segunda-feira, 3 de março de 2014

Mudanças Climáticas - Entenda



Desastres Naturais - CEMADEN



Cada dia que passa, mais o Brasil tem sofrido com eventos naturais extremos que causam grande prejuízo econômico e principalmente, sociais, devido às mortes e as histórias de milhares de famílias que são destruídas e levadas embora.
Um Desastre Natural é assim classificado, quando pelo menos 1 das seguintes situações acontecem:
  • 10 ou mais mortes;
  • 100 ou mais desalojados;
  • declaração de estado de emergência;
  • pedido de ajuda internacional.
Para auxiliar neste processo, o Governo Federal criou o CEMADEN - Centro Nacional de Monitoramento e Avaliação de Desastres Naturais com o objetivo de conhecer e auxiliar o processo de para evitar ou diminuir os efeitos danosos advindos dos desastres.

O objetivo é conseguir alertar as ações com pelo menos 2 a 6 horas de antecedências, o que se cada municipalidade tiver suas estruturas de Defesa Civil alertadas em rede, poderá melhorar muito o processo de prevenção e mitigação das perdas.

Abaixo, o vídeo institucional do Centro que pode auxiliar o conhecimento desta importante ferramenta de gestão:




Maioria dos limeirenses bebe água da torneira


 Pesquisa da Foz mostra confiança da população no tratamento

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Ibope Inteligência, contratado pela concessionária Foz, indicou que a maioria dos limeirenses tem o hábito de consumir água diretamente da torneira, sem filtrar ou ferver. Entre os entrevistados, 60% afirmaram que sempre consomem direto da rede, 7% quase sempre, 10% de vez em quando e apenas 23% não bebem. Os que não consomem direto da torneira passam a água por um filtro ou talha, põem em moringa ou fervem.

O estudo também mostrou que, apesar dos domicílios pesquisados terem água encanada e tratada, mais da metade dos entrevistados não soube informar a origem da água que chega à residência. Para este item, 70% não souberam responder; 26% citaram o Rio Jaguari; 3%, outros mananciais e 1%, o Ribeirão Pinhal. Segundo a concessionária, a água bruta que abastece Limeira é captada em dois mananciais, o Rio Jaguari - que nasce no Estado de Minas Gerais - e o Ribeirão Pinhal, que possui nascente próxima e é um importante manancial para o sistema de abastecimento local.
Quanto à distribuição de água na rede, 67% dos entrevistados afirmaram que nunca foram afetados com falta de água enquanto que dos 31% restantes, 26% passaram por oscilações no abastecimento nos últimos meses a contar de junho do ano passado e somente 5% nos últimos dias em relação ao período da amostra. "A falta de água não é uma situação frequente na cidade. Ela só ocorre durante as manutenções programadas ou emergenciais. Por isso, a regularidade do abastecimento é refletida nas respostas dessa questão", esclarece o diretor da concessão, Tadeu Ramos.

Sobre o uso da caixa d'água, a pesquisa indica que 91% dos entrevistados possuem e 97% sabem da importância dela para evitar a falta de água. Ramos enfatiza que mesmo com o rompimento de uma tubulação ocorrido no ano passado, 67% da população afirma não ter sofrido falta de água e isso é possível em razão do reservatório residencial. "As oscilações são comuns em situações de manutenção e emergências, e a caixa d'água é a principal maneira de evitar a falta de água durante essas eventualidades. A recomendação é que seja feita uma limpeza periódica a cada seis meses. Assim, a água permanece com o mesmo padrão de potabilidade distribuída pela Foz", cita.

A pesquisa ouviu 504 clientes - a maioria responsável pela conta de água e esgoto, chefes de domicílio ou donas de casa - e foi concluída em dezembro. A avaliação geral identificou que 90% dos entrevistados avaliam como ótimo e bom os serviços prestados pela Foz no município.

Fonte: Jornal de Limeira (aqui)

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

GCM realiza ocorrência de crime ambiental no Jd. Graminha



A Guarda Civil Municipal realizou na manhã desta quinta-feira, 27 de fevereiro, uma ocorrência no Condomínio Pfister, localizado no Jardim Graminha. Após a realização de denúncias, uma equipe da GCM constatou irregularidades no condomínio, com relação a desmatamento de área de preservação permanente (APP) e a retirada de água do Ribeirão Águas da Serra.

Segundo o GCM, Marcio Antonio de Godoy, as infrações correspondem aos artigos 38A e 55 da lei 9.605/98 de crimes ambientais. A água retirada do ribeirão, por meio de bomba, era destinada para um viveiro de mudas que um dos moradores cultivava para vendas.

Além disso, a GCM descobriu um poço artesiano, que abastece todo o condomínio, e que esta em situação irregular, pois não foi apresentado outorga pelo Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica (DNAEE). O registro da ocorrência foi realizada no 2º DP que atende a localidade.

Furto

Além da ocorrência da manhã, uma equipe da GCM realizou a prisão de um suspeito de roubar um notebook, nas proximidades da Unicamp, no fim da tarde desta quinta-feira. Foram necessárias quatro viaturas da guarda para prender o suspeito que entrou no campus da faculdade.  A ocorrência também foi registrada no 2º DP.

Fonte: Prefeitura de Limeira (aqui)

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Plano contra racionamento de água em SP pode levar seis meses




O uso do volume morto do sistema Cantareira, uma das saídas cogitadas pelo governo de São Paulo para evitar o racionamento de água em parte da Grande São Paulo, não será tecnicamente viável antes de aproximadamente seis meses e pode custar caro, segundo especialistas.

Volume morto é o estoque das represas que só pode ser utilizado com o auxílio de técnicas que exigem obras.

Ou seja, para usar essa água -que tem muito lodo e está no fundo dos reservatórios, abaixo dos dutos de captação- será preciso instalar equipamentos.

Para técnicos, isso levará até o meio deste ano.

 

Ontem, o nível do Cantareira chegou aos 16,8% de sua capacidade.

Alguns técnicos, em conversas reservadas, defendem a tese de que o governo deveria começar a fazer um racionamento brando.

A ideia de sugar o fundo das represas, que abastecem quase 15 milhões de pessoas na Grande São Paulo e na região de Campinas, está cada vez mais cristalizada dentro do governo paulista.

O próprio governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse que deu ordem para que tudo fique pronto até o inverno, caso seja necessário realmente secar as represas.

Mesmo que o martelo seja batido, não é uma solução mágica, para resolver a crise atual de falta de água no curto prazo, dizem os técnicos.

Apesar de considerar o uso do volume morto uma estratégia importante, o pesquisador Rubem La Laina Porto, da Escola Politécnica da USP, diz que o "governo não pode relaxar as medidas de contenção de consumo".

O sistema Cantareira está sendo operado no alto risco. Isso significa que as chuvas e a economia da população são mais importantes no curto prazo que o volume morto, que nunca foi usado antes.

Outra questão técnica a ser resolvida, diz Malu Ribeiro, da Rede das Águas da ONG SOS Mata Atlântica, é quanto tempo vai demorar para que o sistema seja recuperado, se toda a água das represas for usada neste ano.

"As represas do sistema Cantareira têm muitas áreas ao redor delas que estão desmatadas. Isso favorece a erosão, por exemplo, e prejudica muito o armazenamento de mais água", diz.

Outro problema grave é o lançamento desenfreado de esgotos nos rios e represas. "A represa Billings, se não fosse poluída, seria uma grande alternativa ao Cantareira. O que sai mais caro? Preservar a mata ou despoluir as águas?" 

Fonte: Folha (aqui)

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Pirâmide Etária de Limeira e Educação Ambiental




Você já ouviu falar sobre Pirâmide Etária? Se não pode conhecer mais sobre ela clicando aqui.

Pirâmide etária é uma boa forma de se conhecer mais sobre a distribuição da população tanto pela idade, como pelo sexo dos habitantes.

É uma boa forma também para se saber onde se encontra a PEA - População Economicamente Ativa, ou seja, se temos mais população entre 16 e 65 anos ou não. Mais crianças é sinal de maior despesas com a primeira idade e com mais de 65 anos, são mais despesas com a população que já cumpriu seu papel social e que agora demanda ações de previdência, saúde e lazer.

Outra questão referindo-se à Educação Ambiental é que quando vemos a forma da pirâmide etária de Limeira que não é mais "piramidal" e sim com forma de "ovo de páscoa", vemos que o discurso de que o único público da Educação Ambiental deva ser as crianças é falho pois percebemos que Limeira já possui pouca participação do público infantil e que "jogar nas costas" a responsabilidade por trabalhar a crise ambiental apenas para as crianças é cometer um erro muito grande, já que esse público é menor na distribuição etária e a tendência é diminuir ainda mais, já que a tendência é de menos filhos por casais.

Não quero afirmar aqui que a escola não deva trabalhar a educação ambiental, pois esse público é muito necessário, mas há que se aumentar os investimentos na educação ambiental de jovens, adultos e idosos, pois caso contrário, as chances de se conseguir conscientização para a crise ambiental será sempre diminuta e com a sensação de não eficaz.

A pirâmide etária, bem como mais informações sobre a demografia limeirense podem ser encontrados no site do IBGE Cidades (aqui)

Funcionários da Prefeitura de Limeira participam de curso para implantação da Horta Educativa


 
Funcionários da Prefeitura de Limeira participaram no dia 11 de fevereiro, no município de Campinas, do curso para a implantação da Horta Educativa, projeto do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo (Fussesp), coordenado pelos Fundos Sociais Municipais.

Estiveram presentes Vanessa Godoy e Graziela Tais Furlan, do Centro de Promoção Social Municipal (Ceprosom); Douglas Bergamo, da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Apoio à Zona Rural; Alexandra Elisbom e Ana Lúcia Martins, ambas da Secretaria da Educação; Ariane Fernanda dos Santos e Rachel Schimidt, da Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Bioatividades; e Maria Madalena Simonato, da Secretaria da Saúde.

Segundo consta no site do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo (http://www.fundosocial.sp.gov.br/portal.php/programas-projetos-horta-educativa), o projeto foi elaborado para crianças de quatro a oito anos e visa à implantação de hortas educativas em unidades públicas de ensino, através da assinatura de convênios. O objetivo é ensinar, mesclando aulas teóricas e práticas, conceitos de Educação Ambiental, Nutricional e Valorização do Meio Rural via Horticultura. Em Limeira, o projeto será implantado no Centro de Educação Infantil e Ensino Fundamental (CEIEF) Aracy Nogueira Guimarães, no Jd. Lagoa Nova.

Para a primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade de Limeira, Deise Hadich, o projeto tem grande importância. "Com a Horta Educativa, os alunos aprenderão sobre a produção de alimentos, cuidados com as plantas e, ao mesmo tempo se aproximarão da natureza no ambiente escolar, aprendendo na prática biologia e questões climáticas fora da sala de aula", disse Deise.

De acordo com Vanessa, o curso teve como objetivo capacitar os profissionais envolvidos no projeto, como educadores, cuidadores de horta e nutricionista, entre outros, para a implantação da horta educativa. "Foram ministrados conteúdos sociais, culturais e alimentares compatíveis com a preservação da cultura no país, do meio ambiente e da promoção de hábitos alimentares saudáveis", explicou ela.

O convênio com o Fundo Social Estadual, em São Paulo, já foi assinado pelo Fundo Social de Solidariedade de Limeira e os kits de ferramentas, sementes e material pedagógico doados pelo Fussesp serão entregues para Limeira na próxima quinta-feira, 27 de fevereiro.

Fonte: Prefeitura de Limeira (aqui)