupagem monárquica, que a colocava acima dos fieis. Há uma grande preocupação com a comunicação, inclusive com detalhes que assombram. A Santa Sé lançou um novo semanário para amplificar a mensagem papal: Credere. A publicidade diz: “o novo semanário que fará você viver a fé com alegria”. À esquerda, na capa, um retângulo diz: “a revista da Igreja de Francisco”.

Essa é a Igreja que Francisco apresentará no mais importante país católico do mundo, Bergoglio visitará os pobres de uma favela, doentes em um hospital, receberá presos, peregrinará ao santuário de Aparecida e, sobretudo, se encontrará com jovens de todo o mundo no que pode ser chamado de “Woodstock católico”. Sua viagem vem precedida por uma série de pronunciamentos que romperam com o conformismo vaticanista. Nas últimas semanas, Bergoglio denunciou a “tirania do dinheiro”, o “capitalismo selvagem” e a “globalização da indiferença”.

“Nos encontramos enfim com alguém que vê o mundo tal como é, com os mesmos olhos que o vemos e sofremos”, diz Angélica, uma espanhola de 19 anos, recém chegada ao Rio, vinda de Valência com centenas de outros espanhóis. Um dos vaticanistas mais célebres, Marco Politi, disse que o Papa, “no Brasil, dará continuidade, aprofundará e esclarecerá seu Evangelho social. Desde que foi eleito denuncia as novas formas de escravidão, a exploração, a desigualdade, a irresponsabilidade de algumas forças sociais”.

A história também parece correr na direção de Francisco. O Papa chega a um Brasil convulsionado pela revolta social, com demandas de justiça social, contra a corrupção, a favor da renovação de um sistema político gangrenado pelo clientelismo e pela corrupção. Francisco já havia escrito o discurso central que vai pronunciar no Brasil durante as Jornadas Mundiais da Juventude, mas, à luz dos protestos, o modificou. O arcebispo do Rio de Janeiro, Orani João Tempesta, responsável pela organização da Jornada Mundial da Juventude, viajou a Roma para se encontrar com Bergoglio. Depois, o seguiu o cardeal arcebispo emérito de São Paulo, Claudio Hummes, um homem de posições sociais conhecidas por ter aberto as portas de sua igreja a trabalhadores em greve.

O presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Raymundo Damasceno, também se reuniu com o Papa em Roma. Este encontro é muito importante na definição do pronunciamento de Bergoglio, uma vez que foi precedido por uma reunião da CNBB. Realizada quase no final de junho, a reunião terminou com a redação de um documento no qual a entidade manifesta “nossa solidariedade e apoio aos manifestantes”. O texto traz um apoio total aos protestos. Um de seus parágrafos diz que os gritos contra a corrupção, a impunidade e falta de transparência (...) fazem renascer a esperança”.

É a esse mundo que chega Francisco. Um cenário ideal que as autoridades do país temem que sirva de novo elemento detonador ao que já está latente há semanas. O Papa Francisco não gosta dos esquemas de segurança e os responsáveis por protegê-lo durante as Jornadas Mundiais da Juventude não gostam da possibilidade de a chegada do papa renovar os protestos contra o sistema político. O Brasil aumento de 11 mil para 14 mil o número de efetivos das forças de segurança encarregados de garantir a segurança de Francisco. A perspectiva de uma “revolução cidadã” durante a visita de Bergoglio levou as autoridades brasileiras a propor uma série de mudanças na agenda papal, mas o Vaticano rejeitou-as. “Não haverá mudanças de programa”, disse em Roma Federico Lombardi, o porta-voz do Papa.

No entanto, as autoridades do Brasil queriam modificar um monte de coisas. O Brasil argumenta que se descobriram “indícios” de que grupos opositores preparavam uma contraofensiva aproveitando a chegada de Bergoglio. O mais perigoso era o encontro de Francisco com a presidenta Dilma Rousseff, com o governador do Rio, Sérgio Cabral, e com Eduardo Paes, o prefeito da cidade. Esse ato deve ocorrer no Palácio da Guanabara, sede do governo do Estado do Rio. Mas como há uma manifestação programada contra o governador e o prefeito, as autoridades propuseram realizar o encontro em outro lugar. O Vaticano disse que não. Mais ainda, as declarações dos responsáveis que se reuniram com Francisco em Roma mostram que a Santa Sé está com os manifestantes. Após seu regresso de Roma, o cardeal Claudio Hummes disse: “a mensagem de Cristo está em sintonia com essas reivindicações do povo”.

Será preciso esperar para ver e ouvir. Francisco se negou a utilizar o papamóvel blindado. Ele se deslocará no mesmo jeep aberto com o qual circula em Roma. Ao pedido do Papa, tampouco haverá em seu lado “homens armados com fuzis”. O Papa, dizem em Roma, não tem medo das manifestações: “elas não são contra o Papa, mas sim contra os políticos”, diz o Vaticano. Se a promessa se confirmar, haverá no Brasil um encontro entre dois mundos: o do evangelho liberal que tudo corrompe e destrói, o planeta e os seres humanos, e o que Francisco traz em sua mensagem: o “evangelho social” do cristianismo.

Primeiro ato de um pontificado que, em seus primeiros passos, expôs a escandalosa e soja trama de corrupção e lutas pelo poder que o predecessor de Francisco, Bento XVI, não pode desarmar. Isso o levou a renúncia. Evangelho Social, Teologia da Libertação, segundo vários vaticanistas ambas têm encontro marcado esta semana no Brasil em uma espécie de reconciliação misteriosa.

O vaticanista Marco Politi alega que “Francisco é um fruto inesperado da Teologia da Libertação porque é um representante da chamada Teologia Popular, que não é marxista nem politizada”, mas que denuncia com força os horrores da miséria, da desigualdade e seus mecanismos econômicos. O combate que João Paulo II travou contra essa corrente deixou muitas vítimas, pactos com as ditaduras, corrupção, uma espécie de monstro que seguiu vivo muito depois da morte do papa polaco. Por esse abismo se foi Bento XVI. Do mesmo abismo chega Bergoglio. A chamada “igreja de Francisco se constrói sobre uma montanha de cinzas ainda fumegantes”.

Tradução: Katarina Peixoto

Fonte: Carta Maior (aqui)

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Bombeiros recebem trajes para atendimento de emergências químicas


O prefeito Paulo Hadich realizou nesta sexta-feira, 19 de julho, a entrega de três trajes chamados de Nível A ao Corpo de Bombeiros de Limeira. Esse equipamento é utilizado para o atendimento de emergências envolvendo produtos químicos. Os trajes foram recebidos pelo comandante da corporação, tenente Bruno Gobbo, que elogiou a atenção que vem recebendo da atual administração municipal. “A Prefeitura de Limeira vem tratando o Corpo de Bombeiros com um carinho ímpar”, ressaltou. “Temos recebido tudo que precisamos, inclusive equipamentos que nunca tivemos”.

Hadich lembrou que, apesar de subordinado ao Estado, o Corpo de Bombeiros é mantido em parceria com o governo local. “Temos que contar com bombeiros cada vez mais preparados e equipados, pois nunca se sabe que nível de ocorrências enfrentaremos”, lembrou. Os três trajes entregues nesta sexta custaram, juntos, aproximadamente R$ 10 mil. Eles possibilitam que quem o ocupe fique totalmente protegido de qualquer contato com o meio externo.

“O traje impede o contato de produtos químicos com a pele, as mucosas ou ao aparelho respiratório”, detalhou Gobbo. A respiração é realizada através de um tubo de oxigênio, que também fica por baixo do material especial de que é feita a roupa. Segundo o tenente, antes, ao enfrentar acidentes químicos, os bombeiros precisavam emprestar trajes adequados de empresas ou apelar para outros procedimentos, como a ventilação mecânica, que podiam custar um tempo precioso.

“Agora podemos atender esses casos adequadamente, com um equipamento de primeira linha, certificado internacionalmente”, afirmou. De acordo com Gobbo, Limeira tem grande risco de acidentes com produtos químicos, devido ao perfil de suas empresas. Além disso, também acontecem acidentes desse tipo nas rodovias que cortam o município.

O comandante contou que, no início do ano, o Corpo de Bombeiros já havia recebido da Prefeitura 10 kits chamados de composite, que contam com cilindros de oxigênio feitos com materiais bem mais leves que o tradicional. “Isso é um diferencial muito grande, que facilita o nosso trabalho”, explicou. “Em termos de equipamentos, o Corpo de Bombeiros de Limeira tem se tornado cada vez mais uma referência para a região”.

Por assessoria de Comunicação

MEUS COMENTÁRIOS:

Temos estreitados nossa relação com o Corpo de Bombeiros. Quem acompanha o trabalho deles percebe que o que fazem é muito mais do que tem de recursos: tiram água de pedras.

O Corpo de Limeira não funcionaria se não tivessem o apoio de 10 GCM's trabalhando lá.

O Poder Público Municipal tem que utilizar parte dos poucos recursos para suprir aquilo que o Estado não está cumprindo seu papel, já que o Bombeiros é uma responsabilidade estadual.