terça-feira, 29 de junho de 2010

Campanha do PSB para o governo de São Paulo.



Ou trazemos boas pessoas, sérias e comprometidas com o Brasil, ou não adianta reclamar que o nosso governo não muda e nada vai para frente.

Todas as pessoas são agentes políticas: ou visam a mudança ou visam a continuidade do que está. A passividade é uma forma de legitimar o poder em questão.

Se você discorda do que é feito em nossas cidade, estado e nação, participe!

Faça parte!

Candidatura de Marina Silva explicada por Leonardo Boff.

Mensagem de Marina Silva para a juventude.

Skaf defende mensalidade em universidade pública


O candidato ao governo paulista pelo PSB, Paulo Skaf, afirmou que poderá adotar o sistema de cobrança de mensalidade nas universidades paulistas para estudantes com condições de arcar com as despesas do ensino universitário, caso vença as eleições deste ano. "Isso é um estudo. Acredito que vale uma discussão em torno disso, porque é incoerente que alguém que possa pagar não pague nada e ocupe o lugar de quem não tem condições", afirmou o presidente licenciado da Fiesp, durante a convenção estadual do partido que ratificou a sua candidatura.


Para Skaf, o tema exige avaliação cuidadosa, uma vez que o custo do estudante universitário para o governo estadual é elevado. "Tudo que for relacionado à inovação e à pesquisa deve ser mantido e ampliado. O que for relacionado aos alunos, precisa ser avaliado", acrescentou. O candidato ponderou que essa medida deve ser acompanhada por uma "revolução" na educação na rede pública estadual, viabilizando o estudo em tempo integral para o ensino fundamental e a integração entre ensino médio e o técnico no sistema público.

Boa parte do discurso foi centrado nas propostas na área de educação, tema que o candidato tem familiaridade por conta presidência do Sesi e do Senai. "Temos que colocar quase 3 milhões de alunos do Estado de São Paulo em tempo integral", disse, afirmando que pretende valorizar os professores da rede pública estadual.

Pedágio

Outra proposta do candidato é a redução do preço do pedágio para os motoristas paulistas. Segundo Skaf, a ideia é utilizar o valor arrecadado pelo Estado com o IPVA para garantir a redução de 100% no pedágio entre meia-noite e 7 horas e entre 19 horas e meia-noite. "Isso teria impacto de R$ 1 bilhão na parcela do IPVA referente ao governo estadual", explicou. De acordo com ele até 50% do IPVA pago pelos usuários de veículos seriam usados para compensar o pedágio.

Segundo Skaf, essa é a alternativa encontrada para corrigir uma distorção que prejudica os cidadãos do Estado sem quebrar o contrato com as concessionárias. "Em alguns trechos, paga-se R$ 200 de pedágios. Isso não é bom para as famílias nem para o transporte de comércio. Algo precisa ser feito, mas os contratos não podem ser quebrados", disse o candidato do PSB, acusando o PSDB de não ter pensando nos usuários quando adotou o atual modelo de concessão de rodovias para a iniciativa privada no Estado de São Paulo.

Skaf comentou que outra proposta na área de pedágios é o alongamento do prazo de concessão das rodovias com a redução das tarifas cobradas. "Mas, nesse caso, a redução não seria significativa" , reconheceu.

Cerca de 4 mil pessoas participaram, hoje, da convenção do PSB, entre militantes, líderes regionais, deputados estaduais e federais e pré-candidatos. Entre os ausentes estavam o vereador de São Paulo Gabriel Chalita e a deputada federal Luiza Erundina figuras de peso do PSB no Estado de São Paulo. Erundina já manifestou publicamente que não apoiará Skaf nas eleições por ser um candidato ligado ao empresariado. "Os dois não participaram, mas outros 300 estiveram aqui", minimizou Skaf.

Fonte: Diário do Pará

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Será que é disso que o Brasil precisa?


Felipe Grandin - O Estado de S.Paulo

SP ganha um pedágio a cada 40 dias; tarifas sobem novamente na quinta

Desde 1998, quando começaram as concessões, 112 praças de cobrança foram abertas no Estado - no resto do País, existem 113

No interior, moradores descontentes criaram o Movimento Estadual Contra os Pedágios Abusivos de São Paulo, que defende, entre outros pontos, a revisão das contratos

Desde o início da privatização das rodovias de São Paulo, em 1998, foram instalados 112 pedágios nas estradas paulistas - o equivalente a uma praça nova a cada 40 dias. O Estado já tem mais pedágios do que todo o resto do Brasil. São 160 pontos de cobrança em vias estaduais e federais no território paulista, ante 113 no restante do País, segundo a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias.

Nos últimos 12 anos, a segurança e a qualidade das rodovias melhoraram, mas os altos preços cobrados se tornaram alvo frequente de críticas dos motoristas. Nesta semana, as reclamações devem aumentar ainda mais. Os pedágios nas rodovias estaduais serão reajustados a partir da 0h de quinta-feira (1.º) e terão tarifas "quebradas" em R$ 0,05. O principal pedágio do sistema Anchieta-Imigrantes vai aumentar de R$ 17,80 para R$ 18,50.

Para se ter uma ideia, ficou mais barato viajar a outro Estado do que internamente. Cruzar de carro os 404 quilômetros entre a capital paulista e Curitiba, no Paraná, por exemplo, custa R$ 9 em tarifas. Já para cobrir distância semelhante até Catanduva, por exemplo, é preciso desembolsar R$ 46,70.

Isso se explica, em parte, pelo modelo adotado no programa de concessões paulista. As licitações, em 1998 e 2008, levaram em conta o montante que as empresas ofereciam ao Estado para ter a concessão, a chamada outorga. A vantagem é que o dinheiro pode ser aplicado em novas estradas. Por outro lado, esse valor é repassado aos motoristas.

Já o modelo adotado pelo governo federal faz a concessão àquele que oferecer a menor tarifa. O benefício é o preço mais baixo; a desvantagem, a falta de verba para investir. As Rodovias Fernão Dias e Régis Bittencourt, privatizadas em 2008, continuam em estado precário. Críticos afirmam que o pedágio não foi suficiente para cobrir os custos da recuperação das estradas.

Qualidade. As rodovias estaduais não têm esse problema: ocupam as dez primeiras posições entre as melhores do País, segundo pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes. E são aprovadas por 93,6% dos usuários, de acordo com a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp). Segundo estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea) em 2007, no entanto, o pedágio estadual é um dos mais caros do mundo, superando autoestradas da Europa e dos EUA.

"É incontestável que a qualidade das rodovias concedidas é superior" diz a urbanista Silvana Maria Zioni, da Universidade Federal do Grande ABC. Mas, para ela, está na hora de reavaliar as concessões. "A economia mudou, as tarifas subiram, a arrecadação aumentou, mas não há investimento na mesma medida."

A Artesp alega que as outorgas permitiram o investimento de R$ 12 bilhões nas rodovias. Para a agência, falar em "média mensal de praças instaladas" não é pertinente, pois a definição da instalação das praças foi feita em apenas dois momentos: na primeira e na segunda rodadas de concessões, em 1998 e 2008.

As tarifas levaram à criação este ano do Movimento Estadual Contra os Pedágios Abusivos, por grupos que se sentem prejudicados. Eles fizeram a primeira reunião em Indaiatuba, uma das áreas afetadas. Do encontro saiu a Carta de Indaiatuba, que defende revisão dos contratos e proibição de novos pedágios sem que haja debate com a sociedade.

Fonte: Estadão (clique aqui)

Estaleiro dá casa para segurar trabalhador


Angela Lacerda - O Estado de S.Paulo

Operário que ficar no emprego por 12 anos ganha escritura de residência de 49 m²

A dificuldade de encontrar mão de obra qualificada para o complexo portuário de Suape, em Ipojuca, no litoral sul de Pernambuco, começa a gerar dividendos extras para a parcela de trabalhadores já capacitada no Estado. Para enfrentar disputa e evitar o eventual assédio de outras empresas a seus funcionários, o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) está investindo R$ 75 milhões em um programa habitacional que poderá realizar o sonho da casa própria para 1.328 de seus 4 mil empregados.

As casas serão distribuídas aos funcionários contemplados em um sorteio. Eles vão morar de graça em um condomínio projetado em um terreno de 71 hectares, localizado a 20 minutos do estaleiro. Depois de 12 anos de serviço no EAS, os contemplados vão receber a escritura definitiva do imóvel.

O programa beneficia trabalhadores como Agrício Pereira de Morais, de 28 anos. Casado há sete anos, pai de uma filha, ele ainda mora com os pais, no município metropolitano de Jaboatão dos Guararapes. Morais é um dos primeiros 648 beneficiados que deverão se mudar para a casa nova até o fim deste ano. As outras 680 residências serão sorteadas no segundo semestre e entregues em 2011.

Incentivo. Um protótipo da casa de 49,5 metros quadrados (limite de área isenta de IPTU), com sala, dois quartos, banheiro, cozinha, jardim, garagem e quintal, atiça o desejo dos trabalhadores que ainda esperam pelo novo sorteio, que inclui principalmente os operários da área de produção e os que recebem salários mais baixos.

"É uma vitória, representa a minha independência pessoal e profissional", afirma Morais, que entrou no EAS há dois anos como soldador e já ascendeu a líder de grupo. "Estou aproveitando a oportunidade de crescer", conta ele, que antes ganhava a vida como pintor automotivo em uma oficina de carro.

Em 2007, soube do projeto de reforço de escolaridade fruto de parceria do Sistema Social da Indústria (Sesi-PE), prefeituras metropolitanas e governo do Estado. Inscreveu-se no município do Cabo de Santo Agostinho, passou e foi chamado para fazer curso de solda no Senai. Contratado, antes de assumir a função fez curso de soldador por mais dois meses, no centro de treinamento montado pelo estaleiro.

Elza Patrícia Dornelas Monteiro, 30 anos, mãe solteira de um filho, chora toda vez que fala do "meu primeiro emprego" e da "minha casa própria". Antes, fazia faxinas e lavava roupa para sustentar o filho. Seguiu um caminho comum à maioria: reforço de escolaridade e depois no curso no Senai. Escolheu solda e pintura. Foi selecionada pelo EAS para ser soldadora, mas se adaptou melhor como operadora de ponte rolante.

Muitas vezes sem dinheiro para pagar a passagem de ônibus enquanto frequentava o curso, ela se emociona ao falar na sua qualificação, na carteira assinada, no plano de saúde e na expectativa de um futuro melhor para o filho.

De acordo com o presidente do EAS, Angelo Bellelis, a construção do condomínio habitacional era prevista desde o projeto inicial da empresa e tem duas vertentes: "Ajuda a população a ter moradia digna ao mesmo tempo em que fideliza a mão de obra."

O estaleiro investiu até agora R$ 15,5 milhões em qualificação - R$ 3,5 milhões no centro de treinamento, que depois poderá ser utilizado pelo governo estadual, e R$ 12 milhões na capacitação de 3 mil empregados.

Investimentos. "O estaleiro veio para ficar por muitos e muitos anos", afirma o presidente da empresa, ao destacar que o sorteio das casas é também uma medida preventiva, para evitar que outras empresas que chegarem ao porto de Suape levem sua mão de obra qualificada. Quanto à chegada de outros estaleiros, ele não demonstra temor: "A concorrência é salutar."

Os investimentos do EAS são da ordem de R$ 1,8 bilhão. A empresa venceu licitação da Transpetro - subsidiária da Petrobrás - para construir 22 navios petroleiros. O primeiro, um Suezmax, inaugurado com a presença do presidente Lula, no mês passado, vai iniciar sua operação ainda neste ano.

Fonte: Estadão (clique aqui)

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Para descontrair um pouco...

Som novo no carro...

Onde está o marginal?

Quem é gay?


Belo esconderijo...

Pior emprego do mundo...


Fonte: Blog Copia meu Filho! (Aqui)