sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Domingo, é claro: vou de Dilma 13!

Você acredita em quem não honra nem o que assina?

Não é apenas do PSDB. O Serra assinou embaixo!!!


O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, assinou carta em 1990 afirmando que seu partido não venderia o Banespa, hoje controlado pelos espanhóis do Santander.

A promessa, feita durante campanha a deputado federal, está registrada em documento firmado também pelo então candidato a governador, Mário Covas, e pelo candidato a senador Franco Montoro.

No texto, os políticos lembram que o então Banco do Estado de São Paulo tinha importante papel na história e que sua atuação se revestia de importância ainda maior num momento decisivo para o Brasil. “Para o PSDB, o Banespa deve prosseguir em sua missão de agente oficial do desenvolvimento. Com força total (…) Os candidatos do PSDB opõem-se a qualquer investida sobre o Banespa movida por interesses alheios a esse desafio. Na nossa administração, o Banespa que permanecerá como o banco público do Estado de São Paulo, ganhará novo impulso, podendo competir em pé de igualdade na área comercial e voltando ao pleno exercício de suas funções sociais.” A carta indicava ainda que o PSDB valorizaria os funcionários do banco e terminava com a mensagem “Seja tucano de corpo e alma no nosso Banespa.”

À ocasião, Covas e Montoro sairiam derrotados. Quatro anos mais tarde, Serra venceria as eleições para senador, Covas passaria a ser governador de São Paulo e Montoro iria para a Câmara dos Deputados. Já na primeira gestão de Covas foi montado o Programa Estadual de Desestatização (PED), que consistiu na venda das empresas públicas paulistas. Em 2000, o Banespa foi vendido por R$ 7 bilhões, valor considerado como um “marco na história do nosso país” pelos governos federal e estadual do PSDB.

Para que se tenha uma ideia, somente em 2009, em meio à crise financeira internacional, o Santander obteve lucro líquido de R$ 5,508 bilhões em suas operações no Brasil. A arrecadação foi de R$ 13,2 bilhões. Como lembrou à época da venda Armínio Fraga, presidente do Banco Central durante o governo Fernando Henrique Cardoso, os espanhóis levaram “a jóia da coroa”.

Naquela época, quando perguntado sobre a venda do Banco do Brasil, Fraga fingiu que não havia ouvido a pergunta e fez uma careta. "A privatização deixa clara a separação entre o negócio privado e uma política pública", disse, segundo notícia do Portal Terra. Documento revelado este ano pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) mostra que já havia estudo para venda do BB e da Caixa Econômica Federal. Além disso, a ideia era deixar de lado o BNDES como banco de fomento.

O mesmo texto registra ainda a posição do então presidente do Banespa, Eduardo Guimarães, para quem "o Santander acaba de comprar um excelente banco com um corpo de funcionários invejável e que tem todas a condições para despontar como um dos líderes do sistema financeiro". Hoje, não se tem dúvida disso. A dúvida que importa, por outro lado, é saber: se estava tão bom, por que foi vendido?

Fonte: Rede Brasil Atual (aqui)

Você tem uma bruxa amiga? Não, que azar!!!




Fonte: Site Blog Jornalistas (aqui)

Reciclagem de alumínio e conscientização ambiental.



Brasil recicla 98,2% das latas de alumínio vendidas

No ano passado foram vendidas 198,8 mil toneladas de alumínio reciclado no Brasil

São Paulo - O Brasil atingiu no ano passado mais um recorde de reciclagem de latas de alumínio. Foram reutilizadas 98,2% das latas vendidas. Ao todo, 198,8 mil toneladas de alumínio, das 202,5 mil toneladas vendidas, foram recicladas.
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Os dados constam do balanço da coleta do material divulgado hoje (28) pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (Abralatas). Com o resultado, segundo as entidades, o Brasil conquista pela nona vez consecutiva o posto do país com maior índice de reciclagem de latas do mundo.

Na comparação entre 2009 com o ano anterior, a quantidade de latas recicladas aumentou 19,9%. Em 2008, foram reutilizadas 91,6% das latas vendidas pela indústria, o que representa cerca de 165 mil toneladas.

Em 2009, a reciclagem das latas de alumínio movimentou R$ 1,3 bilhão. Deste total, R$ 382 milhões foram gerados só com trabalho de coleta do material.

“Se toda coleta de latas fosse feita por uma empresa só, ela estaria entre as mil maiores do país”, complementou Henio de Nicola, presidente da Abal, em entrevista coletiva em São Paulo.

Com a reciclagem do alumínio das latas, também foram economizados 2,9 mil gigawatts-hora (GWh). Com esta energia, seria possível atender a demanda anual de uma cidade como Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, que tem 1,2 milhão de habitantes.

Fonte: Portal Exame. (aqui)

MEUS COMENTÁRIOS

Melhorar a reciclagem no Brasil é fator urgente, pois infelizmente ainda não é uma prática tão disseminada!

Quando vemos esses números de reciclagem no Brasil das latinhas, comemoramos mas temos que questionar. Será que esse número é fruto de nossa consciência ambiental ou é fruto da miséria social no Brasil?

Reciclamos mais de 98% das latas de alumínio, mas quando vemos as estatística de plástico, esse número cai para 21% em 2008 (segundo dados do CEMPRE).

Se o alumínio não fosse tão caro, não teríamos dados tão vistosos.

A tonelada de alumínio é de R$ 2.300,00 enquanto a tonelada de plástico rígido é R$800,00, segundo valores para São Paulo disponível no site do CEMPRE.

Além do valor ser bem menor imagine a quantidade para dar 1 tonelada desse resíduo?

Em Limeira, chega ser ridículo o volume de reciclagem. Estamos muito longo do mínimo adequado.

Temos que melhorar esses números.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Cansado da baixaria política, jornalista pede demissão ao vivo.

Cansado de ser tratado como fantoche de interesses acima do interesse público, o jornalista entrega tudo ao vivo demonstrando as sacanagens que correm por trás nos bastidores da televisão brasileira.

Um grande parabéns pela coragem que o jornalista Paulo Beringhs teve ao dizer toda a verdade.

Sabendo que sua carreira correrá perigo por isso.

Parabéns pela coragem!

Esse jornalista com certeza não ganhará um prêmio mas merece o respeito de seus telespectadores.

Vejam o video.


Fonte: Blog do Tas (aqui)

Dificuldade de Infraestrutura no Brasil.

Nós que vivemos em São Paulo, temos pouca noção do que é falta de infraestrutura. Aqui, ela é cara mas existe. Em alguns estados como Mato Grosso é quase que inexistente!

Viajando a trabalho tive a oportunidade de conhecer as dificuldades que existe nas rodovias do estado, onde na maioria das vezes estão em estado precário, super carregadas de caminhões e com grande risco de acidentes.

Além do fato de ser extremamente prejudicial à sustentabilidade, já que é cara, poluente e perigosa.

Foi criado em Mato Grosso o Movimento Pró-Logística que tive a oportunidade de participar do lançamento oficial em 2009 em Cuiabá.

Segue o vídeo para as pessoas que não cnhecem terem uma ideia da situação.

Em momento de campanha eleitoral como a que estamos vivendo, vemos como estamos perdendo como brasileiros a oportunidade, pois os candidatos preferem usar o tempo somente atacando e não discutindo novas propostas.

Fonte: APROSOJA (aqui)


Parque Villa-Lobos é exemplo de recuperação ambiental

Parque Villa Lobos

Países como Inglaterra, Japão e China têm exemplos de áreas degradadas em suas cidades que foram recuperadas e tornaram-se locais de lazer para os cidadãos. Muitas pessoas não sabem que a cidade de São Paulo também tem um exemplo de recuperação ambiental: o parque Villa-Lobos.

Entulho, resíduos da construção civil, restos de lixo da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais do Estado de São Paulo (CEAGESP) e 80 famílias vivendo precariamente faziam parte da paisagem da área de 732 mil m² onde hoje está o parque. O processo de implantação resultou na remoção de 500 mil m³ e movimentação de 2 milhões de m³ de entulho e terra para acerto das elevações existentes. Em 2004 o parque foi transferido para a responsabilidade da Secretaria do Meio Ambiente (SMA).

Sob os cuidados da SMA o parque Villa-Lobos encontrou sua verdadeira vocação ambiental. A partir de 2007 houve uma revolução na área que, por tantos anos, foi tão difícil de recuperar. "Quem vê o parque hoje não acredita que isso antes era cheio de entulho e sujeira. Eles não sabem que, por causa desse histórico, é muito mais difícil fazer com que uma árvore cresça aqui do que em outros locais", conta o secretário do Meio Ambiente, Xico Graziano. Este ano o projeto paisagístico do parque foi finalizado com o plantio de 8.400 mudas. O Villa-Lobos agora conta com 33 mil árvores entre elas espécies de pau-brasil, jatobá, jerivá e ipê-amarelo.

Como o parque era no passado


Educação Ambiental

O meio ambiente se tornou o foco central do parque com a realização de diversas obras e atividades que ajudam a conscientizar os visitantes e coloca-los em contato com a natureza. Em 2009, foi inaugurado o espaço de educação ambiental Villa Ambiental, do projeto Criança Ecológica, que leva de maneira divertida e interativa a educação ambiental para crianças do Ensino Fundamental I. Além disso, foram criados o "Vai pela sombra", caminhos de pedrisco que passam por dentro de bosques do parque, e o "Circuito das Árvores", plataforma elevada que leva o visitante por um passeio próximo às copas das árvores. Esse ano foi inaugurado o Ouvillas, área do parque onde as pessoas podem sentar e relaxar em taludes, bancos e espreguiçadeiras ao som das obras do compositor e maestro Heitor Villa-Lobos.

As novidades não param. O Orquidário Ruth Cardoso e o Centro de Referência em Educação Ambiental (CEREA) são as principais. O Orquidário possuirá um espaço de 523 m², com um belíssimo espelho d'água em volta e será a nova sede das oficinas de orquídeas, além de oferecer informações para os visitantes sobre a planta. O CEREA terá um anfiteatro para palestras e congressos, além de salas para reuniões e exposições. O ambiente de 3.150 m² contará com livros, revistas e DVDs sobre o tema meio ambiente e estará aberto ao público geral para realizar pesquisas e visitas. A finalização das obras está prevista para o fim de 2010.

Infraestrutura

A estrutura do parque também passou por muitas melhorias. Após funcionar por anos em local temporário, a sede administrativa do Villa-Lobos foi finalizada. Com 770 m², a administração possui depósito, oficina, cozinha, refeitório e vestiário para funcionários do parque. Também foi concluída a nova sede para a 1ª Cia. do 23º Batalhão da Polícia Militar, com sala de atendimento, minianfiteatro, cozinha e vestiário. Os brinquedos do parquinho passaram por reformas, assim como todos os quiosques. Além disso, o parque também irá contar com uma nova sinalização e identidade visual.

Fonte: Site do Governo de São Paulo (aqui)

Veja outras fotos do antes e depois clicando aqui