sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

GCM realiza ocorrência de crime ambiental no Jd. Graminha



A Guarda Civil Municipal realizou na manhã desta quinta-feira, 27 de fevereiro, uma ocorrência no Condomínio Pfister, localizado no Jardim Graminha. Após a realização de denúncias, uma equipe da GCM constatou irregularidades no condomínio, com relação a desmatamento de área de preservação permanente (APP) e a retirada de água do Ribeirão Águas da Serra.

Segundo o GCM, Marcio Antonio de Godoy, as infrações correspondem aos artigos 38A e 55 da lei 9.605/98 de crimes ambientais. A água retirada do ribeirão, por meio de bomba, era destinada para um viveiro de mudas que um dos moradores cultivava para vendas.

Além disso, a GCM descobriu um poço artesiano, que abastece todo o condomínio, e que esta em situação irregular, pois não foi apresentado outorga pelo Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica (DNAEE). O registro da ocorrência foi realizada no 2º DP que atende a localidade.

Furto

Além da ocorrência da manhã, uma equipe da GCM realizou a prisão de um suspeito de roubar um notebook, nas proximidades da Unicamp, no fim da tarde desta quinta-feira. Foram necessárias quatro viaturas da guarda para prender o suspeito que entrou no campus da faculdade.  A ocorrência também foi registrada no 2º DP.

Fonte: Prefeitura de Limeira (aqui)

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Plano contra racionamento de água em SP pode levar seis meses




O uso do volume morto do sistema Cantareira, uma das saídas cogitadas pelo governo de São Paulo para evitar o racionamento de água em parte da Grande São Paulo, não será tecnicamente viável antes de aproximadamente seis meses e pode custar caro, segundo especialistas.

Volume morto é o estoque das represas que só pode ser utilizado com o auxílio de técnicas que exigem obras.

Ou seja, para usar essa água -que tem muito lodo e está no fundo dos reservatórios, abaixo dos dutos de captação- será preciso instalar equipamentos.

Para técnicos, isso levará até o meio deste ano.

 

Ontem, o nível do Cantareira chegou aos 16,8% de sua capacidade.

Alguns técnicos, em conversas reservadas, defendem a tese de que o governo deveria começar a fazer um racionamento brando.

A ideia de sugar o fundo das represas, que abastecem quase 15 milhões de pessoas na Grande São Paulo e na região de Campinas, está cada vez mais cristalizada dentro do governo paulista.

O próprio governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse que deu ordem para que tudo fique pronto até o inverno, caso seja necessário realmente secar as represas.

Mesmo que o martelo seja batido, não é uma solução mágica, para resolver a crise atual de falta de água no curto prazo, dizem os técnicos.

Apesar de considerar o uso do volume morto uma estratégia importante, o pesquisador Rubem La Laina Porto, da Escola Politécnica da USP, diz que o "governo não pode relaxar as medidas de contenção de consumo".

O sistema Cantareira está sendo operado no alto risco. Isso significa que as chuvas e a economia da população são mais importantes no curto prazo que o volume morto, que nunca foi usado antes.

Outra questão técnica a ser resolvida, diz Malu Ribeiro, da Rede das Águas da ONG SOS Mata Atlântica, é quanto tempo vai demorar para que o sistema seja recuperado, se toda a água das represas for usada neste ano.

"As represas do sistema Cantareira têm muitas áreas ao redor delas que estão desmatadas. Isso favorece a erosão, por exemplo, e prejudica muito o armazenamento de mais água", diz.

Outro problema grave é o lançamento desenfreado de esgotos nos rios e represas. "A represa Billings, se não fosse poluída, seria uma grande alternativa ao Cantareira. O que sai mais caro? Preservar a mata ou despoluir as águas?" 

Fonte: Folha (aqui)

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Pirâmide Etária de Limeira e Educação Ambiental




Você já ouviu falar sobre Pirâmide Etária? Se não pode conhecer mais sobre ela clicando aqui.

Pirâmide etária é uma boa forma de se conhecer mais sobre a distribuição da população tanto pela idade, como pelo sexo dos habitantes.

É uma boa forma também para se saber onde se encontra a PEA - População Economicamente Ativa, ou seja, se temos mais população entre 16 e 65 anos ou não. Mais crianças é sinal de maior despesas com a primeira idade e com mais de 65 anos, são mais despesas com a população que já cumpriu seu papel social e que agora demanda ações de previdência, saúde e lazer.

Outra questão referindo-se à Educação Ambiental é que quando vemos a forma da pirâmide etária de Limeira que não é mais "piramidal" e sim com forma de "ovo de páscoa", vemos que o discurso de que o único público da Educação Ambiental deva ser as crianças é falho pois percebemos que Limeira já possui pouca participação do público infantil e que "jogar nas costas" a responsabilidade por trabalhar a crise ambiental apenas para as crianças é cometer um erro muito grande, já que esse público é menor na distribuição etária e a tendência é diminuir ainda mais, já que a tendência é de menos filhos por casais.

Não quero afirmar aqui que a escola não deva trabalhar a educação ambiental, pois esse público é muito necessário, mas há que se aumentar os investimentos na educação ambiental de jovens, adultos e idosos, pois caso contrário, as chances de se conseguir conscientização para a crise ambiental será sempre diminuta e com a sensação de não eficaz.

A pirâmide etária, bem como mais informações sobre a demografia limeirense podem ser encontrados no site do IBGE Cidades (aqui)

Funcionários da Prefeitura de Limeira participam de curso para implantação da Horta Educativa


 
Funcionários da Prefeitura de Limeira participaram no dia 11 de fevereiro, no município de Campinas, do curso para a implantação da Horta Educativa, projeto do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo (Fussesp), coordenado pelos Fundos Sociais Municipais.

Estiveram presentes Vanessa Godoy e Graziela Tais Furlan, do Centro de Promoção Social Municipal (Ceprosom); Douglas Bergamo, da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Apoio à Zona Rural; Alexandra Elisbom e Ana Lúcia Martins, ambas da Secretaria da Educação; Ariane Fernanda dos Santos e Rachel Schimidt, da Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Bioatividades; e Maria Madalena Simonato, da Secretaria da Saúde.

Segundo consta no site do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo (http://www.fundosocial.sp.gov.br/portal.php/programas-projetos-horta-educativa), o projeto foi elaborado para crianças de quatro a oito anos e visa à implantação de hortas educativas em unidades públicas de ensino, através da assinatura de convênios. O objetivo é ensinar, mesclando aulas teóricas e práticas, conceitos de Educação Ambiental, Nutricional e Valorização do Meio Rural via Horticultura. Em Limeira, o projeto será implantado no Centro de Educação Infantil e Ensino Fundamental (CEIEF) Aracy Nogueira Guimarães, no Jd. Lagoa Nova.

Para a primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade de Limeira, Deise Hadich, o projeto tem grande importância. "Com a Horta Educativa, os alunos aprenderão sobre a produção de alimentos, cuidados com as plantas e, ao mesmo tempo se aproximarão da natureza no ambiente escolar, aprendendo na prática biologia e questões climáticas fora da sala de aula", disse Deise.

De acordo com Vanessa, o curso teve como objetivo capacitar os profissionais envolvidos no projeto, como educadores, cuidadores de horta e nutricionista, entre outros, para a implantação da horta educativa. "Foram ministrados conteúdos sociais, culturais e alimentares compatíveis com a preservação da cultura no país, do meio ambiente e da promoção de hábitos alimentares saudáveis", explicou ela.

O convênio com o Fundo Social Estadual, em São Paulo, já foi assinado pelo Fundo Social de Solidariedade de Limeira e os kits de ferramentas, sementes e material pedagógico doados pelo Fussesp serão entregues para Limeira na próxima quinta-feira, 27 de fevereiro.

Fonte: Prefeitura de Limeira (aqui)

Animais do Zoo se refrescam com sorvetes

 Os animais do Zoológico Municipal, localizado no Centro de Limeira, estão recebendo uma dieta bem especial nesses dias de calor: sorvete. A iniciativa, conforme explica a bióloga do Zoo, Ana Cláudia de Abreu Sorg, foi adotada em janeiro. “A ideia é proporcionar uma alimentação refrescante e que ao mesmo tempo, sirva como uma distração para os animais”, explica.

As “iguarias” são distribuídas duas vezes por semana. As aves e os primatas ganham sorvetes de frutas variadas, como maçã, banana, laranja e mamão. Já o sorvete dos felinos é feito com uma mistura de carne e sangue congelado. São produzidas na cozinha do Zoológico 80 unidades por semana.

Para reforçar o caráter lúdico da iniciativa, os funcionários do Zoo amarram o sorvete nos recintos dos animais com o auxílio de um barbante. Os felinos gostam de acompanhar o balanço do sorvete, antes de devorá-lo. O babuíno, que chegou ao Zoo ainda na barriga da mãe e que hoje está com 16 anos, prefere derrubá-lo no chão. Em seguida, tem o cuidado de lavar o sorvete na vasilha de água, para retirar os resíduos de areia, e assim, apreciá-lo melhor.

 

 

Fonte: Prefeitura de Limeira (aqui)

Hamburgo na Alemanha trabalha para que os cidadãos não necessitem de carros.





Segunda maior cidade alemã inicia plano de mobilidade para tirar carros das ruas. Hamburgo começa a por em prática um projeto para ligar as maiores áreas verdes do município através de ciclovias e vias para pedestres, possibilitando o deslocamento por toda a cidade sem a necessidade de automóveis

A chamada Rede Verde (Grünes Netz) deve ser construída nos próximos 15 a 20 anos e as vias para pedestres e bicicletas ligarão todos os parques, reservas, playgrounds, jardins comunitários e cemitérios dos sete distritos do município, que correspondem a 40% da área total de Hamburgo. Aumentando o número de ciclovias e vias para pedestres e diminuindo o acesso dos carros, espera-se que a utilização de automóveis seja reduzida substancialmente.

Atualmente, Hamburgo é considerada uma das melhores cidades para se viver no mundo, mas um de seus pontos fracos é o transporte: seus oito milhões de residentes (dados referentes à região metropolitana de Hamburgo) têm como principal meio de locomoção os veículos particulares.

“Outras cidades têm anéis verdes, mas a Rede Verde de Hamburgo será única, cobrindo da área de periferia ao centro da cidade. Em 15 a 20 anos será possível explorar a cidade exclusivamente de bicicleta e a pé”, colocou AngelikaFritsch, porta-voz do departamento de planejamento urbano e meio ambiente de Hamburgo, ao jornal The Guardian.

“Para garantir que o plano integre toda a cidade, uma equipe trabalhará com uma pessoa de cada um dos sete distritos da região metropolitana. Unir esses espaços garantirá que todos os residentes poderão desfrutar de acesso à natureza e de um passeio sustentável”, afirma o plano.

Além disso, ainda mais áreas verdes serão acrescentadas, aumentando para sete mil hectares esses locais na cidade e imediações, que, além de servirem de vias para os pedestres e ciclistas, permitirão a realização de outras atividades de lazer, e serão utilizados até mesmo para conectar habitats de animais silvestres, permitindo que eles cruzem o município sem o risco de serem atropelados.

“[A Rede Verde] oferecerá oportunidades às pessoas de caminhar, nadar, fazer esportes aquáticos, desfrutar de piqueniques e restaurantes, vivenciar e observar a natureza e a vida selvagem bem no meio da cidade. Isso reduz a necessidade de pegar o carro para passeios de fim de semana fora da cidade”, observou Fritsch.

Dados do Escritório Climático do Norte da Alemanha do Instituto para Pesquisas Costeiras afirmam que, nos últimos 60 anos, a temperatura média do município aumentou em 1,2ºC para uma média de 9ºC. Nesse mesmo período, o nível do mar em Hamburgo aumentou 20 centímetros, e prevê-se que aumentará outros 30 centímetros até 2100.

Por isso, além de contribuir para aumentar a qualidade de vida da população, o plano visa ajudar no combate às mudanças climáticas – reduzindo as emissões do setor de transporte – e diminuir o risco de enchentes, que aumentou com a elevação do nível do mar.

Felizmente, a cidade não é a única a adotar essa estratégia; Copenhagen, capital da Dinamarca, também tem projetos para desenvolver um planejamento urbano mais sustentável e que combata as mudanças climáticas.

Uma das ações do município dinamarquês, por exemplo, será desenvolver ruas levemente convexas, para que a precipitação não se acumule nas vias e escorra para o meio-fio, onde será coletada. Um dos efeitos das mudanças climáticas em Copenhagen será o aumento no número e intensidade de chuvas e tempestades.

A ideia é que o plano de adaptação climática da cidade, que recentemente ganhou o prêmio Index Design Award, fique pronto até 2033. Atualmente, o município já é conhecido por ter um dos sistemas cicloviários mais abrangentes do mundo.

“Essas medidas contribuirão para uma maior qualidade de vida em Copenhagen. Temos que considerar o que constituirá uma cidade de sucesso no futuro”, comentou Morten Jastrup, analista do Sustainia, um centro de pesquisa da capital dinamarquesa.

Fonte: Site Pragmatismo Político (aqui)

Editora cria projeto para imprimir a Wikipedia


Se impressa, versão em inglês da Wikipedia caberia em estante de 10 metros de largura por 2,5 metros de altura.
 
SÃO PAULO – Atire a primeira pedra quem nunca passou horas e mais horas navegando entre links e artigos da Wikipedia, aprendendo e buscando novas informações. Agora imagine uma versão impressa desse material todo que você leu. Pois é justamente isso que uma editora alemã chamada PediaPress está tentando fazer.

Através de um financiamento coletivo na plataforma Indiegogo, a editora busca arrecadar US$ 50 mil para imprimir uma versão integral de todos os artigos presentes na versão em inglês da Wikipedia.

De acordo com a previsão da empresa, todos os verbetes juntos devem se concentrar em um material que teria mil volumes, com 1,2 mil páginas cada, tendo de ser dispostos ao longo de uma estante de 10 metros de largura e 2,5 metros de altura – o que é bem mais do que a estante onde a sua a avó devia guardar a Barsa. Cada livro teria páginas numeradas continuamente, de maneira que a última página seria a de número 1.193.014.

Cada volume da Wikipedia teria capa dura e seria impresso em preto e branco, em páginas que teriam três colunas e papel ecologicamente aprovado. A intenção da PediaPress é expor o material na feira Wikimania de Londres, que acontece em agosto de 2014.

Com os US$ 50 mil, seria possível imprimir os mil livros, além de fabricar a estante e transportar a exposição desse material para o Barbican Center, onde acontecerá a Wikimania. Caso a campanha arrecade mais fundos que o necessário, a editora planeja imprimir a atualizações em tempo real do material com novas páginas na exposição, mostrando o poder de atualização da Wikipedia, além de versões a cores e uma turnê do material pelo mundo.


Fonte: Estadão (aqui)