domingo, 24 de agosto de 2014
sábado, 16 de agosto de 2014
Hadich expõe experiência positiva de Limeira no uso da água
As experiências positivas dos municípios na gestão da água foram apresentadas por prefeitos da região durante o Arq.Futuro. O evento, que trabalhou o tema “A cidade e as Águas”, ocorreu nesta segunda-feira, 4 de agosto, e terça-feira, 5, no Teatro do Engenho Erotides de Campos, em Piracicaba.
A proposta do Arq.Futuro é debater temas relacionados ao campo da arquitetura e do urbanismo, com a participação de especialistas brasileiros e estrangeiros. Os seminários discutem os desafios de planejamento e gestão enfrentados pelas cidades. O encontro era realizado apenas em capitais e pela primeira vez aconteceu em uma cidade de médio porte.
O prefeito de Limeira, Paulo Hadich, participou de uma mesa redonda com a presença dos prefeitos Gabriel Ferrato, de Piracicaba; Nelson Dimas Brambilla, de Araras, e da vice-prefeita de Sorocaba, Edith Maria Garboggini Di Giorgi. A mesa de debate teve a mediação do ex-prefeito de Maringá, Silvio Barros.
Hadich apresentou dados sobre a bacia hidrográfica de Limeira e destacou a importância da conservação do ribeirão Pinhal para o futuro sustentável do município. O prefeito ressaltou que problemas como ocupação irregular do solo, na área rural, degradação de áreas de preservação, construção de poços artesianos em excesso e fossas negras que contaminam o lençol freático nunca tinham sido enfrentados, mas esse quadro vem mudando.
“Temos uma perda física de 15%, quando no Brasil a média é de 38%; o nosso esgoto é 100% tratado; o Pelotão Ambiental da Guarda Civil Municipal é muito eficiente, trabalhamos o tema nas escolas da rede pública; fazemos audiências públicas e criamos conselhos”, apontou Hadich como alguns exemplos do trabalho que está sendo realizado na cidade.
Os prefeitos de Piracicaba e de Araras também expuseram dados das cidades e a vice-prefeita de Sorocaba falou sobre a criação de 23 parques lineares que foram construídos para a conservação dos leitos dos rios e ribeirões da cidade.
Barros, ex-prefeito de Maringá, reforçou que o saneamento é um trabalho de vários governos e para isto é fundamental um planejamento estratégico com a continuidade das políticas públicas. Segundo ele, a continuidade e a participação popular fez com que a cidade atingisse níveis elevados em comparação aos municípios do Brasil. “A sociedade civil organizada entendeu que a participação dela é legítima. O cidadão precisa decidir se ele quer somente reclamar ou quer ver o problema resolvido. Então é preciso a efetiva participação popular”, disse.
“Limeira busca exemplos de cidades que tiveram a continuidade das políticas, como em Piracicaba e Maringá. A cidade não teve essa cultura de continuidade de políticas, no passado, por isto enfrentamos problemas e trabalhamos para mudar essa realidade”, explicou Hadich.
A proposta do Arq.Futuro é debater temas relacionados ao campo da arquitetura e do urbanismo, com a participação de especialistas brasileiros e estrangeiros. Os seminários discutem os desafios de planejamento e gestão enfrentados pelas cidades. O encontro era realizado apenas em capitais e pela primeira vez aconteceu em uma cidade de médio porte.
O prefeito de Limeira, Paulo Hadich, participou de uma mesa redonda com a presença dos prefeitos Gabriel Ferrato, de Piracicaba; Nelson Dimas Brambilla, de Araras, e da vice-prefeita de Sorocaba, Edith Maria Garboggini Di Giorgi. A mesa de debate teve a mediação do ex-prefeito de Maringá, Silvio Barros.
Hadich apresentou dados sobre a bacia hidrográfica de Limeira e destacou a importância da conservação do ribeirão Pinhal para o futuro sustentável do município. O prefeito ressaltou que problemas como ocupação irregular do solo, na área rural, degradação de áreas de preservação, construção de poços artesianos em excesso e fossas negras que contaminam o lençol freático nunca tinham sido enfrentados, mas esse quadro vem mudando.
“Temos uma perda física de 15%, quando no Brasil a média é de 38%; o nosso esgoto é 100% tratado; o Pelotão Ambiental da Guarda Civil Municipal é muito eficiente, trabalhamos o tema nas escolas da rede pública; fazemos audiências públicas e criamos conselhos”, apontou Hadich como alguns exemplos do trabalho que está sendo realizado na cidade.
Os prefeitos de Piracicaba e de Araras também expuseram dados das cidades e a vice-prefeita de Sorocaba falou sobre a criação de 23 parques lineares que foram construídos para a conservação dos leitos dos rios e ribeirões da cidade.
Barros, ex-prefeito de Maringá, reforçou que o saneamento é um trabalho de vários governos e para isto é fundamental um planejamento estratégico com a continuidade das políticas públicas. Segundo ele, a continuidade e a participação popular fez com que a cidade atingisse níveis elevados em comparação aos municípios do Brasil. “A sociedade civil organizada entendeu que a participação dela é legítima. O cidadão precisa decidir se ele quer somente reclamar ou quer ver o problema resolvido. Então é preciso a efetiva participação popular”, disse.
“Limeira busca exemplos de cidades que tiveram a continuidade das políticas, como em Piracicaba e Maringá. A cidade não teve essa cultura de continuidade de políticas, no passado, por isto enfrentamos problemas e trabalhamos para mudar essa realidade”, explicou Hadich.
Fonte: Prefeitura de Limeira (aqui)
Encontro de Educação Ambiental cujo tema foi os córregos que sumiram na história de Limeira
Evento discute educação ambiental com coordenadores e professores municipais
Coordenadores pedagógicos e professores de Limeira participaram de um encontro na última quinta-feira, 24 de julho, para discutir historicamente a construção do Plano Hidrográfico do município. O evento foi realizado pela Prefeitura de Limeira e ministrado por representantes da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, em continuidade à Semana da Água, na Secretaria de Educação.
A reunião faz parte da formação que esses profissionais estão recebendo pela prefeitura e contou com apoio da Secretaria de Obras e Urbanismo, que elaborou um mapa com a rede hidrográfica municipal e pontuou os prédios escolares. Outro objeto de análise do projeto foi uma foto aérea datada de 1964, também fornecida pela pasta, para estudo e comparação.
O objetivo do evento foi relacionar a história com o meio ambiente. Segundo o diretor de educação ambiental da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Tiago Georgette, é importante mostrar que o soterramento de córregos é a razão de muitos problemas atuais. “As enchentes e a falta d'água são uma consequência. Não é algo que surgiu agora”, conta.
De acordo com Georgette, o encontro foi produtivo pois houve uma troca de conhecimentos, a partir das experiências dos coordenadores e professores. Cerca de 110 pessoas participaram da reunião, que foi dividida em dois períodos: manhã e tarde. O diretor da secretaria ressaltou que a questão ambiental é um assunto interdisciplinar. “Muitas vezes, relacionamos o ambiente à geografia e à ciência, mas é preciso lembrar que há um contexto histórico também”, afirma.
Seguem fotos no anexo. Créditos: Wagner Morente.
Felipe Caires - Estagiário de Jornalismo
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Aterro Municipal é tema de aula para alunos da escola rural do Jaguari
Alunos da escola rural Ângelo Biasotto, localizada no bairro Jaguari, participaram na sexta-feira, 1º de agosto, de uma atividade de educação ambiental sobre a destinação do lixo, promovida pela Prefeitura de Limeira. Os alunos aprenderam conceitos sobre tipos de resíduos, a diferença entre aterro e lixão, a necessidade de redução do volume de materiais descartados, entre outros tópicos.
A iniciativa, que envolve a parceria das secretarias de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Educação e Serviços Públicos, está inserida no Plano de Comunicação Social requerido pelo processo de licenciamento de operação do aterro junto à Cetesb. Esse plano prevê a divulgação de informações à comunidade que é direta e indiretamente afetada pelo aterro.
Segundo o diretor de Educação Ambiental da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Tiago Georgette, essa atividade contribuiu para que os alunos tomassem ciência da complexidade da gestão dos resíduos e dos processos químicos resultantes da decomposição do lixo, como o chorume e o gás metano. “As pessoas que moram no entorno do aterro precisam entender o serviço prestado no local, que é de relevância social e ambiental”, explicou.
A professora da escola, Andressa Pereira, explicou que essa aula serviu como complemento a uma atividade anterior, em que o alunos – de sete a 11 anos – visitaram o Aterro Municipal. “Houve a conscientização sobre o caminho do lixo que é produzido em casa e quais os materiais que podem causar danos ao meio ambiente”, salientou.
Para a aluna Heloísa Biazotti Guilmo, de 8 anos, foi uma aula interessante. “Em vez de jogar o lixo fora, podemos reciclar e reaproveitar”, disse referindo-se a um trabalho desenvolvido na escola em que os alunos utilizaram garrafas pet para plantar ervas, como cebolinha. Outro aluno, Felipe Miguel de Siqueira, de 9 anos, mostrou que compreendeu bem a lição. “O aterro tem captação de chorume e de gás metano, enquanto o lixão não tem”, afirmou.
Fonte: Prefeitura de Limeira (aqui)
A iniciativa, que envolve a parceria das secretarias de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Educação e Serviços Públicos, está inserida no Plano de Comunicação Social requerido pelo processo de licenciamento de operação do aterro junto à Cetesb. Esse plano prevê a divulgação de informações à comunidade que é direta e indiretamente afetada pelo aterro.
Segundo o diretor de Educação Ambiental da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Tiago Georgette, essa atividade contribuiu para que os alunos tomassem ciência da complexidade da gestão dos resíduos e dos processos químicos resultantes da decomposição do lixo, como o chorume e o gás metano. “As pessoas que moram no entorno do aterro precisam entender o serviço prestado no local, que é de relevância social e ambiental”, explicou.
A professora da escola, Andressa Pereira, explicou que essa aula serviu como complemento a uma atividade anterior, em que o alunos – de sete a 11 anos – visitaram o Aterro Municipal. “Houve a conscientização sobre o caminho do lixo que é produzido em casa e quais os materiais que podem causar danos ao meio ambiente”, salientou.
Para a aluna Heloísa Biazotti Guilmo, de 8 anos, foi uma aula interessante. “Em vez de jogar o lixo fora, podemos reciclar e reaproveitar”, disse referindo-se a um trabalho desenvolvido na escola em que os alunos utilizaram garrafas pet para plantar ervas, como cebolinha. Outro aluno, Felipe Miguel de Siqueira, de 9 anos, mostrou que compreendeu bem a lição. “O aterro tem captação de chorume e de gás metano, enquanto o lixão não tem”, afirmou.
Fonte: Prefeitura de Limeira (aqui)
Coopereli participa de mais uma oficina de capacitação
A criação de um plano de trabalho para a Coopereli (Cooperativa de Reciclagem de Limeira) foi o objetivo de mais uma oficina de capacitação promovida pela ONG Circus (Circuito de Interação de Redes Sociais), nesta quinta-feira, 17 de julho.
A iniciativa recebe o apoio da Prefeitura de Limeira, que por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente e do Ceprosom, vem realizando esforços para otimizar o trabalho desenvolvido pela Coopereli. Dentre as ações previstas, estão o aumento da produção e da renda dos cooperados, além da melhoria das condições de trabalho.
As oficinas, organizadas pela Circus, foram viabilizadas por meio de um convênio assinado entre a prefeitura e a Abihpec (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal Perfumaria e Cosmética) e com a Abipla (Associação Brasileira de Indústrias de Produtos de Limpeza e Afins).
Segundo o sociólogo da Circus, João Conrado Dias Fabbri, a ideia desse trabalho é promover um cronograma de atividades que possa ser implantado a partir das demandas identificadas pelos próprios cooperados. “Estamos discutindo a resolução de problemas de infraestrutura, como a adoção de um sistema de alimentação da esteira, além de fortalecer a articulação com entidades parceiras e aprimorar a comunicação com todos os envolvidos no processo”, afirmou.
Outra integrante da ONG, a geógrafa Nara Barreto Malta, explicou que Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê a chamada “logística reversa”, um conjunto de ações destinadas a instituir a coleta e restituir os resíduos sólidos ao setor empresarial. Ela ainda frisou que essas oficinas estão proporcionando aos integrantes da Coopereli a aquisição de conhecimento a respeito de cooperativismo, leis ambientais e de resíduos sólidos.
Para Eva Conceição de Souza, de 55 anos, que atua na cooperativa há 12 anos ao lado do marido, a atividade é uma importante atividade econômica, que possibilita o sustento da filha e de um neto. Ela comentou que as oficinas trarão bons resultados tanto para os cooperados como para os catadores autônomos. “Além de fortalecer os grupos envolvidos no trabalho, estamos conhecendo os nossos direitos, melhorando nossa autoestima e a renda das famílias”.
Sobre a Coopereli
Criada em 2002, a Coopereli está instalada em um terreno cedido pela prefeitura, na av. Antonio de Luna, no Jardim Aeroporto, e conta com o trabalho de aproximadamente 16 pessoas. Diariamente, recebe dois caminhões com recicláveis. Todo o material é separado, prensado e revendido.
A iniciativa recebe o apoio da Prefeitura de Limeira, que por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente e do Ceprosom, vem realizando esforços para otimizar o trabalho desenvolvido pela Coopereli. Dentre as ações previstas, estão o aumento da produção e da renda dos cooperados, além da melhoria das condições de trabalho.
As oficinas, organizadas pela Circus, foram viabilizadas por meio de um convênio assinado entre a prefeitura e a Abihpec (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal Perfumaria e Cosmética) e com a Abipla (Associação Brasileira de Indústrias de Produtos de Limpeza e Afins).
Segundo o sociólogo da Circus, João Conrado Dias Fabbri, a ideia desse trabalho é promover um cronograma de atividades que possa ser implantado a partir das demandas identificadas pelos próprios cooperados. “Estamos discutindo a resolução de problemas de infraestrutura, como a adoção de um sistema de alimentação da esteira, além de fortalecer a articulação com entidades parceiras e aprimorar a comunicação com todos os envolvidos no processo”, afirmou.
Outra integrante da ONG, a geógrafa Nara Barreto Malta, explicou que Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê a chamada “logística reversa”, um conjunto de ações destinadas a instituir a coleta e restituir os resíduos sólidos ao setor empresarial. Ela ainda frisou que essas oficinas estão proporcionando aos integrantes da Coopereli a aquisição de conhecimento a respeito de cooperativismo, leis ambientais e de resíduos sólidos.
Para Eva Conceição de Souza, de 55 anos, que atua na cooperativa há 12 anos ao lado do marido, a atividade é uma importante atividade econômica, que possibilita o sustento da filha e de um neto. Ela comentou que as oficinas trarão bons resultados tanto para os cooperados como para os catadores autônomos. “Além de fortalecer os grupos envolvidos no trabalho, estamos conhecendo os nossos direitos, melhorando nossa autoestima e a renda das famílias”.
Sobre a Coopereli
Criada em 2002, a Coopereli está instalada em um terreno cedido pela prefeitura, na av. Antonio de Luna, no Jardim Aeroporto, e conta com o trabalho de aproximadamente 16 pessoas. Diariamente, recebe dois caminhões com recicláveis. Todo o material é separado, prensado e revendido.
Fonte: Prefeitura de Limeira (aqui)
Prefeitura realiza palestra sobre recursos hídricos
A Prefeitura de Limeira realizou, na terça-feira, 22 de julho, uma palestra sobre a questão da água para os funcionários da empresa Pirasa Concessionária de Caminhões Mercedes-Benz. O tema foi escolhido devido à grande preocupação com a falta de chuva e as consequências desse período de seca.
A palestra foi ministrada pelo diretor de Educação Ambiental da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Tiago Georgette, como parte das atividades da “Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho” da empresa. Ele falou sobre as características da bacia hidrográfica em que Limeira está inserida, os rios utilizados para a captação de água do município e os danos ambientais gerados pelo descarte irregular de resíduos nos rios.
A prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, disponibiliza às empresas palestras sobre questões ambientais. As instituições interessadas devem agendar pelo telefone 3451-3883 ou pelo e-mail bioatividades@limeira.sp.gov.br. Esse serviço é gratuito.
A palestra foi ministrada pelo diretor de Educação Ambiental da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Tiago Georgette, como parte das atividades da “Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho” da empresa. Ele falou sobre as características da bacia hidrográfica em que Limeira está inserida, os rios utilizados para a captação de água do município e os danos ambientais gerados pelo descarte irregular de resíduos nos rios.
A prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, disponibiliza às empresas palestras sobre questões ambientais. As instituições interessadas devem agendar pelo telefone 3451-3883 ou pelo e-mail bioatividades@limeira.sp.gov.br. Esse serviço é gratuito.
Fonte: Prefeitura de Limeira (aqui)
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