segunda-feira, 6 de março de 2017

Prefeitura lança programa de educação ambiental



A Secretaria de Educação lançou nesta sexta-feira (3) o Programa de Educação Ambiental 2017, que prevê o desenvolvimento de projetos no setor. O ponto de partida é a questão da água e sua relação com o meio ambiente. O programa será desenvolvido em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente. O evento foi realizado no teatro Nair Bello e recebeu a presença de diretores, vice-diretores e professores coordenadores da rede municipal de ensino.

O vice-prefeito Júlio C. Pereira dos Santos, o Dr. Júlio, falou sobre a importância de conscientizar as crianças sobre o uso consciente da água. Ele lembrou que Limeira é referência na área ambiental e que vem conquistando reconhecimento do programa Município Verde Azul, do governo estadual. “Limeira é pioneira na questão da água”, disse referindo-se à tubulação de 16 quilômetros construída há várias décadas para abastecer a cidade e que foi tema de uma exposição intitulada “A vinda da água para Limeira”, que esteve em cartaz em diversos pontos da cidade, incluindo a sede da prefeitura.

De acordo com a proposta, as unidades escolares terão autonomia para elaborar seus projetos, em conformidade com o currículo pedagógico. O Secretário de educação, André Luiz de Francesco, ressaltou que o programa permite que as escolas gerem registros e memórias das atividades e trabalhem na filosofia do planejar, implementar e avaliar os processos educativos. “O município está à frente na questão ambiental, nosso maior desafio será superar os resultados alcançados. Esse projeto permite renovar as nossas esperanças e nosso desejo de lutar pelo município”.

O evento contou com a participação do secretário de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Paulo Trigo, que frisou a importância do meio ambiente no plano de governo do prefeito Mário Botion, sobretudo na criação de projetos de arborização e compostagem.

Na ocasião, houve uma homenagem a aluna Nauane Vitória Moreira, de 10 anos, que é aluna do 6º ano da Emeief Professora Maria Egle Ciarrochi e que venceu no ano passado um concurso de criação do logotipo do projeto [sic].

Fonte: Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Limeira (e-mail)

Observação: a aluna Nauane era aluna da escola EMEIEF Egle. Mas no ano passado ela concluiu o 5º ano e foi para outra escola para continuar os estudos, estando atualmente no 6º ano.

Mais fotos do evento:






A agricultura da não violência


Nenhum texto alternativo automático disponível.


A agricultura em si já é uma violência às estruturas e aos processos da natureza e seus serviços ecossistêmicos vitais para a vida superior e a produção. A agricultura atual modificou radicalmente os ecossistemas, implantando sistemas mecanicistas, não naturais, com visão de curtíssimo prazo a favor de lucros momentâneos que destroem o solo, os cursos d'água, o clima e o futuro da humanidade.

Porém, existe outro tipo de agricultura, que trabalha com os ecossistemas, embora simplificados, respeitando a natureza, conservando os solos, os cursos de água, a paisagem (protegendo-a da livre passagem dos ventos) e o clima, conseguindo com isso uma produção ecológica e economicamente melhor e sustentável.

A base de toda a vida e de toda produção vegetal em nosso globo é o solo. Um solo sadio mantém as plantas sadias e plantas sadias fornecem uma alimentação sadia, que mantém os seres humanos física e mentalmente sadios. E pessoas sadias, com um espírito sadio, não destroem sua base vital e o ambiente onde vivem,, mas o conservam. Não somente cuidam de seus solos e do meio ambiente, mas também de seus próximos, criando bem-estar e paz.

Mokiti Okada prediz que este milênio será de paz, saúde e bem-estar. E tudo começa com um solo puro (sem venenos), vivo, sadio e produtivo para possibilitar homens com espírito sadio. Não são obras faraônicas que nos garantem um futuro radiante. Elas somente tentam encobrir todos os absurdos, erros e destruições que tornam as previsões sinistras. As atitudes que nos garantem um futuro radiante são o respeito ao solo, à natureza, ao meio ambiente e ao próximo, enfim, o respeito à obra de Deus.

O errado é que não se considera a natureza como um todo, um sistema em que todos os fatores dependem uns dos outros e qualquer coisa que está sendo feita influencia todo o sistema. Na natureza também não existe lixo. Tudo é reutilizado ou reciclado sempre, até virar energia de novo - água e gás carbônico.

Entretanto, hoje desconhecem-se, propositalmente, as interligações. Dizem que a queimada não prejudica o solo. Isto é correto. A queimada não prejudica o solo diretamente, mas ela elimina o alimento das bactérias e fungos do solo que deveriam torná-lo macio, poroso e permeável para a água e o ar. Ela prejudica as forrageiras melhores e somente deixa sobreviver as que podem defender seu ponto vegetativo contra o fogo.

Dizem que os herbicidas que mantêm os solos limpos de plantas nativas seriam destruídos por bactérias e fungos. Mas não o são e continuam intactos nos solos porque, sem matéria orgânica, os fungos e bactérias, que deveriam decompor aquela matéria orgânica, morrem ou "esperam" por condições melhores. É quando, finalmente, prejudicam as raízes e as culturas.

Pretende-se afrouxar os solos compactados e duros com arados, enxadas rotativas pesadas e subsoladores. Eles são rompidos, e até pulverizados, mas nenhuma máquina consegue agregá-los a formar poros novamente. Este é um processo biológico. E, por isso, logo em seguida, solos pulverizados compactam-se outra vez.

As plantas atacadas por insetos, fungos ou bactérias podem ser mantidas limpas por meio de defensivos químicos, dos agrotóxicos ou também por caldas, como a sulfocálcica, a bordalesa, o Bokashi ou outros menos tóxicos, como também pelos "inimigos naturais". As plantas ficam sem parasitas, mas continuam doentes.

Ouçam mais da própria Primavesi em:





Fonte: Página da Ana Primavesi no Facebook (aqui)

sábado, 4 de março de 2017

Livraria Saraiva disponibiliza e-books para baixar de graça



A livraria Saraiva disponibilizou uma série de e-books gratuitos. Para conseguir baixar os títulos de graça, basta clicar no botão “comprar” e o livro vai para o carrinho de compras com custo zero. Após isso, o livro fica disponível para o download gratuito. Lembrando que é preciso estar cadastro no site da Saraiva, siga as orientações.

As obras estão em formato PDF e podem ser baixadas no seu computador, leitor eletrônico ou tablet.

Há vários títulos da literatura nacional ou estrangeira, além de grandes clássicos e biografias.

Abaixo, estão descritas algumas obras disponíveis, confira:
. A Alma Encantadora das Ruas, de João do Rio
. Apologia de Sócrates, de Platão
. A Cartomante, de Wagner de Assis
. A Escrava Isaura, de Bernardo Guimarães
. A Metamorfose, de Franz Kafka
. Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente
. Cândido, de Voltaire
. Contos de Lima Barreto, de Lima Barreto
. Crítica da Filosofia do Direito de Hegel, de Karl Marx
. Crônicas, de Lima Barreto
. Dicionário Filosófico, Voltaire
. Dom Casmurro, de Machado de Assis
. Eu e Outras Poesias, de Augusto dos Anjos
. Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida
. Noite na taverna, de Álvares de Azevedo
. O Ateneu, de Raul Pompéia
. O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla
. O Banquete, de Platão
. O Cortiço, de Aluísio Azevedo
. O livro dos Espíritos, de Allan Kardec
. Os Maias, de Eça de Queirós
. Os Sertões, de Euclides da Cunha
. Papéis Avulsos, de Machado de Assis
. Poemas, de Fernando Pessoa
. Poesias dispersas, de Machado de Assis
. Relíquias de Casa Velha, de Machado de Assis
. Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto
. Quincas Borba, de Machado de Assis

Outros livros digitais gratuitos, acesse AQUI!

Fonte: Site Revista Prosa Verso e Arte (aqui)

Nota do editor: os livros em negrito eu já li. Recomendo principalmente "O Cortiço", "Os Sertões", e o "Triste Fim de Policarpo Quaresma".

Programa Cidades Sustentáveis lança Anexo do Guia de Gestão Pública Sustentável

Início




O material apresenta os 260 indicadores básicos do Programa Cidades Sustentáveis e suas correlações com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), incluindo as metas propostas pela ONU.

Por Luana Copini, da Rede Nossa São Paulo

Foi apresentado hoje (15/02), em São Paulo, o Anexo do Guia de Gestão Pública Sustentável contendo os indicadores do Programa Cidades Sustentáveis e suas correlações com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da ONU. O lançamento foi realizado durante o I Encontro do Programa Cidades Sustentável (PCS) com as prefeituras signatárias (gestão 2017/2020).

O Anexo do Guia apresenta os 260 indicadores básicos do Programa Cidades Sustentáveis e suas analogias com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), incluindo as metas propostas pela ONU.  O trabalho expõe a descrição de cada indicador, bem como as variáveis que os compõem, método de cálculo, eixo do Programa Cidades Sustentáveis ao qual estão associados, número do ODS e número da meta do ODS relacionado. O material traz ainda orientações para a elaboração do Plano de Metas.

Além da exibição do Anexo, Clara Meyer, coordenadora de Indicadores da Rede Nossa São Paulo e do Programa Cidades Sustentáveis, apresentou a nova Plataforma do Programa Cidades Sustentáveis, já com os novos indicadores incorporados.

Para Clara, a publicação é um complemento que traz detalhadamente todos os indicadores já descritos no Guia de Gestão Pública Sustentável. A riqueza de detalhes é o que o torna uma ferramenta importante na alimentação dos indicadores na Plataforma do Programa Cidades Sustentáveis. É um material prático e técnico para auxiliar na capacitação dos gestores municipais.

Sobre o Guia de Gestão Pública Sustentável

Fonte de informação para planejamento, gestão e tomada de decisões na administração pública, o Guia de Gestão Pública Sustentável visa contribuir para a capacitação de gestores públicos municipais e organizações da sociedade civil em diversas cidades brasileiras, para implementarem indicadores e planos de metas que contemplem o desenvolvimento sustentável.  Na versão atualizada o Guia GPS incorpora, dentro de seus 12 eixos, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que reúnem 17 macro objetivos e 169 metas com o propósito de acabar com a pobreza até 2030 e promover universalmente a prosperidade econômica, o desenvolvimento social e a proteção ambiental.

Clique aqui e confira o Guia de Gestão Pública Sustentável

Clique aqui e confira o Anexo do Guia de Gestão Pública Sustentável

Fonte: Site do Programa Cidades Sustentáveis (aqui)

SESC lança concurso para o projeto arquitetônico de sua futura sede em Limeira, no interior de São Paulo

Com uma área estimada em mais de 19 mil m², a proposta deve ser enviada até 28 de abril. Prêmio ao vencedor é de R$ 50 mil

2/Março/2017

   
O Serviço Social do Comércio (Sesc) abriu um concurso para o estudo preliminar e memorial conceitual para a construção sua futura sede em Limeira, no interior de São Paulo. O prêmio para o vencedor é de R$ 50 mil e a assinatura de um contrato estimado em R$ 1,9 milhão para a realização do projeto completo da edificação.
Localizada na Via Luiz Varga, s/ n°, no bairro Anhanguera, a unidade terá área construída coberta estimada 19.000 m², área construída descoberta estimada em 3.100 m² e 3.000 m² de paisagismo. Os trabalhos serão avaliados por comissão julgadora seguindo os seguintes critérios: Partido Arquitetônico e Caráter Institucional, Termo de Referência e Orientações para Elaboração dos Projetos.
Além do prêmio para o primeiro colocado, o Sesc também concederá R$ 35 mil ao segundo lugar, R$ 30 mil ao terceiro, R$ 20 mil ao quarto e R$ 10 mil ao quinto. A comissão julgadora ainda poderá selecionar menções honrosas e destaques.
Os envelopes contendo a proposta arquitetônica e a documentação devem ser enviados ou entregues no período de 24 a 28 de abril, no prédio da Administração Central do Sesc, localizado na Av. Álvaro Ramos, nº 991, Belenzinho, em São Paulo. A sessão de abertura das propostas acontecerá no dia 9 de maio.

O edital completo pode ser acessado no site do Sesc, clicando aqui.

Fonte: Portal AU (aqui)

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Documentário sobre crise hídrica na Índia.


Pense. Se no Brasil, uma crise hídrica é triste e chocante ao ver o sofrimento dos pobres e miseráveis, imagine o que é uma crise hídrica na Índia, onde a população é 6 vezes maior, a desigualdade é mais acentuada e há diferenças de classes de seres humanos que é uma prática aceita culturalmente.



O vídeo, realmente, choca pelo sofrimento que essas pessoas estão passando. Cada morador na zona rural recebe 8 litros de água por semana! Não é por dia, é por semana!

Outra coisa que choca é a relação da água e da exclusão de gênero. Lá, coletar água é uma função iminentemente feminina. Assim, cabe às mulheres andarem quilômetros com vasilhas na cabeça carregando água para a casa.

A crise hídrica está se dando devido ao atraso das chuvas de monções nos últimos dois anos, atingindo principalmente a região de Punjab.

No caso de um homem, a sua mulher não estava dando conta. Assim, ele casou-se pela segunda e pela terceira vez para que mais mulheres pudessem sair a busca de água enquanto ele cuida do campo e dos animais.

O documentário está em inglês mas está com legenda disponível com tradução simultânea.

Conforme a descrição do próprio site:

The Indian state of Punjab is undergoing a severe water crisis. Once an agricultural leader in India, it’s now turning into a desert. Farmers and other rural dwellers are going bankrupt over the need to pay for water delivered from other regions. In this drastic situation, the number of suicides has skyrocketed, but the authorities deny that people are killing themselves over the water shortage.

Em tradução livre: o estado indiano de Punjab está sob uma severa crise hídrica. Onde foi uma vez uma agricultura promissora, hoje está se transformando em deserto. Fazendeiros e moradores rurais estão falindo devido a necessidade de pagar para entregar água vinda de outras regiões.

Nesta dramática situação, o número de suicídios disparou, mas as autoridades negam que as mortes sejam fruto da escassez de água.

Fonte: Canal da Russian TV no Youtube (aqui)



terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

ODSS PASSAM A INTEGRAR PLANEJAMENTO DAS EMPRESAS


ODSs

A Rede Brasil do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) promove amanhã, 09/11, em São Paulo, o Fórum Pacto Global, que irá discutir como o setor privado pode contribuir para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em vigor desde o início deste ano.

“Os ODS têm sido a agenda de Sustentabilidade mais em voga hoje. Empresas estão bastante mobilizadas em relação a este tema e já o incluem em seu planejamento estratégico”, explica Beatriz Martins Carneiro, secretária executiva da Rede Brasil do Pacto Global, que é apoiado localmente pela Deloitte.

Camila Gualda Araújo, sócia-líder do Centro de Governança Corporativa da Deloitte, comenta que empresas pioneiras têm buscado compreender a abrangência dos 17 ODS, a fim de identificar ações que possam ser desenvolvidas em seus ambientes corporativos.

“Grande parte dos ODS requer engajamento governamental, e o Brasil tem se destacado tanto na esfera corporativa, como no compromisso público. Para essas empresas que buscam se diferenciar no mercado, estudar os ODS e definir iniciativas para implementá-los certamente irá culminar em respostas muito positivas da sociedade”, pondera.

PIONEIRISMO

O Brasil foi premiado durante evento em Nova York, em junho deste ano, sendo o único país com dois ganhadores, dentre os dez classificados como pioneiros na implantação dos ODS. Foram 600 empresas que se candidataram, abrangendo 98 países.

Os ODS são o ponto alto da Agenda 2030, que engloba 169 metas baseadas nos três pilares do desenvolvimento sustentável: aspectos econômicos, ambientais e sociais. Algumas delas são bastante alinhadas ao dia a dia de qualquer empresa, independentemente do seu segmento ou porte, tais como eficiência energética e direitos humanos (observando a igualdade de gênero ou combatendo o trabalho infantil, por exemplo). “São questões de grande importância e que não exigem investimento ou alto custo financeiro”, argumenta Beatriz.

Camila complementa: “existem metas que podem ser desdobradas em ações corporativas imediatamente, sem a necessidade de aguardar ações do Governo para dar início à implementação dos ODS”.

Como exemplo, a sócia da Deloitte destaca meta ligada ao ODS 16 (Paz, Justiça e Instituições Fortes). “Temos visto iniciativas marcantes no Brasil para combater a corrupção em todas as suas formas. É notável o fortalecimento das empresas que prezam a ética nos negócios. Pessoas optam por trabalhar em empresas éticas, consumidores optam por comprar de empresas éticas, bancos oferecem melhores condições a empresas éticas”, argumenta.

CONTRIBUIÇÃO EFETIVA DAS EMPRESAS

No Fórum, será divulgado estudo sobre a contribuição das empresas do Comitê Brasileiro do Pacto Global – formado por um grupo de organizações que faz a gestão da Rede Brasil do Pacto Global – para o alcance dos ODS. “Percebemos que, embora estejam em estágios diferentes de implementação, todas têm se dedicado ao assunto. Os ODS mais trabalhados pelas empresas são o 8 (Trabalho decente e crescimento econômico) e o 13 (Ação contra a mudança global do clima)”, conta Beatriz Martins Carneiro.

Camila Gualda Araújo esclarece que são inúmeras as ações atreladas ao desenvolvimento sustentável: “as empresas precisam buscar formas de identificar iniciativas alinhadas à sua estratégia e ao seu negócio, para priorizá-las em uma linha de tempo que justifique o investimento x custo x resultado, de forma a implementá-las e comunicá-las ao seu mercado de interesse, da melhor forma”.

“O trabalho é longo, requer compromisso e determinação, mas certamente trará resultados positivos, não só ao negócio, como também à sociedade e ao meio ambiente, pilares fundamentais da sustentabilidade”, conclui Camila.

O “Fórum Pacto Global – setor privado rumo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável” acontece amanhã, 09/11, no auditório do MASP, em São Paulo. Para mais informações, acesse: www.pactoglobal.org.br

Fonte: Área Patrocinada no site do Estadão (aqui)

MEUS COMENTÁRIOS:

Essa agenda é importante para todo o mundo. Ela sucede os ODM - Objetivos de Desenvolvimento do Milênio que foi implementado de 2000 a 2015. O Brasil alcançou a meta enquanto nação, mas se olharmos estes dados segmentados, veremos que muitas áreas do Brasil passaram longe de alcançar as metas.

Mas se quisermos superar todos os 17 ODS, temos que começar a trabalhar "ontem". Desde o ano passado já iniciamos a implementação deste programa no nosso Programa de Educação Ambiental implementado na Rede Municipal de Ensino de Limeira.

Realizamos uma formação para todas as unidades escolares sobre os ODS e convidamos a cada unidade escolar a diagnosticar a realidade de sua comunidade e verificar qual o ODS que a comunidade mais necessita e iniciar por aí de forma a trabalhar no processo de transformação social.

Muitas unidades já iniciaram o projeto e pudemos ver desde o ano passado já alguns primeiros resultados aparecendo o que muitos nos motiva.

Se as empresas começarem a implementar suplementarmente esses objetivos, todos nós ganhamos devido a sinergia que é possível. Afinal, as melhorias sociais não são apenas obrigação do Poder Público, mas de toda a sociedade civil organizada.