sábado, 13 de maio de 2017

Documentário "A REDE HIDROMETEOROLÓGICA NACIONAL"



A ANA acaba de lançar o documentário "Rede Hidrometeorológica Nacional" produzido especialmente para revelar todos os detalhes deste grande projeto. Diretores e Coordenadores da ANA, pesquisadores, técnicos de instituições parceiras e outros importantes personagens contam, sob seus olhares, as várias fases de execução deste trabalho, fundamental para a gestão dos rios brasileiros.

O documentário foi produzido em um momento importante, que marca a chegada de uma nova geração que assume a gestão da Rede Hidrometeorológica com o compromisso de dar continuidade ao excelente trabalho executado e seguir entregando resultados confiáveis e de qualidade para a gestão de recursos hídricos e, consequentemente, para toda a sociedade.

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Fonte: Canal da ANA no Youtube (aqui)

MEUS COMENTÁRIOS:

Assisti ao teaser deste documentário durante a abertura do Evento "Águas do Brasil" que aconteceu na Câmara dos Deputados e Ministério do Meio Ambiente no último dia da Água.

Ao ouvir pela primeira vez, fiquei pensando na importância de se criar um documentário sobre um tema tão técnico e árido aos ouvidos de pessoas pouco ligadas ao tema do gerenciamento dos recursos hídricos.

Mas ao assistir, isto ficou muito claro: o presente documentário presta uma homenagem aos milhares de brasileiros e brasileiras que dedicaram muito tempo de suas vidas gerando uns números, que podem ser pensados como pouco necessários, mas NÃO!

Os dados gerados possibilitaram a salvação de muitas vidas pela capacidade de prever desastres naturais, e olhe que temos ainda o que avançar. Geraram maior qualidade de vidas para milhões de brasileiros pela oferta de água tratada, energia elétrica e desenvolvimento socioeconômico por todo o Brasil.

Muito bom e vendo-o, fiquei admirado pela grandiosidade que é o nosso país. Como este país é diverso. E este documentário apresenta um pedacinho dessa diversidade.


Conjuntura dos Recursos Hídricos - Informe 2016

O Conselho Nacional de Recursos Hídricos, por meio da Resolução nº 58/2006, atribuiu à ANA a responsabilidade pela elaboração do Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil, de forma sistemática e periódica.

A primeira versão do Relatório de Conjuntura foi publicada em 2009 e, desde então, a publicação vem sendo apresentada por meio de dois documentos: o Relatório de Conjuntura, que traz um balanço da situação e da gestão dos recursos hídricos com periodicidade quadrienal, e os Relatórios de Conjuntura – Informes, atualizações de periodicidade anual.

O Conjuntura foi concebido para ser um importante apoio para a avaliação do grau de implementação do Plano Nacional de Recursos Hídricos (PNRH) e da Política Nacional de Recursos Hídricos, além de orientar as revisões e atualizações do referido Plano. Mais compactos, os Relatórios de Conjuntura – Informes têm como objetivo avaliar as modificações do ano precedente, no que diz respeito à ocorrência de eventos hidrológicos extremos, às condições de qualidade das águas superficiais e aos demais fatos relevantes em relação aos usos dos recursos hídricos, além da evolução da gestão. Ao fornecer uma visão atualizada, os Informes têm, adicionalmente, a função de subsidiar a elaboração do Relatório de Conjuntura.

Esquema Temporal - 2016

Importante destacar que a estrutura do Conjuntura tem sido a principal referência na estruturação e divulgação das informações do SNIRH, por meio dos sistemas de planejamento e gestão de recursos hídricos.

Fonte: Site da ANA (aqui)

Informações do Editor:

Este material é atualizado anualmente e uma cópia foi disponibilizada no V Encontro Formativo Nacional. 

A versão em PDF está disponível e pode ser baixada clicando aqui.


V Encontro Formativo Nacional de Educação Ambiental reúne mais de 250 pessoas em Brasília


chamada

Mais de 250 profissionais que atuam nas áreas de Gestão das Águas, Educação Ambiental, Mobilização e Participação Social reúnem-se, em Brasília (DF) nesta semana, de terça (9/5) a quinta-feira (11/5) para o O V Encontro Formativo Nacional de Educação Ambiental para Gestão das Águas,  promovido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), Agência Nacional de Águas (ANA) e o Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH), com o apoio do Governo do Distrito Federal (GDF).

A diretora da Área de Planejamento da ANA, Gisela Forattini, participou da abertura do evento e destacou uma das missões da Agência, que é oferecer capacitação técnica a integrantes do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh), que inclui órgãos gestores estaduais de recursos hídricos, comitês e agências de bacias hidrográficas além do CNRH e os conselhos estaduais. Vários dos cursos oferecidos pela ANA são abertos à participação de qualquer interessado. A Agência já investiu mais de R$ 42 milhões em educação e capacitação nos últimos dez anos.

“O investimento da ANA em capacitação é direcionado para todos os níveis de ensino, desde a Educação Básica até a Pós-Graduação. Produzimos e ofertamos cerca de 60 cursos nas modalidades presenciais, semipresenciais e à distância, capacitando mais de 100 mil pessoas até o final de 2016”, disse Gisela.

Ela também destacou o Mestrado Profissional em Rede Nacional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos – ProfÁgua, que envolve seis universidades brasileiras e oferece oportunidades de formação de alto nível para solução de problemas reais da gestão e regulação das águas. Já o Mestrado Profissional em Ensino de Ciências Ambientais, voltado para formação de professores, abrange nove universidades em todo o País. Mais informações sobre a cursos e demais ações de capacitação podem ser obtidas no Portal da Capacitação da ANA.

O objetivo dos encontros formativos é o diálogo, a troca de experiências e o fortalecimento da rede de educadores ambientais que atuam na gestão hídrica do País. A iniciativa faz parte do processo de formação continuada e permanente, uma das prioridades do Plano Nacional de Recursos Hídricos (PNRH) para os próximos quatro anos. Os encontros formativos acontecem a cada dois anos. O evento já foi recebido nas cidades de Salvador (BA) em 2009, de Bento Gonçalves (RS) em 2011, de Ouro Preto (MG) em 2013 e de São Pedro (SP) em 2015. O 5º encontro acontece na Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), em Brasília.

Fórum Mundial da Água

Em outras edições foram temas de discussão do Encontro a ampliação, qualificação e engajamento social e político da sociedade na gestão ambiental e de recursos hídricos; o aprofundamento e a qualidade da participação na gestão e a representatividade nos comitês de bacia; como a educação ambiental pode contribuir para que a população amplie sua capacidade de interpretar informações socioambientais e gestão das águas. Nesta edição, um dos temas é o 8º Fórum Mundial da Água, que vai acontecer em Brasília entre 18 e 23 de março de 2018.

Os coordenadores do Fórum Cidadão, estrutura responsável por organizar a participação da sociedade civil no 8º Fórum Mundial da Água, discutem formas de mobilização social. A ideia é criar canais de comunicação com vários setores e identificar lideranças para levá-las Fórum. Serão mapeados os eventos nacionais e internacionais com o tema água que vão acontecer até a realização o 8º Fórum, para engajar e conectar os públicos desses eventos, segundo o coordenador do grupo, Lupércio Ziroldo, que é presidente da Rede Internacional de Organismos de Bacia (Rebob) e governador do Conselho Mundial da Água.

O Fórum Cidadão será responsável pela Vila Cidadã, um espaço aberto à participação da sociedade de acesso gratuito. O objetivo é abrir este espaço à participação da população que não pode se inscrever para participar do Fórum. “Vamos levar alguns especialistas convidados para dialogar com as pessoas na Vila Cidadã, onde haverá telões com a programação das sessões”, explicou Ziroldo. Os principais atores do Fórum Cidadão serão mulheres, jovens, crianças, povos tradicionais, comunidades indígenas, organizações não governamentais e comitês de bacias hidrográficas.

Na sexta-feira (12/05), último dia do V Encontro Formativo, serão realizadas visitas técnicas que apresentarão experiências de educação ambiental locais. Os participantes conhecerão, por exemplo, a Estação Ecológica de Águas Emendadas, na região de Planaltina (DF), e o Jardim Botânico de Brasília.

Fonte: ANA (aqui)

MEUS COMENTÁRIOS:

O encontro foi muito produtivo, pois além de poder conhecer representantes de bacias hidrográficas, deu para conhecer um pouco da realidade da gestão das águas em outros países, já que no evento, 14 países latino americanos estavam presentes.

A Câmara Técnica de Educação Ambiental (CT-EA) dos Comitês PCJ estava presente, pois contou com a presença do coordenador, Tiago, coordenadora-adjunta, Ana Lúcia e da secretária, Rosimeire. A participação foi custeada pela Agência das Bacias PCJ.


sexta-feira, 12 de maio de 2017

Livro disponível para Download.




O Livro Água e Sustentabilidade está disponível para download gratuito e que tem como desafio tratar sobre os desafios, perspectivas e soluções.

O ano de seu lançamento é 2017 e tem como autores o Professor da USP Pedro Roberto Jacobi e Edson Grandisoli.

Está dividido em 16 capítulos

1. Crescimento insustentável

2. Água, um recurso essencial

3. Água – Padrões globais, regionais e locais

4. Água e Cultura 

5. O desafio de democratizar o acesso à água

6. Desigualdade e vulnerabilidade

7. Indicadores de sustentabilidade

8. Água, agricultura e alimentação

9. Água e energia

10. Água e Indústria 

11. Escassez hídrica: problema global

12. Disponibilidade hídrica no Brasil

13. Brasil – Escassez Hídrica

14. Urbanização brasileira, água e riscos socioambientais

15. Mobilização para a criação de uma Nova Cultura da Água

16. Mudanças nas Práticas de Consumo – Papel da Aprendizagem Social e Práticas Colaborativas

O livro pode ser baixado clicando aqui.

Fonte: recebido por e-mail.

NOS FALTA COMPROMISSO, por Mário Sérgio Cortella




Muito bom este vídeo.

A capacidade do Professor Mario Sergio Cortella é extraordinária, mas nesta palestra em especial, ele faz uma crítica muito boa e necessária, já que ele critica a forma pela qual nós desdenhamos da Educação, e da pública em especial.

Queremos uma melhor Educação, mas será que trabalhamos de fato para tê-la?

Fonte: Canal Reação em Cadeia no Youtube (aqui)

Lima Barreto e o racismo do nosso tempo

Para Lilia Schwarcz, que em junho lança biografia de Barreto, autor tem muito a dizer à contemporaneidade, especialmente quando se fala em raça e gênero

Lima Barreto e o racismo do nosso tempo

Negro, morador do subúrbio, desleixado e contraditório: era assim que o próprio Lima Barreto se definia. Ignorado em seu tempo, o autor de Triste fim de Policarpo Quaresma (1915) e Clara dos Anjos (1948) entrou para o cânone da literatura brasileira depois de muito tempo esquecido: neste ano, além de ser homenageado na FLIP, ele ganha uma nova biografia, com previsão de lançamento para junho: Lima Barreto, triste visionário, da historiadora e antropóloga Lilia Schwarcz.

No livro, Schwarcz investiga os motivos pelos quais Barreto ficou tanto tempo relegado ao esquecimento. “Deixá-lo no lugar de vítima é muito pouco”, disse à CULT na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESP-SP), onde apresentou trechos de sua pesquisa de uma década sobre o autor, na última segunda (8).

Nascido em 13 de maio de 1881, o autor era filho de ex-escravos, e vinha de uma família monarquista, protegida pelo visconde de Ouro Preto. Logo cedo, perdeu a mãe, Amália, para a pneumonia e, mais tarde, o pai, João Henriques, para a loucura. Antes disso, porém, Henriques se esforçou, com a ajuda do visconde, para dar ao filho uma educação de qualidade – fato decisivo para o nascimento do Lima Barreto ácido e crítico.

Desde o início de sua vida escolar, no Liceu Popular de Niterói, até sua matrícula na escola Politécnica do Rio, onde era o único aluno negro. “Pele cor de azeitona escura”, como ele mesmo se definia, Barreto sentiu na pele as consequências de ousar ser um homem negro ocupando um espaço completamente dominado por brancos – e via com desconfiança a própria Lei Áurea e a noção de “liberdade” que ela trazia: “Liberdade era uma palavra que eu desconfiava e não confiava”, ele registrou em um diário da época.

Como uma resposta à discriminação racial e à exclusão social sofrida dia após dia, Barreto escrevia sobre estes assuntos de forma dura em uma época em que ninguém estava disposto a falar ou ler sobre isso. A intenção do autor, segundo Schwarcz, era de fato incomodar: “Ele achava que os negros só poderiam ser socialmente integrados através da luta e do constante incômodo. Por isso, denunciava que a escravidão não acabou com a abolição, mas ficou enraizada nos menores costumes mais simples”. Para chegar à dose perfeita de incômodo, Barreto fazia uma literatura do “Rio de Janeiro alargado”: não falava apenas do centro da cidade, mas principalmente dos subúrbios e de seus habitantes; descrevia detalhadamente as estações de trem e os transeuntes, as ruas e os bares, os costumes e as tradições populares, as violências e opressões, deixando a burguesia branca de lado.

Em uma época de racismo exacerbado, porém, essa literatura combativa do autor não encontrava espaço, ainda mais porque Barreto também costumava tecer críticas à mídia: “Seu primeiro livro publicado, Recordações do escrivão Isaías Caminha (1909), era autobiográfico e trazia uma crítica feroz ao jornalismo da época”, lembra Schwarcz. E não era só a questão de raça ou a crítica ao jornalismo que permeavam a escrita de Barreto: crítico à República e à corrupção, tornou-se anarquista após a Revolução Russa, era defensor dos animais, crítico do academicismo e do feminismo vigente na época, pois considerava que o movimento não acolhia as mulheres negras. Barreto também odiava os bairros nobres do rio, detestava futebol e era absolutamente contrário à moda e copiar tudo o que vinha da Europa e dos Estados Unidos – e inclusive se recusou a participar da revista modernista Klaxon, em 1922, porque considerava-a uma cópia dos movimentos europeus.

Ele sofria tanto com a discriminação racial que tentou três vezes ingressar na Academia Brasileira de Letras, sem sucesso. Por causa de seu estilo peculiar e de sua coragem de falar de temas delicados, o autor acabou ficando preso entre o parnasianismo e o modernismo, sem que fosse encaixado em nenhuma das duas escolas: “Foi um autor muito incompreendido em sua época, tanto que demorou muito e ainda tem demorado para entrar no nosso cânone de autores”, diz a antropóloga.

Sem conseguir nem o reconhecimento que almejava nem o impacto e o incômodo que queria despertar, Barreto começou a beber. Alcoólatra, acabou indo parar no Manicômio Nacional, onde foi internado duas vezes – em 1914 e em 1918 -, mas nem por isso parou de lutar. Pelo contrário: ao perceber que no manicômio a população negra era abandonada quando já não podia mais ser explorada, decidiu escrever um livro sobre sua experiência ali. O resultado foi o inacabado Cemitério dos vivos (publicado postumamente, em 1953), “uma verdadeira análise de como os manicômios apoiavam as teorias darwinistas sociais e a falsa ideia de que a população negra seria uma ‘raça degenerada’”, segundo a historiadora.

Em toda a sua literatura, Lima Barreto esteve atento e militante, propondo assuntos de discriminação social e personagens negros, criticando a República e a hipocrisia brasileira e denunciando, inclusive, a violência contra a mulher. Exemplos não faltam: além de Recordações do escrivão Isaías Caminha, que ataca a imprensa, a autora destaca Triste fim de Policarpo Quaresma (1915), que ela chama de “Uma espécie de Dom Quixote brasileiro, muito avançado para o seu tempo; uma crítica à mania de querer recriar um passado indígena misturado a um futuro progressista, o que leva o protagonista, Policarpo, a morrer desiludido, como o Brasil”.

Já Clara dos Anjos (1922) aborda o que é ser mulher, negra e pobre em um mundo patriarcal e racista: “Clara era o alter ego feminino de Lima Barreto: a menina dos subúrbios que sofre o que ele sabia que sofreria se fosse mulher”(no livro, Clara engravida de um rapaz branco e acaba tendo de criar o bebê sozinha). “O próprio Cemitério dos vivos é uma obra prima, na qual o autor se confunde com o narrador, Vicente Mascarenhas, e não dá para saber se é pela loucura ou se é intencional”, lembra Schwarcz.

Para a historiadora, Lima Barreto tem ainda muito a dizer ao nosso tempo, especialmente quando se fala em raça e gênero: “É um autor de muito alento para essa nossa agenda contemporânea neste momento em que a República vive uma crise tão forte, e que os nossos valores democráticos e direitos de cidadãos estão sendo colocados tão em questão”.

A baixo, o vídeo que está no site com a entrevista com a autora.



Fonte: TV Cult (aqui)

MEUS COMENTÁRIOS.



Concordo com a autora quando diz que todo livro de Lima Barreto é bom.


Já li duas obras e quero ler mais.

A obra prima "Triste fim de Policarpo Quaresma" é demais necessária para entendermos este Brasil atual que vivemos e a outra obra que li é "Aventuras de Doutor Bogolof" que é faz um retrato do Brasil burocrático público da época, que ao ler, lembrei do trecho da música do Cazuza que diz sobre um "museu com grandes novidades".



Esta última obra encontrei por acaso no Google Play e recomendo muito.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Livro: "Malucos pela Água - Vol 2"


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Livro “Malucos pela Água – Vol2” narra os avanços e desafios da gestão de recursos hídricos nas Bacias PCJ

Era 31 de janeiro de 1997, às 19h da noite de uma sexta-feira, no restaurante Arapuca, próximo à famosa Rua do Porto de Piracicaba, no interior do Estado de São Paulo, quando alguns engajados com a sustentabilidade hídrica futura se reuniram e fundaram o grupo “Malucos pela Água”. Três anos mais tarde, em 2000, com o apoio da Associação de Engenheiros e Arquitetos de Piracicaba e do Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (Consórcio PCJ), entidade de recuperação e preservação da água com atuação no interior dos Estados de São Paulo e Minas Gerais, o grupo editara livro homônimo que relatava os desafios da gestão da água. Em comemoração aos 17 anos da primeira edição da publicação e dando continuidade ao projeto editorial de discutir os desafios e avanços das Bacias PCJ, o Consórcio PCJ lançou no último dia 22 de março de 2017, durante o Dia Mundial da Água, o segundo livro da série, intitulado “Malucos pela Água – Volume 2”.

A nova publicação possui 14 capítulos que narram os avanços das Bacias PCJ nos últimos 30 anos, tendo início com o papel à época da “Campanha Ano 2000 – Redenção Ecológica da Bacia do Rio Piracicaba” no aprimoramento da gestão hídrica, passando pela consolidação das ferramentas do sistema de gerenciamento, culminando com os impactos gerados pela ocorrência dos eventos climáticos extremos e os novos desafios impostos à gestão dos recursos hídricos.

O livro foi escrito e coordenado pelo Secretário Executivo do Consórcio PCJ, Francisco Lahóz, que participou desde o princípio da organização e implementação do Sistema de Gerenciamento dos Recursos Hídricos Nacional e Internacional nos moldes que hoje se apresenta e também foi um dos organizadores da primeira edição do Livro, em 2000.

A apresentação da nova edição é assinada pelo presidente do Conselho de Transição do Consórcio PCJ e representante da empresa associada Águas do Mirante, Fernando Humphreys, que destacou que “a narrativa atual do livro se aproxima do objetivo da primeira publicação ao ter como firme propósito realizar um resgate histórico da Campanha Ano 2000, quinze anos depois de sua oficialização”.

Versões impressas do livro “Malucos pela Água – Volume 2” serão distribuídas aos município e empresas associados, parceiros e nos eventos da entidade. Também está disponível uma versão digital da publicação no site do Consórcio PCJ (www.agua.org.br), dentro do Canal Biblioteca Multimídia, em Publicações. 

Para acessar e ler on line o livro “Malucos pela Água – Vol2”, clique no link a seguir: http://agua.org.br/malucos-pela-agua-vol-2/

Fonte: Consórcio PCJ e Agência PCJ (aqui)