quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Campanha: Homens Unidos pelo Fim das Violência Contra as Mulheres.


Ouvi hoje pela manhã a entrevista da ministra na CBN sobre essa Campanha.

Ela é interessante pois o que ela deseja é que os homens abordem o tema com mais ênfase. Para muitos homens, ouvir de outro ajuda a trabalhar o inconsciente...

Mais informações no site: http://www.homenspelofimdaviolencia.com.br/index.php?p=noticias

O triste é imaginar que ainda precisamos deste tipo de campanha, mas infelizmente ainda é uma realidade...

Entre, assine e o mais importante, divulgue essa campanha!

Eu já fiz a minha parte...

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

O ano do Brasil.


A foto acima mostra uma cena incomum há alguns anos atrás: na mesa estão sentados o presidente do Brasil (Lula) e EUA (Obama), e ao lado as ministras Dilma e Hilary Clinton. Essa cena demonstra a mudança do ponto de vista que o Brasil tem recebido, superando a famosa comple xo de "Vira-latas" que Nelson Rodrigues dizia que o brasileiro tinha.

Sobre isso segue um texto retirado do link sobre o complexo na wikpedia:

"Writing in the 1950's, the playwright Nelson Rodrigues saw his countrymen as afflicted with a sense of inferiority, and he coined a phrase that Brazilians now use to describe it: "the mongrel complex." Brazil has always aspired to be taken seriously as a world power by the heavyweights, and so it pains Brazilians that world leaders could confuse their country with Bolivia, as Ronald Reagan once did, or dismiss a nation so large - it has 180 million people - as "not a serious country," as Charles de Gaulle did."

Tradução livre: Escrita em 1950, o dramaturgo Nelson Rodrigues viu seus conterrâneos como aflitos com um sentimento de inferioridade, e ele cunhou uma frase que os brasileiros usam para descrevê-la: "complexo de vira-lata". O Brasil sempre aspirou a ser levado a sério como uma potência mundial dos pesos pesados, e por isso os brasileiros sentem quando os líderes do mundo poderia confundir o seu país com a Bolívia, como Ronald Reagan fez uma vez, ou descartar uma nação tão grande - tem 180 milhões de pessoas -- como "não é um país sério", como Charles de Gaulle fez.

O site da Carta Maior publicou um interessante texto que fala sobre essa mudança, onde vários jornais americanos e europeus classificaram o Lula como um dos mais importantes líderes da década.

O Brasil ainda deixa muito a desejar, mas nós sempre achamos que somos os piores. Por exemplo, eu trabalho com o setor agrícola e quando se fala em legislação ambiental, sempre achamos que somente temos que aprender com os extrangeiros, mas nessa questão, nós brasileiros temos muito o que ensinar já que no campo agrícola, temos o melhor ferramental de proteção ambiental do mundo, como por exemplo:

Comparado aos EUA, Argentina e Uruguai que são os maiores exportadores de soja junto com o Brasil (esses 4 países representam 99% da soja exportada no mundo!!)

- somente o Brasil possui legislação para proteção de matas ciliares;
- somente o Brasil possui a Reserva Legal, que é um espaço de terra que não pode ser desmatada (varia de 20% a 80% da área total conforme a região do Brasil) para garantir a preservação da biodiversidade;
- somente o Brasil exige que o produtor recolha as embalagens vazias de agrotóxicos e que a empresa produtora recicle-a corretamente;
- somente o Brasil exige que um agrônomo receite a dose e o tipo de produto agrícola para evitar contaminação do trabalhador e contaminação ambiental;
- somente o Brasil exige normas trabalhistas para o funcionário rural como o trabalhador urbano.

Essas são apenas algumas questões que mostram que temos muito o que ensinar também...

Para ler o artigo na íntegra, clique aqui.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Lixo Eletrônico.

O video abaixo é interessante. Ele trata sobre a questão da reciclagem de lixos eletrônicos.
Vale a pena refletir sobre isso.




PONTO DE VISTA: Lixo eletrônico from Garapa on Vimeo.








Fonte: site da revista Página 22 (clique aqui)

Escolinha do Professor Barbeiro...

Se futebol é cultura, então aprenda português e geografia com os jogadores de futebol...





Fonte: canal da CBN no youtube (clique aqui)

É a treva: rumo ao desastre, por Leonardo Boff


Uma jovem e talentosa atriz de uma novela muito popular, Beatriz Drumond, sempre que fracassam seus planos, usa o bordão:”É a treva”. Não me vem à mente outra expressão ao assistir o melancólico desfecho da COP 15 sobre as mudanças climáticas em Copenhague: é a treva! Sim, a humanidade penetrou numa zona de treva e de horror. Estamos indo ao encontro do desastre. Anos de preparação, dez dias de discussão, a presença dos principais líderes políticos do mundo não foram suficientes para espancar a treva mediante um acordo consensuado de redução de gases de efeito estufa que impedisse chegar a dois graus Celsius.

Ultrapassado esse nível e beirando os três graus, o clima não seria mais controlável e estaríamos entregues à lógica do caos destrutivo, ameaçando a biodiversidade e dizimando milhões e milhões de pessoas..

O Presidente Lula, em sua intervenção no dia mesmo do encerramento, 18 de dezembro, foi a único a dizer a verdade:”faltou-nos inteligência” porque os poderosos preferiram barganhar vantagens a salvar a vida da Terra e os seres humanos.

Duas lições se podem tirar do fracasso em Copenhague: a primeira é a consciência coletiva de que o aquecimento é um fato irreversível, do qual todos somos responsáveis, mas principalmente os paises ricos. E que agora somos também responsáveis, cada um em sua medida, do controle do aquecimento para que não seja catastrófico para a natureza e para a humanidade.. A consciência da humanidade nunca mais será a mesma depois de Copenhague. Se houve essa consciência coletiva, por que não se chegou a nenhum consenso acerca das medidas de controle das mudanças climáticas?

Aqui surge a segunda lição que importa tirar da COP 15 de Copenhague: o grande vilão é o sistema do capital com sua correspondente cultura consumista. Enquanto mantivermos o sistema capitalista mundialmente articulado será impossível um consenso que coloque no centro a vida, a humanidade e a Terra e se tomar medidas para preservá-las. Para ele centralidade possui o lucro, a acumulação privada e o aumento de poder de competição. Há muito tempo que distorceu a natureza da economia como técnica e arte de produção dos bens necessários à vida. Ele a transformou numa brutal técnica de criação de riqueza por si mesma sem qualquer outra consideração. Essa riqueza nem sequer é para ser desfrutada mas para produzir mais riqueza ainda, numa lógica obsessiva e sem freios.

Por isso que ecologia e capitalismo se negam frontalmente. Não há acordo possível.O discurso ecológico procura o equilíbrio de todos os fatores, a sinergia com a natureza e o espírito de cooperação. O capitalismo rompe com o equilíbrio ao sobrepor-se à natureza, estabelece uma competição feroz entre todos e pretende tirar tudo da Terra, até que ela não consiga se reproduzir. Se ele assume o discurso ecológico é para ter ganhos com ele.

Ademais, o capitalismo é incompatível com a vida. A vida pede cuidado e cooperação. O capitalismo sacrifica vidas, cria trabalhadores que são verdadeiros escravos “pro tempore” e pratica trabalho infantil em vários paises.

Os negociadores e os lideres políticos em Copenhague ficaram reféns deste sistema. Esse barganha, quer ter lucros, não hesita em pôr em risco o futuro da vida. Sua tendência é autosuicidária. Que acordo poderá haver entre os lobos e os cordeiros, quer dizer, entre a natureza que grita por respeito e os que a devastam sem piedade?

Por isso, quem entende a lógica do capital, não se surpreende com o fracasso da COP 15 em Copenhague. O único que ergueu a voz, solitária, como um “louco” numa sociedade de “sábios”, foi o presidente Evo Morales: “Ou superamos o capitalismo ou ele destruirá a Mãe Terra”.

Gostemos ou não gostemos, esta é a pura verdade. Copenhague tirou a máscara do capitalismo, incapaz de fazer consensos porque pouco lhe importa a vida e a Terra mas antes as vantagens e os lucros materiais.

* Leonardo Boff é Teólogo, escreveu dezenas de livros.

Fonte do artigo: recebido por e-mail.

Interessante o ponto de vista do jornalista...


Eu não sou gestor público. Atuo voluntariamente em entidade social mas não com o erário público, mas fico transtornado com a forma que a imagem abaixo foi legendada na primeira página do jornal Gazeta de Limeira de hoje, 05/01/10.

A legenda da imagem diz: "piscinas do centro comunitário do Cecap funcionam todos os dias para evitar invasões"!!!

Sou totalmente contra qualquer forma de vandalismo. Sei muito bem que quando um espaço público tem que ser reformado, é o nosso dinheiro que foi pago nos impostos que serão utilizados para isso, e esse dinheiro teria um melhor destino do que limpar bagunça de vagabundos vândalos...

Mas pelo que o texto fala, o que pensamos: tem que invadir para ter seu direito respeitado...

Quando a Prefeitura construiu esse espaço, imagino que ela construiu para levar lazer para a população do bairro e não para ficar parado... portanto, a imagem ficaria muito melhor se ela exaltasse o lado positivo, ou seja, poderia estar escrito da seguinte forma:

"piscinas do centro comunitário do Cecap funcionam todos os dias para propiciar entrenimento para jovens e crianças"

Não seria mais bonito e mais correto?!?!?!

Fonte da imagem: Capa da Gazeta de Limeira, 05/01/2010

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Um Feliz 2010 para todos e todas!!!

Ano novo, para muitos vida nova, para outros, mais um ano...

Planos, orçamentos, metas de livros, de regime, de novas atividades...

Mas que todos possam lutar para um ano que seja melhor do que foi 2009...

Um ano cheio de graças, paz e saúde.