quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Projeto De Rio e Risada disponibiliza gratuitamente CD para Download.






Bons trabalhos em prol da educação ambiental e da preservação dos recursos hídricos devem ser difundidos, divulgados e utilizados.

Na última reunião ordinária da Câmara Técnica de Educação Ambiental dos Comitês PCJ, foi apresentado o projeto "De rios e risadas"

O Instituto Terra Mater e ONG Iandé - Educação e Sustentabilidade realizaram um trabalho com Foco na Educação Ambiental em Recursos Hídricos em Piracicaba.

Deste trabalho, eles produziram conjuntamente com jovens de várias instituições de Piracicaba um CD com músicas cuja temática eram os temas de sustentabilidade e recursos hídricos.

Num primeiro momento, o CD foi disponibilizado apenas para os participantes, mas após apoio recebido e demandas dos materiais, eles disponibilizaram gratuitamente o CD para download.

Segundo descrição no próprio site, o projeto “Pequenos Compositores Piracicabanos” foi uma iniciativa desenvolvida pelo Instituto Terra Mater e pela Iandé – Educação e Sustentabilidade, por meio do edital “Pontinhos de Cultura” de 2010, do Ministério da Cultura. Seus objetivos são: valorizar a identidade étnica e cultural local; e contribuir com a inserção de temas socioambientais no cotidiano escolar, através da música e da brincadeira.

Os principais produtos do projeto estão neste encarte: o CD musical “De Rio e Risada”, cujas canções foram compostas coletivamente em ofcinas envolvendo crianças e interessados na cultura e questões socioambientais de Piracicaba; e o DVD “O Olhar que Enxerga o Belo”, um guia audiovisual de confecção de instrumentos musicais feitos com materiais reutilizáveis, os “brinquedos musicais”. Os temas presentes nas músicas abordam elementos da cultura e das questões socioambientais piracicabanas e foram escolhidos em rodas de conversa, que envolveram representantes de diferentes cenários ligados à atuação cultural e socioambiental.

Depois de escolhidos os principais temas uma pesquisa que envolveu leituras e entrevistas com músicos e outras referências da cultura local, norteou a realização das ofcinas de composição coletiva e a confecção dos cinco brinquedos musicais inspirados nas canções e seus temas. As ofcinas aconteceram com grupos de crianças das instituições: Casa do Amor Fraterno; Projeto Guri; Instituto Rumo; Casa do HIP HOP e Núcleo de Educação Ambiental/SEDEMA. Cada ofcina resultou em uma música deste CD. As outras canções foram compostas coletivamente pela equipe do projeto e convidados. O CD foi gravado em Piracicaba com a colaboração de diversos músicos da cidade e da região, sob a direção musical de Otiniel Aleixo. O DVD também foi gravado em Piracicaba com roteiro e direção de Hélio Sato e colaboração de Adriel Job no desenvolvimento dos brinquedos musicais.

Este material foi criado para contribuir para uma atuação inovadora de educadores locais, oferecendo a música contextualizada e a brincadeira como caminho para trabalharem as questões socioambientais e a valorização étnica e cultural de Piracicaba. Cada canção é acompanhada por um pequeno texto com reflexões e sugestões de aprofundamento sobre os temas trazidos por elas.

Para realizar o download, basta clicar aqui.

Fonte: Site da ONG Iandé (aqui)

Insulto, logo existo





No momento em que eu apenas uso o rótulo, perco a chance de ver engenho e arte

A crítica e o contraditório são fundamentais. Grande parte do avanço em liberdades individuais e nas ciências nasceu do questionamento de paradigmas. Sociedades abertas crescem mais do que sociedades fechadas. A base da democracia é a liberdade de expressão. Sem oposição, não existe liberdade.
Uma crítica bem fundamentada destaca dados que um autor não percebeu. Um juízo ponderado é excelente. Mais de uma vez percebi que um olhar externo via melhor do que eu. Inexiste ser humano que não possa ser alvo de questionamento. Horácio garantia, com certa indignação, que até o hábil Homero poderia cochilar (Quandoque bonus dormitat Homerus - Ars Poetica, 359). A crítica pode nos despertar.

Como saber se a avaliação é boa? Primeiro: ela mira no aperfeiçoamento do conhecimento e não em um ataque pessoal. A boa crítica indica aperfeiçoamento. Notamos, no arguidor sincero, uma diminuição da passionalidade. Refulgem argumentos e dados. Mínguam questões subjetivas. Há mais substantivos e menos adjetivos. Não digo o que eu faria ou o que eu sou. Indico apenas como algo pode ser melhor e a partir de quais critérios. Que argumentos estão bem fundamentados e quais poderiam ser revistos. Objetividade é um campo complexo em filosofia, mas, certamente, alguém babando e adjetivando foge um pouco do perfil objetivo.

Duas coisas ajudam na empreitada. A primeira é conhecimento. Há um mínimo de formação. Não me refiro a títulos, mas à energia despendida em absorver conceitos. Nada posso dizer sobre aquilo do qual nada sei. Pouco posso dizer sobre o que escassamente domino. A segunda é a busca da impessoalidade. Critico não por causa da minha dor, da minha inveja, do meu espelho. Examino a obra em si, não a obra que eu gostaria de ter feito ou a que me incomoda pelo simples sucesso da sua existência. Critico o defeito e não a luz.

Cheguei a essas conclusões por já ter errado. Arrependo-me de críticas passionais. Tomei consciência de que dois ou três temas mexem tanto comigo, que a objetividade tende a diminuir. Questões ligadas ao racismo, à violência contra mulheres e à educação implicam uma carga emotiva forte para mim. Hoje, quando vejo que o debate roça nisso, submeto-me a redobrada atenção para evitar fazer aquilo que estou reclamando em outros.

Reconhecida minha imperfeição, reafirmo: assusta-me a virulência da internet. Há pessoas que querem fazer sucesso a qualquer preço e cimentam a estrada com palavrões. Acreditam que agressões com palavras vulgares e apelidos sejam um grande impacto. Estão corretos: causam impacto, mas vulgaridade é simples concussão.

Suponho que alguns apresentem sintomas ligados à chamada síndrome de Tourette. Georges Gilles de la Tourette (1857-1904) descreveu pacientes que tinham compulsão de enunciarem palavrões, especialmente referências a fezes. A coprolalia, este fluxo de temas fesceninos e agressivos, escapa ao controle.

Além de uma síndrome generalizada de Tourette, noto a vontade de classificar mais do que entender. Definido se o autor é X ou Y, encerra-se a discussão. Basta dizer que ele é, por exemplo, conservador ou socialista. Nada mais preciso pensar da obra.

É preciso reforçar que o talento e a criatividade têm pouca exclusividade política ou biográfica. Portinari e Jorge Amado eram gênios na pintura e na escrita. Também foram devotados comunistas. Jorge Luis Borges mudou a maneira de pensar a literatura mundial. Era racista e achava a ditadura de Francisco Franco muito boa. Oscar Niemeyer mudou a noção de arquitetura do século 20. Era adepto do marxismo. Shakespeare, do ponto de vista político, era bastante conservador e desconfiava da participação popular. Descartes e Pascal eram religiosos; Bertrand Russel e Diderot, ateus. Picasso e Hemingway eram sedutores quase agressivos de mulheres. Nelson Rodrigues não era, exatamente, um feminista. O pintor Francis Bacon, o músico Schubert e o economista J. Keynes tinham vida ou desejo homoeróticos. O que eu quero dizer: no momento em que eu apenas uso o rótulo, perco a chance de ver engenho e arte. Fixar-se no estereótipo parece ser um recurso de certa estreiteza analítica. Tanto a maestria pode estar presente num indivíduo detestável como a mediocridade pode aflorar no mais engajado lutador dos direitos dos filhotes de foca.

Respondo raramente a críticos agressivos. Basicamente por falta de tempo e também por acreditar ser um direito de todos a manifestação com liberdade, dentro dos limites da lei. Internet funciona como terapia para muitos. Sempre recomendei que as pessoas fossem comedidas não por humildade, porém por vaidade, já que atacando alguém eu falo tanto de mim e dos meus medos que a prudência impõe certo silêncio obsequioso. Poucas coisas desnudam tanto minha alma como o ataque. Podemos sempre evitar o texto de quem discordamos. O impossível é evitar a nós mesmos.
Eis fevereiro entre nós. Hoje, chego ao meu verão de número 54. Nunca havia percebido a vida tão fascinante como agora. Melhorei muito porque tive bons críticos ao longo dos anos. Ajudaram-me a superar mazelas e lacunas. Agradeço a eles. Desejo paz aos outros julgadores. Estou com pouco tempo para odiar. Boa semana a todos.

Fonte: Coluna do Leandro Karnal no Estadão (aqui); Imagem (internet)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Cartilhas sobre Controle Social da Produção da Agricultura Orgânica.




Todos já devem ter assistido reportagens sobre pessoas mal intencionadas que tem vendidos produtos convencionais como se fosse produtos orgânicos, o que sabidamente gera um maior lucro devido a diferença de preços.

Pessoas que querem abolir os agrotóxicos de sua alimentação aceitam pagar mais pelo produto, de forma a compensar o produtor que possui maiores custos e trabalho pelas práticas agroecológicas. Mas ao ver reportagens como essas, tendem a ficar perdidas na hora de identificar se aquele produto é ou não realmente orgânico.

Uma saída é conhecer o produtor que está vendendo para você e privilegiar os de sua região. Mas não é um medida simples e muitas vezes, sua região não produz alimentos na diversidade desejada.

Visando facilitar esse controle social do processo, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) desenvolveu uma cartilha com linguagem facilitada e ilustrada para que as pessoas que defendem estas práticas e também os produtores que já a praticam, possam atuar no sentido de esclarecer e divulgar a Agricultura Orgânica.

Segundo o site do MAPA, a publicação mostra a importância do controle social para garantir a qualidade dos produtos dos agricultores familiares sem certificação. Apresenta dicas, esclarecimentos e orientações importantes para conquistar a credibilidade e o respeito do consumidor.

Para baixá-lo gratuitamente, basta clicar aqui.





Outra forma de se cuidar no processo de compra de produtos orgânicos, é adquiri-los apenas de produtores devidamente certificados.

Para facilitar este processo, o MAPA também criou a Cartilha que trata sobre os Mecanismos de Controle para a Garantia da Qualidade Orgânica.

Segundo o site, a cartilha apresenta os mecanismos que orientam, esclarecem e incentivam a produção orgânica de maneira consciente. O objetivo é o maior controle desta nova demanda de consumo.

Para baixá-lo gratuitamente, basta clicar aqui.

Fonte: Site do MAPA (aqui)

Mais de 232 mil pessoas foram capacitadas pelo Programa de Educação e Sensibilização Ambiental do Consórcio PCJ em 2016



O projeto Gota d’Água, promovido pelo Programa de Educação e Sensibilização Ambiental do Consórcio PCJ, capacitou em 2016 cerca de 232.573 pessoas, entre alunos e educadores. No total, 22 municípios participaram do projeto que, nesse ano, teve como tema “Políticas Municipais de Recursos Hídricos e o Sistema Cantareira”.

O município que mais replicou o projeto foi Bragança Paulista (SP), com mais de 37 mil pessoas atendidas pelo projeto. A segunda cidade com mais desempenho foi Limeira (SP), com 26 mil pessoas, e a terceira Hortolândia (SP), 24,3 mil participantes.

O projeto teve seu início no dia 16 de fevereiro de 2016, no Parque da Cidade de Jundiaí (SP). De lá para cá, 300 educadores foram capacitados e replicaram para quase 11 mil professores os conceitos e temas do Gota d’Água para aplicar com os alunos em seus municípios, durante o calendário de execução das suas respectivas “Semanas da Água”.

O encerramento das atividades do Projeto se deu no dia 30 de novembro, no Museu da Água, em Indaiatuba (SP), no qual também aconteceram as premiações dos Destaques do Ano para as melhores atividades desenvolvidas em 2016. Cerca de 20 municípios inscreveram suas iniciativas, e cinco foram premiados como destaques: Bragança Paulista, com o Projeto “Sala Verde – Educação ambiental e tecnologia: de mãos dadas para um futuro sustentável”; Itatiba, com o Projeto “Diretrizes Curriculares Municipais para a Educação Ambiental em Itatiba”; Limeira, com “Programa de Educação Ambiental na Rede Municipal de Ensino”; Rio Claro, com “Conhecendo Nossos Problemas”; e Vinhedo, com “Projeto Águas de Vinhedo”, sendo que o projeto do município de Limeira levou o Troféu “Sua Gota faz a Diferença”, com o grande Destaque do ano.

Para 2017, o tema escolhido para as capacitações do projeto foi “Compartilhando Caminhos para Brasília 2018”, que tratará sobre os assuntos que permearão o 8º Fórum Mundial da Água, que acontece em março de 2018 na capital federal. Encontros serão realizados para discutir a participação brasileira no maior evento sobre Água do mundo.  O lançamento e início das atividades está previsto para fevereiro de 2017 e em breve o Consórcio PCJ disponibilizará o calendário oficial. Fique atento ao site www.agua.org.br.





Fonte: Assessoria de Comunicação do Consórcio PCJ (e-mail)

Novo Glossário de Termos Técnicos é apresentado pelo Consórcio PCJ



O tema água cada vez mais ganha destaque na comunidade, na imprensa e nos setores de produção, principalmente após a crise hídrica vivenciada em 2014/2015.  É natural que muitas palavras e assuntos ainda soem complexos e de difícil compreensão para a população. Pensando nisso, o Consórcio PCJ lançou no dia cinco de dezembro o “Glossário de Termos Técnicos em Gestão de Recursos Hídricos, Saneamento Básico e Meio Ambiente – 1ª Edição”, durante o encontro com a Sociedade Civil, realizado na cidade de Capivari (SP).

O Consórcio PCJ publica glossários de termos técnicos desde 2002, por entender a importância do uso de palavras corretas e adequadas à área ambiental e de gestão de recursos hídricos.

Diante das novidades ocorridas nos últimos anos, como a promulgação da Política Nacional de Saneamento e de Resíduos, além de práticas avançadas de proteção ambiental, como os projetos de “Pagamentos por Serviços Ambientais”, a entidade optou por incrementar e ampliar o seu glossário.

O lançamento da publicação contou com a presença de ONGs, do Conselho Fiscal do Consórcio PCJ, do vice-prefeito de Capivari, Vitor Ricomini, do superintendente do Saae, José Luiz Cabral, e demais presentes ao encontro com a sociedade civil.

O Glossário está em formato totalmente digital, podendo ser acessado on-line ou fazer o download pelo site do Consórcio PCJ (www.agua.org.br), dentro do canal Biblioteca Multimídia, na opção “Publicações”.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Consórcio PCJ (e-mail)

Como fechar os maiores lixões a céu aberto do Brasil


O Lixão da Estrutural, em Brasília, em foto de 2012 (Foto: Wilson Dias/ABr)

Em 2016, mais de 3 mil cidades brasileiras enviaram seus resíduos para locais inadequados. Fechar os maiores lixões pode servir de exemplo para os demais municípios

Bruno Calixto. 25/01/2017 - 08h01 - Atualizado 27/01/2017 09h55

Na semana passada, Brasília deu o primeiro passo para acabar com o Lixão da Estrutural, o maior lixão a céu aberto do país e segundo maior do mundo. O governo do Distrito Federal iniciou as operações do Aterro Sanitário de Samambaia. Apesar de uma medida positiva, o DF está atrasado. Por lei, o lixão deveria ter sido fechado em 2014.

Assim como a capital federal, mais da metade dos municípios brasileiros está em situação irregular. Em 2016, 3.334 cidades do país enviaram seus resíduos para locais inadequados. Com tantos municípios em situação irregular, acabar com os lixões parece uma tarefa impossível. Como resolver isso?

Um estudo da Abrelpe, uma associação de empresas de limpeza pública, e da Iswa, a associação internacional de resíduos urbanos, propõe uma nova estratégia: começar com os cinco lixões mais simbólicos do país, aprender com os desafios de fechá-los e depois expandir a experiência para os demais municípios. “Nós não vamos conseguir fechar todos de uma vez. Por isso, precisamos priorizar”, diz Carlos Silva Filho, presidente da Abrelpe. “Nós identificamos os mais simbólicos, que causam mais dano, para começar por eles.”

A Abrelpe sugere começar pelos seguintes lixões:

1. Estrutural (DF)
2. Carpina (PE)
3. Camacan (BA)
4. Divinópolis (MG)
5. Jaú (SP)

O Lixão da Estrutural, em Brasília, é o que está mais perto de ser fechado, já que o aterro sanitário que irá substituí-lo foi inaugurado. Ainda assim, Carlos estima que isso leve pelo menos mais um ano e meio. Os outros estão mais distantes. O roteiro sugerido pela Abrelpe diz que é possível fechá-los num prazo de três a cinco anos.

O primeiro passo é fazer um diagnóstico exato dos lixões. É preciso saber quanto lixo entra, quais municípios se utilizam dele. Depois, envolver as instituições governamentais competentes – limpeza urbana é responsabilidade municipal, mas muitas vezes um prefeito não consegue fazer o necessário sem apoio de governos estaduais ou federal. Por fim, a questão mais complicada é a do financiamento. Segundo Carlos, há recursos, como linhas de crédito do BNDES, para construir aterros. O problema é o que vem depois. O município precisa arcar com o custo de operação do aterro. Muitos prefeitos resistem a usar recursos do orçamento para isso. Criar taxas para sustentar a operação resolveria, mas é uma política impopular.

Para piorar, a crise econômica também afeta o serviço de limpeza pública nas cidades. “Nós estamos no pior momento da história de gestão de resíduos sólidos do Brasil”, diz Carlos. Segundo ele, nos últimos anos as prefeituras não só pararam de investir em limpeza urbana, como, em muitos casos, não estão pagando serviços básicos, por exemplo coleta de lixo. A Abrelpe calcula que a inadimplência no setor chega a um montante de R$ 9,8 bilhões em 2016.

Fonte: Blog do Planeta. Site Época Negócios (aqui)

Projeto Gota d’Água abre inscrições para participação nas atividades de 2017





O Projeto Gota d’Água desenvolvido pelo Programa de Sensibilização e Educação Ambiental do Consórcio PCJ, iniciou nessa sexta-feira, dia 20, as inscrições para participação nas atividades de 2017, que devem ser feitas pelo link: http://ow.ly/o61N3089U7N. A abertura oficial do projeto será no dia 17 de fevereiro, no Museu da Água, em Indaiatuba (SP).

Este ano, o tema das capacitações será “Compartilhando Caminhos para Brasília 2018”, que abordará sobre a realização do 8º Fórum Mundial da Água, maior evento global sobre a Água, que acontecerá em março de 2018 no Brasil, em Brasília (DF).

Estão programados encontros de fevereiro até novembro, sendo um por mês. As discussões serão em torno de mudanças climáticas, resíduos sólidos, reflorestamento e conservação, comunicação, além de formas de participação no Fórum Mundial da Água. A equipe do Programa de Educação e Sensibilização Ambiental está fazendo convites para palestrantes brasileiros e também de outros países com o objetivo de transformar os debates em encontros internacionais de troca de experiências. O calendário e nomes dos convidados serão revelados conforme forem ocorrendo as confirmações de presenças.

Um Seminário Internacional está previsto para o mês de junho com participantes do “2º Stakeholders Meeting”, eventos de preparação da organização do Fórum Mundial da Água. O objetivo com esse evento é também realizar uma visita piloto em algum ponto das Bacias PCJ para promover os atrativos turísticos e visitas técnicas a projetos ambientais.

Nesse ano, a novidade do Projeto Gota d´Água será na forma de entrega do livro de bordo, com o relatório das atividades desenvolvidas com os alunos. Os trabalhos deverão ser apresentados em vídeo e não mais em formato escrito. No Seminário de Avaliação do Projeto, em novembro, serão exibidos os vídeos dos indicados a “Destaques do Ano de 2017”, e eleito o vencedor do Prêmio “Sua gota faz a diferença”.

“Dessa forma, queremos dinamizar a apresentação das atividades desenvolvidas pelos municípios, aprimorando as avaliações. Também será uma importante ferramenta de divulgação dos resultados atingidos com o projeto”, atenta a gerente técnica do Consórcio PCJ e responsável pelo Programa de Educação e Sensibilização Ambiental, Andréa Borges.

Sobre o Projeto Gota d’ Água

O Projeto “Semana da Água”, promovido desde 1994 nas Bacias PCJ, foi remodelado pelo Programa de Educação e Sensibilização Ambiental do Consórcio PCJ e passou a fazer parte do “Projeto Gota D’Água: #PreserveCadaGota”, a partir de 2014. A iniciativa pretende intensificar as ações de educação ambiental nas Bacias PCJ que extrapolem a execução das Semanas da Água nos municípios, o que de fato já ocorre na prática. Em 2017, mais de 232 mil pessoas foram atendidas pelo projeto.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Consórcio PCJ (e-mail)