segunda-feira, 21 de março de 2011

Curso de Formulação e Gestão em Políticas Públicas de Juventude

Curso de Formulação e Gestão em Políticas Públicas de Juventude realizado pela Universidade da Juventude.

O Curso Formulação e Gestão em Políticas Públicas de Juventude representa uma oportunidade de aprendizagem para os gestores e as lideranças jovens relacionadas com a formulação e gestão de políticas públicas de juventude no Brasil.

O curso tem como objetivo o fortalecimento das competências individuais e institucionais dos atores estratégicos envolvidos na formulação, gestão e no controle social de planos, estratégias e programas de juventude.

O programa acadêmico está estruturado em 4 Módulos de aprendizagem, com a carga horária é de 40 horas durante o período de quatro semanas. Após a finalização do curso a Universidade da Juventude expedira um certificado de conclusão do curso.

A metodologia do curso é baseado em um aprendizado assíncrono, onde os participantes não precisam estar on-line, nem trabalhar juntos ao mesmo tempo, e requer de 8 a 10 horas de trabalho intensivo por semana. Isso permite ao participante escolher seus horários de estudo e otimizar o seu tempo. Em média, cada pessoa precisa trabalhar no curso de duas a três horas por dia, seja pela manhã, à tarde ou à noite.

A terceira edição do Curso Virtual de Formulação e Gestão em Políticas Públicas de Juventude ocorrerá entre os dias 25 de abril e 22 de maio de 2011.

O investimento do curso é de R$ 300,00 por participante.

Para fins de certificação, será exigido do participante a finalização de todos os exercícios obrigatórios e a presença de, no mínimo, 75% do total das aulas e atividades do curso.

As inscrições para a próxima turma do curso virtual Formulação e Gestão em Políticas Públicas de Juventude estão abertas a partir de agora. O prazo de inscrição é até o dia 10 de abril de 2011.

As próximas turmas do curso de Formulação e Gestão de Políticas Públicas de Juventude estão dispostas conforme o cronograma abaixo:

* Turma 03: 25 de abril a 22 de maio de 2011
* Turma 04: 04 a 31 de julho de 2011
* Turma 05: 03 a 30 de outubro de 2011
* Turma 06: 16 de janeiro a 12 de fevereiro de 2012

Candidatos com investimento integral de R$ 300,00 serão aceitos após do preenchimento do formulário de inscrição de forma completa e a realização do pagamento.

Inscreva-se já e garanta a sua vaga!

domingo, 13 de março de 2011

Para proteger a mata nativa, a USP vai exterminar palmeiras

Palmeira exótica invade mata atlântica reservada da USP.
Na reserva da mata atlântica da USP, dentro da Cidade Universitária, em São Paulo, já não predominam as árvores típicas da flora nativa, como cedros, aroeiras, paineiras, palmitos jussara e pimenteiras.

Para onde se olhe, o que se vê é um terreno dominado por palmeiras-reais, ou seafórtias, "praga" trazida da Austrália há 50 anos, que começou a invadir a reserva e matar espécies nativas.

O exército de invasoras já tem 3.000 palmeiras adultas --em toda a reserva, de dez hectares, são cerca de 20 mil árvores. Mais 3.000 ocupam outras áreas do campus. As mudas são incontáveis.

As armas da planta exótica são agressivas: cada árvore produz de um a dez cachos e cada cacho tem 3.600 frutos, que dão o ano inteiro. Em quatro anos está em idade reprodutiva. "É uma verdadeira bomba", diz Welington Delitti, coordenador de gestão ambiental da USP.

O Instituto de Biociências, que ele dirige, começou a detectar que a planta estava infestando a mata atlântica de planalto há cerca de 20 anos.

"Tínhamos mais de 130 espécies de árvores --muito superior a toda a flora arbórea das ilhas britânicas. Logo a palmeira-real se tornou a espécie mais importante."

Sem apoio das autoridades para fazer o manejo, que até há pouco tempo nem era regulamentado, os pesquisadores se limitaram a etiquetá-las e acompanhá-las, inventariando a flora da reserva para medir o impacto.

Agora, o contra-ataque finalmente será promovido.

Ainda neste mês a universidade dará início ao processo de licitação para definir a empresa que destruirá essas palmeiras e plantará 10 mil plantas nativas no lugar, num processo que só deve terminar no final de 2012.

O custo ainda não foi estimado e os recursos virão da própria USP (20%) e do fundo estadual de recursos hídricos (80%), porque a mata protege uma nascente, um lago e um córrego.

Para destruir as invasoras, será preciso galgá-las com esporas e cortar o ápice de seu tronco, onde está o palmito. Como essa árvore cresce para cima, sem o palmito, ela vai naturalmente morrer e se decompor, sem destruir as espécies vizinhas, como ocorreria numa derrubada.

Os palmitos cortados vão incrementar o cardápio do bandejão por vários meses.

"Tememos que ela invada a costa paulista, pois as pessoas plantam nos condomínios das praias", diz Delitti.

Segundo levantamento mais recente da SOS Mata Atlântica, a cidade tem 24 mil hectares de mata nativa, distribuída principalmente na região das serras do Mar e da Cantareira --apenas 16% da vegetação original.

Fonte: Folha de São Paulo (aqui)

Projeto obriga retirada de restos de poda

Medida tem como alvos as empresas concessionárias de serviço público

Restos de árvores - como galhos, troncos e outras sujeiras - não poderão ficar nas calçadas após serviços de poda feitos por concessionárias, sob a pena de advertência e multa. Esta é a proposta do vereador Eliseu Daniel dos Santos (PDT) em projeto de lei assinado também pelo vereador Miguel Lombardi (PR).

Eliseu disse ter identificado o problema por meio de reclamações da população e também ao observar a situação pelas ruas da cidade. "Fica aquele monte de sujeira atrapalhando a passagem dos pedestres", reclamou.

O projeto estabelece que as concessionárias ou permissionários de serviços públicos municipais, estaduais ou federais ficam obrigados a providenciar a remoção imediata de galhos, árvores e detritos provenientes das atividades por eles desenvolvidas no município.

Na justificativa, o vereador cita a empresa de energia elétrica que atende Limeira. "Tenho recebido diariamente inúmeras reclamações relativas à Elektro, que efetua as podas de árvores (quando de serviços de manutenção)". "A empresa acaba deixando verdadeiras 'montanhas' de galhos nas calçadas, impedindo o trânsito de pedestres, além de sujar e deixar a cidade com aspecto de abandono", complementa.

Eliseu ressalta que o objetivo do projeto é justamente obrigar que as empresas evitem argumentar que não podem realizar a coleta dos detritos. "Soube que eles disseram à prefeitura que não podem recolher por não ter um caminhão. Uma empresa que tem uma receita tão monstruosa não tem como não ter a possibilidade de fazer o serviço por completo", falou.

PENA

O projeto de lei prevê advertência num primeiro momento. Em caso de reincidência, a empresa deve ser multada em três mil Ufesps (Unidades Fiscais do Estado de São Paulo), o que equivale hoje a R$ 52.350,00. Em nova reincidência, a multa será dobrada.

O vereador acredita que o projeto passará pelo aval das comissões e vereadores. "Criamos esta lei justamente com o objetivo de não permitir que a cidade continue suja e abandonada", afirmou.
O Jornal de Limeira entrou em contato com a Assessoria de Imprensa da Elektro a respeito da citação na justificativa do projeto de lei. "Até o fechamento desta edição, porém, não houve retorno da solicitação".

Fonte: Jornal de Limeira (aqui)
MEUS COMENTÁRIOS

A população não dá o devido valor ao tema Arborização Urbana.
Parte dessa desconsideração, em minha opinião, se dá ao fato da forma como a poda é realizada. Um dos grandes benefícios da árvore é a sombra, mas quando a poda é realizada no verão, esse benefício some.
Outra questão é a forma como a poda se dá, já que o seu formato não é mantido e com isso a estabilização dela pode ser perdido e as chances dela cair serão maiores.
Outro ponto é a capacitação dos podadores, já que muitas vezes eles apenas depenam as árvores não trabalhando a questão da sanidade das árvores aumentando a chance de mortes, infestação por cupins entre outras.

Google lança Street View para museus

O nascimento de Vênus - Botticelli, na Galeria Uffizi
São Paulo - O Google apresentou nesta terça-feira (1º) o Art Project, ferramenta que permite ao usuário visitar 17 dos mais famosos museus do mundo e analisar as obras de arte disponíveis pela internet. Similar ao Street View, o serviço de navegação usa fotos panorâmicas que simulam a perspectiva de uma pessoa que estaria vendo as obras de arte no local.

Entre os museus fotografados para o tour virtual, estão o MoMA e o The Metropolitan Museum of Art, em Nova York, o Palácio de Versalhes, na França, o Museu Van Gogh, em Armsterdã, e a Galeria Nacional, em Londres.

Segundo anúncio no blog oficial do Google, mais de mil obras estão disponíveis em resolução "super alta" (de 7 bilhões de pixels, mil vezes maior do que a de uma câmera fotográfica comum), o que permite a visão microscópica para aqueles que querem analisar as pinceladas de determinado quadro. As imagens foram obtidas por pequenos carros que fotografaram as galerias dos museus em 360º.

As obras, listadas no topo da página, também podem ser catalogadas em galerias personalizadas pelo usuário, comentadas e compartilhadas. O Google ainda disponibiliza informações detalhadas sobre as peças e seus autores, além de vídeos do Youtube relacionados. 

Fonte: Portal Exame (aqui)

O caos em que o nosso sistema de transporte se encontra.



Bruno Paes Manso e Rodrigo Brancatelli, O Estado de S.Paulo, 3 de março de 2011

A frota paulistana vai atingir neste mês a impressionante marca de 7 milhões de veículos. Segundo dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), que recebe informações da Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp), janeiro já fechou com 6.973.958 de carros, motos, caminhões e ônibus. Os números de fevereiro ainda serão divulgados, mas, seguindo a evolução mensal dos emplacamentos, o último milhão está prestes a ser alcançado.

O mais surpreendente é que, enquanto a cidade demorou oito anos para pular de 5 milhões para 6 milhões – de janeiro de 2000 a 2008 -, os 7 milhões serão batidos em apenas três anos. Com um detalhe: São Paulo tem 17 mil quilômetros de vias pavimentadas. Para-choque a para-choque, a frota atual formaria uma fila de 26 mil quilômetros de ruas e avenidas, quase duas vezes a distância de São Paulo até Cabul, no Afeganistão. Para efeito de comparação, na década de 1970 a capital registrava 965 mil veículos para número parecido de vias: 14 mil quilômetros.

Fonte: Blog Ecologia Urbana (aqui)

MEUS COMENTÁRIOS
A informação deste post não é nada novo, pois há anos a questão do transporte único tem maior interesse que o tema do transporte coletivo.
Qualquer cidade que você vá, você encontrará trafego intenso de carro e em qualquer horário.
Fruto do individualismo? miopia governamental? O fato é que as pessoas têm pouco interesse pelo transporte coletivo, e para aquelas qua ainda tem algum interesse, o Poder Público cuida para que ela perca esse interesse. O transporte coletivo é muito caro, desconfortável, fora do horário, desrespeita o cliente e faz que qualquer um sonhe com o dia da emancipação, quando ele poderá comprar uma moto ou já um carro.
E o interesse em mudar esse ciclo vicioso é quase nulo. As medidas são muito mais na teoria do que na prática, e quando são realizadas, são paliativas e de perfumarias.
Essa questão não é um problema apenas de um governo e sim de  toda a sociedade moderna.
Enfrentá-la demandará audácia, critividade e revolução no sistema, pois quase nada do que tem sido feito vai nessa direção.

Ordem do Dia - 8ª Sessão Ordinária - 14/03/11

Ordem do Dia - 8ª Sessão Ordinária

I – Projeto de Lei Complementar n°360/10, de autoria do Prefeito Municipal, que cria a Coordenadoria Municipal de Proteção, Defesa e Bem-Estar Animal e dá outras providências.

II – Projeto de Lei Complementar n°350/10, de autoria do Prefeito Municipal, que altera a Lei Complementar nº484, de 17 de setembro de 2009.

III – Projeto de Lei nº1/11, de autoria do Vereador Ronei Costa Martins, que dispõe sobre o Plano de Evacuação de Emergência para as construções acima de 750m² (setecentos e cinquenta metros quadrados).

IV – Projeto de Lei nº29/11, de autoria do Vereador Paulo Cezar Junqueira Hadich, que institui o Dia Municipal do Rotaract no Calendário Oficial do Município de Limeira, e dá outras providências.

V – Projeto de Decreto Legislativo nº3/11, de autoria da Vereadora Iraciara das Dores Bassetto Barollo Sagioro, que concede Diploma em Homenagem ao Dia Internacional da Mulher às mulheres que se destacaram desenvolvendo ações educativas, da saúde, políticas e violência acerca da situação da mulher em nossa sociedade, nos termos das Resoluções n°s 195/02 e 278/07, e dá outras providências.

VI – Projeto de Lei nº33/11, de autoria do Vereador Raul Nilsen Filho, que perpetua Osvaldo Zolezi à Avenida 02 - A-B do Residencial Ilha de Bali no Município de Limeira.

VII – Projeto de Lei nº42/11, de autoria do Prefeito Municipal, que altera dispositivo da Lei n° 4578, de 26 de maio de 2010 e dá outras providências.

VIII – Projeto de Lei Complementar nº10/11, de autoria do Prefeito Municipal, que altera a Lei Complementar n° 560, de 29 de Dezembro de 2010, e dá outras providências.

IX – Projeto de Lei nº44/11, de autoria do Prefeito Municipal, que determina a reposição de árvores suprimidas, dispõe sobre a arborização utilizando espécies adequadas e dá outras providências.

X – Projeto de Lei nº46/11, de autoria do Vereador José Farid Zaine, que inclui no Calendário Oficial de Eventos do Município a Festa do Padroeiro.

Informação enviada pelo gabinete do vereador Paulo Hadich (PSB)

quinta-feira, 10 de março de 2011

Ginásio dá lugar a drogas e prostituição

Fonte: Capa do Jornal de Limeira (10/3/11)


Obras estão paradas desde novembro do ano passado

As obras de construção de um ginásio poliesportivo no Jardim Santa Eulália estão paradas e o local, sem uso, tem sido ponto de consumo de drogas e prostituição. O fato desagrada moradores vizinhos, que pedem a conclusão do projeto para que possam utilizar o ginásio.
No sábado, o Jornal Oficial do Município publicou o 3º Termo de Prorrogação de Prazo de Contrato com a empresa responsável pela obra. Com isso, a data final se estenderá para o próximo dia 29.
O ginásio poliesportivo é coberto, terá arquibancadas, palco, iluminação, sanitários e vestiários. A quadra será multiuso - para basquetebol, voleibol e futsal.

As obras seguem inacabadas. Já foram feitas as estruturas metálica e de alvenaria, além da cobertura do ginásio. Falta, porém, reboco nas partes externas dos banheiros, que também não foram finalizados. Há apenas o espaço para os banheiros e vestiários, mas não há divisões de cabinas nem a instalação de privadas e pias, apenas das instalações hidráulicas.
Moradora do bairro, uma ourives, de 30 anos, que preferiu não se identificar, relatou a situação do ginásio. "Está servindo apenas de ponto de tráfico. É sempre uma bagunça nesse lugar", disse. A ourives lamenta que não pode deixar os filhos brincarem nas proximidades. "Quando era apenas um campo, eu ficava tranquila em deixar eles irem até lá. Agora, porém, fico com medo até de deixar passarem do lado, pois alguém pode fazer mal a eles", afirmou.

Em um dos vestiários, existe até mesmo um sofá/Crédito: Maurício R. Martins


Um caminhoneiro, também vizinho do ginásio, diz que o lugar, além do tráfico, é utilizado para prostituição. "Ficam aqui usuários de drogas e prostitutas. Enquanto aqui seria o lugar ideal para nossas crianças praticarem esportes", criticou. "Precisam terminar e pôr para usar (o ginásio). Desde novembro, não vemos obras", afirmou.
O Jornal de Limeira constatou o cenário de abandono. Pichações predominam nas paredes do ginásio. Dentro dos banheiros e vestiários, que permanecem o tempo todo abertos, há vestígios que de fato a reclamação da população procede. Cápsulas de drogas, garrafas de bebidas vazias, maços e bitucas de cigarros e preservativos usados são encontrados no lugar. Há até mesmo um sofá velho dentro de um dos vestiários.

VERBA

O ginásio é subsidiado em grande parte pelo Ministério dos Esportes, por meio do Programa do Esporte e Lazer na Cidade. O valor total da obra é de R$ 998,5 mil, sendo que R$ 780 mil são de verbas federais. A contrapardida da prefeitura é de R$ 218,5 mil.

A emenda no Orçamento da União foi conseguida por intermédio do vereador Miguel Lombardi (PR) com a liderança do partido em Brasília. Isso em 2008. As obras começaram apenas em março de 2010. A assessoria de Lombardi informou que o vereador enviou ofícios diversas vezes ao prefeito pedindo providências a respeito da obra.
A Prefeitura de Limeira, por meio de sua Assessoria de Imprensa, alegou que, segundo a Secretaria de Obras e Serviços Urbanos, o projeto está sendo reavaliado para atender questões de adaptação para portadores de deficiência e também às exigências do Corpo de Bombeiros. Por isso, espera a melhoria no clima para retomar as obras e fechar o local para coibir invasões.

Fonte: Jornal de Limeira (aqui)

MEUS COMENTÁRIOS

Depois de quase 3 anos que o Governo Federal liberou a emenda para a construção, a Prefeitura está estudando a questão da acessebilidade??? Uma obra como essa não deve ter sido planejada sem adaptação, além do fato que que o Governo Federal não daria dinheiro para um projeto que não tem questões básicas de segurança.
Se deu, que casse a carteira do engenheiro e/ou arquiteto responsável pela obra, afinal ele pensou num projeto arquitetônico para o século XIX!!!

Enquanto isso, quem cobrirá os prejuízos com a obra parada? Afinal, materiais deterioram e a estrutura de construção requer recursos para sua manutenção.

Isso demonstra incompetência grave do Poder Público Local. Em verdade, parece que com os mais de 600 milhões de reais do orçamento, eles não colocaram recursos para a contrapartida municipal ou a utilizou para as dezenas de cargos comissionados...

A secretaria de Esporte está às minguas. Na reunião do Conselho da Juventude, funcionários da pasta reclamaram que nem computador para enviar e-mails eles têm!!!

Não sei se Limeira precisa de choque de gestão ou de dar choques em políticos incompetentes...