quarta-feira, 8 de maio de 2013

Erro ao pensar na redução da maioridade penal

 JOVENS NA PRISÃO - Por que essa é uma má ideia?



Fonte: Facebook (aqui

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Qual o erro de pensar que corrige o problema reduzindo a Maioridade Penal? Há pessoas que pensam que simplesmente reduzindo a maioridade penal, o problema estará resolvido. Mas não, pois isso seria verdadeiro se o Sistema Penitenciário Nacional funcionasse, mas ele está falido e não recupera, e sim, muitas vezes até ensina o errado.

Há que se pensar na forma de julgar e tratar pessoas que estão para completar 18 anos e cometem crimes graves, mas não é mudando a regra no atacado que se corrigirá o problema no varejo.

O debate que a sociedade deve fazer é mais profundo e se ficarmos apenas pensando no momento que se dá a maioridade penal, não se resolverá nada.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Mapa de metrôs de todo mundo.


Muito interessante esse site.

Nele, você pode conhecer o mapa de todas as redes de metrôs existentes no mundo.

Esse mapa é interessante também para ver a desigualdade da distribuição desse tipo de transporte no mundo. Ele está muito mais concentrado na Europa e na Ásia. A África, por exemplo tem apenas duas redes (Cairo e Túnis).

Para conhecer a todos, clique aqui.

Sebos vendem livros por metro para decoração de escritórios e residências

O freguês entra na loja e pede um metro e meio de livros encadernados em papel-couro azul, de altura média, o mais barato que houver.

O pedido, que soaria estranho em uma livraria, é comum para Aristóteles Torres de Alencar Filho, 59, o "seu" Ari, dono do sebo O Belo Artístico, no Jardim América, região oeste.

Segundo o livreiro, o local recebe muitos clientes procurando livros para decoração. Nesses casos, o conteúdo não importa tanto e a ideia é encontrar o tipo de capa, a cor, o tamanho e a quantidade que mais combinem com a estante ou a sala.

O local normalmente vende por unidade, mas, no caso de grandes compras para ornamento, fecha o preço por coleção e até por medida.

A venda de livros para ver mais do que para ler não é incomum, mas nem todos os estabelecimentos têm valores fixos para o serviço. No Sebo do Messias, também no centro, coleções encadernadas vendidas em pacotes ou individualmente saem a cerca de R$ 5 o volume.

"Quem precisa traz uma fita métrica e depois fazemos a conta", diz Messias Antônio Coelho, 72, dono da loja. Próximo do Tribunal de Justiça, o local recebe muitos advogados. "Eles querem encher o escritório de livros e impressionar a clientela", diz.

No Sebo Liberdade, quem compra para enfeite são profissionais liberais e decoradores. Estes dizem que é comum que clientes peçam a montagem completa da sala de casa, incluindo estantes e livros.

"Quem gosta de leitura pede obras específicas", diz a arquiteta Andrea Teixeira. "Em outros casos", ressalva, "compramos pelo visual".

Ela costuma visitar sebos procurando volumes antigos, bonitos e que combinem com o ambiente. "Às vezes compramos de um freguês direto para o outro, quando, por exemplo, alguém vai mudar para um apartamento menor", ela explica.

Foi o caso da coleção de 1968 de romances e poesia que a sócia dela, Fernanda Negrelli, adquiriu para uma cliente no Alto de Pinheiros, região oeste. A dona do imóvel prefere o anonimato.

De capa branca de papel-couro que combina com a sala de visitas, o conjunto tem lugar de realce na estante. Já os livros de leitura da família, que não são encadernados, ficam em outro cômodo.

LITERATURA DE VERDADE

No Belo Artístico, o foco são livros raros e montagem de coleções. Ari -que já teve o bibliófilo José Mindlin (1914-2010) como cliente- reserva às vendas decorativas as peças mais triviais. Entram na lista romances antigos, livros de história e enciclopédias desatualizados. No local, muitos procuram livros para adorno sem ajuda de profissionais.

Ari diz saber que essa parte do público ignora o conteúdo de seu estoque, mas jura que não se importa. "Eu acho bom, porque estão levando livros. Em uma biblioteca, alguém vai acabar consultando."

Certa vez, ele recebeu uma mulher desesperada por livros. "Mas de verdade", lembra. A cliente havia preenchido a estante de casa com livros cenográficos. Durante uma festa, porém, uma convidada puxou um título conhecido e o bloco caiu, desencadeando um sonoro "Que horror!". Ari conta com gravidade: "Ela não sabia qual das duas, ela ou a convidada, tinha ficado mais constrangida".

Fonte: Folha (aqui)

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Triste realidade de um povo onde culturalmente, parecer é mais importante que ser. As pessoas deveriam se orgulhar não pela beleza dos livros na estante mas sim, pelos livros que você lá tem e que você já leu.

Eu, particularmente, sou um aficcionado pela beleza de umas estante de livros. Gosto de ficar olhando os livros e pensando: "esse eu já li", "aquele eu lerei depois", "e esse aqui, do que trata mesmo?"

Mas as pessoas se contentam infelizmente apenas com o cenário sem se importar com a história por trás daquilo.

Vejo isso apenas como um sintoma de nossa doença social. Temos que aprender a curtir mais o conteúdo, e não apenas o faz-de-conta.

Leiamos mais!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Brasil quadruplica nº de mestres e doutores

O número de mestres e doutores formados pelas universidades brasileiras mais que quadruplicou em 15 anos, passando de 13.219 em 1996 para 55.047 em 2011 - aumento de 312% -, segundo uma compilação inédita divulgada pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), organização social ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O relatório, chamado Mestres 2012, é uma continuação do Doutores 2010, lançado três anos atrás. Juntos, eles fornecem um raio X detalhado da pós-graduação no País, levando em conta dados do Censo Demográfico do IBGE, do MCTI e dos Ministérios da Educação e do Trabalho e Emprego.

Entre os mestres, o crescimento foi impulsionado, em grande parte, por um aumento no número de cursos de mestrado oferecidos em instituições de ensino particulares, cuja participação na formação nacional de mestres cresceu de 13,3% em 1996 para 22,4% em 2009, quase empatando com as universidades estaduais, que contribuíram com 25%.

Em números absolutos, as particulares formaram 8.696 mestres em 2009, enquanto as estaduais formaram 9.712 e as federais, 20.142.

"As privadas ainda formam menos, porém cresceram mais que as públicas no mesmo período", diz o diretor do CGEE, Antonio Carlos Galvão, que supervisionou o estudo.

Os dados mostram também uma descentralização da pós-graduação em termos regionais. A Região Sudeste, apesar de ainda ser predominante, viu sua participação no número de programas de mestrado cair de 62% para 50%.

"A pós-graduação começou no Sudeste, por isso a concentração. Mas nos últimos anos ela vem se expandindo um pouco na Região Sul, mais lentamente no Nordeste e recentemente no Norte e no Centro-Oeste", destaca o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Guimarães.

Empregabilidade. Um dos principais destaques do estudo, segundo Galvão, é que os mestres têm uma inserção maior no mercado de trabalho não acadêmico que os doutores. Do total de mestres formados entre 1996 e 2009, cerca de 40% estão empregados no setor de educação, comparado a cerca de 80% do doutores.

"Isso mostra que os doutores têm mesmo um perfil mais acadêmico", avalia Galvão. "E corrobora a ideia de que o mestrado não é só uma etapa de graduação: é uma titulação com finalidade própria, que tem um encaixe social mais abrangente."

As vantagens socioeconômicas da pós-graduação são claras. Segundo o estudo, os salários de quem tem mestrado são 84% mais altos que os de quem só fez a graduação. Já os doutores recebem 35% mais que os mestres.

Desigualdades. Os dados também escancaram a desigualdade de gêneros na elite acadêmica brasileira. As mulheres já representam mais da metade dos mestres do País desde 1997, mas sua remuneração média é 42% menor que a dos homens com a mesma titulação.

As discrepâncias são mais acentuadas nas Regiões Sul e Sudeste (44%) e menos na Região Norte (18%). "É algo que deve ser discutido no sentido de criar políticas públicas para reduzir esse hiato", diz Galvão.

Fonte:
Estadão (aqui)


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Para o Brasil, é uma ótima informação pois o que tanto precisamos é de melhor qualificar nossa população para os novos desafios que se apresentam se o Brasil de fato quiser se tornar um grande país não apenas nas dimensões, mas também na capacidade técnica e política.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Secretaria do Meio Ambiente prioriza educação ambiental

 
   


O secretário do Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Bioatividades de Limeira, Alquermes Valvasori, falou sobre diversos assuntos pertinentes à pasta em coletiva de imprensa na tarde desta quarta-feira, 3 de abril. O diretor de Educação Ambiental, Tiago Valentim, esteve presente.

Zoológico Municipal, gestão de resíduos e revitalização de praças foram os assuntos mais abordados pelos jornalistas. O secretário também apresentou o projeto de um crematório e cemitério de animais domésticos.

De acordo com o secretário, a prioridade máxima da pasta é promover a educação ambiental em Limeira. “Nós queremos contribuir para uma cidade melhor”, afirmou durante a coletiva. Valentim ressaltou que isso será possível trabalhando em rede com a sociedade. Também está entre as prioridades a capacitação dos servidores municipais.

Projetos

O Zoológico Municipal é um dos grandes desafios da nova administração. “Queremos um zoológico modelo, não apenas mais um”, destaca Valvasori. Segundo ele, o trabalho da Secretaria está focado em oferecer um bom acolhimento aos animais e à população.

Outro projeto anunciado na ocasião é a criação de um crematório e cemitério de animais municipal. “Um animal de estimação que cuidamos com amor e carinho durante toda a sua vida merece uma destinação mais digna que um lixão”, disse Valvasori. A pasta tem interesse em desenvolver um projeto que atenderá também a região.

Com relação às praças, que são mais de 150 na cidade, estão sendo desenvolvidos projetos de revitalização, que sairão do papel após o período de chuvas. O objetivo é implantar pistas de skate e de caminhada, espaços para grafiteiros, teatros de arena, brinquedos para as crianças e aparelhos de ginástica para a terceira idade.

Os ecopontos também foram debatidos na ocasião. “O que era para ser uma solução, se transformou em problema”, disse o secretário, se referindo ao fato de que são despejados resíduos irregulares nos locais. Além de realizar limpeza nos ecopontos, a Secretaria fará um trabalho de conscientização junto aos moradores.
por Secretaria Municipal de Comunicações (aqui)

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Política estrangeira do Brasil - TV France





A TV France possui um interessante programa sobre geografia do mundo. Chama-se "Le dessous des cartes".

Há um programa explicando o modelo de relações exteriores do Brasil, focando o Mercosul, relações com países sul-americanos, africanos, árabes e as ações conjuntas como da ONU.

É bem interessante mas está em francês e sem legenda.